CÓDIGOS E SENHAS, por professor Filho Santos

Professor Filho Santos

Chego,  entro nada de bom dia.
Isso não me alimenta, um código diz muito mais.
Minha escolha é essa.
“Estou cheio de me sentir vazio”
Vazio do que ouço.
Metas que não se chega.
Minha mente é meu próprio esconderijo.Só me escondo de mim mesmo, pois os outro não me interesso em conhecer
Minhas senhas são meu alimento, ninguém mais sente o sabor. Sou mesmo escravo dela, melhor que ser seu.
Elas liberam o que me prende.Faz de mim um solitário em meio uma casa cheia. Meus cumprimentos tem cada um uma senha.Sou mais código que bases ou tríade.
Não venha me dizer o algoritmo que me domina.
Sinto muito lhe informar, mas eu escolho o algoritmo que me interessa.
Minhas prisões as paredes não revelam.
Nem muito menos o buraco no teto da sala, esse mesmo que não revela.
Meu isolamento revela o que não vejo,  e poucos veem, fazem alguma coisa?
As aulas bem planejadas a essas eu me escondo, não as deixo entrar.
Quero ser refém das minhas senhas e códigos.
Eles sabem de mim, e eu deles. Eles maquiam o que faço.
Por vezes faço o que eles determinam, não há saídas.
Vivo 24 horas por senhas e Códigos eles são o meu alimento que nunca me sacia.
Essas aulas modificam meu algoritmo esse portugol sem bem-vindo.
Minha cadeia junto com meu submundo se coadunam.
Não me alimente do vício antigo.
Sou moderno para aceitar padrões que não se processam em códigos, senhas ou algum tipo de expressão.
Não me dê bom dia, escreva o código que me represente.
Não me dê só o que você tem sou além disso.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

WhatsApp

Entre e receba notícias do dia.

PM DE TIMBIRAS

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade