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O ex-vereador Waldek Frota foi o convidado especial do programa Conversa Franca, conduzido pelo jornalista Genivaldo Cobra, em mais uma edição voltada ao debate político e social da região. Durante a entrevista, Frota abordou temas centrais de família, projetos e sua atuação parlamentar, reforçando seu compromisso com a transparência em um diálogo direto com a população. Ao longo da conversa, o ex-vereador enfatizou que muitas de suas propostas, durante sua atuação parlamentar surgiram das demandas apresentadas pelos moradores, de ouvir a comunidade para construir políticas públicas eficazes. Frota também comentou sobre os desafios enfrentados no legislativo municipal.
O jornalista Genivaldo Cobra conduziu a entrevista com perguntas incisivas, proporcionando ao público uma visão ampla sobre o posicionamento político do parlamentar e suas perspectivas para o futuro da cidade. O programa reafirmou seu papel como espaço democrático, aproximando cidadãos das decisões políticas e fortalecendo o debate público.
Veja a entrevista completa no Instagram Blogdoprofessorgil
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Luciano Leitoa reclama de sobrevoo de drone em residência“De quem é?”
O ex-prefeito de Timon e pré-candidato a deputado estadual Luciano Leitoa (PSD) reclamou da presença de um drone sobrevoando sua residência no final da tarde desta sexta-feira (29). Em publicação nas redes sociais, ele afirmou ter percebido o equipamento ao chegar em casa e disse que começou a filmar a movimentação.
“Rapaz, de quem é esse drone que estão botando aqui pra subir minha casa?”, questionou Leitoa em vídeo. Em seguida, voltou a cobrar explicações. “Engraçado, e quem é esse drone que tão botando aqui pra subir acima da minha casa?”, indagou novamente.
Na publicação, o ex-prefeito afirmou morar no local com a família e disse não admitir “qualquer invasão de privacidade ou eventual tentativa de intimidação”. Leitoa afirmou que adotará as medidas legais cabíveis.
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Em meio ao cenário político estadual, o município de Timbiras ganhou destaque após o posicionamento do Vereador Nenenzinho do Lázaro. O parlamentar decidiu apoiar o nome de Eduardo Braide para o governo do Maranhão, mesmo diante da ampla adesão da classe política local ao projeto de Orleans Brandão. A atitude foi recebida com entusiasmo por parte da população timbirense, que vê no gesto uma resposta direta ao chamado das ruas.
Moradores afirmam que o vereador soube interpretar o sentimento popular, colocando-se ao lado de quem, segundo eles, representa uma alternativa de renovação para o estado. Enquanto lideranças políticas se alinham majoritariamente a Orleans Brandão, Nenenzinho do Lázaro reforça sua imagem de independência e proximidade com o eleitorado.
O episódio evidencia como apoios municipais podem ganhar relevância simbólica em disputas estaduais, mostrando que a força da opinião pública continua sendo um fator determinante no jogo político. A população timbirense nos quatro cantos da cidade aplaude o posicionamento do nobre Parlamentar.
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A Câmara Municipal de Nina Rodrigues cassou, nesta quinta-feira (28), o mandato do vereador Thalyson Berg (PP) por quebra de decoro parlamentar.
A cassação foi aprovada por sete votos favoráveis e uma abstenção, após conclusão dos trabalhos da Comissão Processante instaurada para apurar denúncia envolvendo o parlamentar.
Segundo denúncia, Thalyson Berg teria recebido de forma irregular valores e abonos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) no município de Vargem Grande, mesmo após ter sido eleito e diplomado vereador em Nina Rodrigues.
O pedido de cassação havia sido aceito pela Câmara em fevereiro deste ano. Após o cumprimento dos prazos legais, a Comissão Processante apresentou parecer recomendando a perda do mandato. O relatório foi submetido ao plenário e aprovado pela maioria dos vereadores presentes.
A comissão responsável pela análise do caso foi composta pelos vereadores Erlan (PDT), Júnior da Zitinha (PP) e Totô (MDB), este último escolhido relator do processo pela maioria dos integrantes do colegiado.
Do Imirante.com
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A pedido do Ministério Público do Maranhão, a Justiça determinou, nesta sexta-feira, 29, em caráter liminar, a suspensão do concurso público do Município de Feira Nova do Maranhão (termo judiciário da comarca de Riachão), cujas provas objetivas estão marcadas para domingo, 31. O pedido foi feito pelo promotor de justiça Adoniran Souza Guimarães em Ação Civil Pública proposta no dia 28 de maio. Assinou a decisão o juiz Mazurkiévicz Saraiva de Sousa Cruz.
Igualmente estão suspensas a divulgação de gabaritos, prova de títulos, publicação de resultados, homologação, convocação, nomeação e posse, bem como o julgamento de recursos, enquanto perdurar a decisão liminar.
O Município de Feira Nova do Maranhão e o Instituto de Capacitação, Assessoria e Pesquisa Ltda (Icap) também estão obrigados a divulgar, no prazo de 24 horas, comunicado oficial de suspensão do concurso em suas páginas eletrônicas e no Diário Oficial, para ciência dos candidatos.
Foi fixada multa diária de R$ 10 mil, a incidir, separadamente, contra o Município e contra o instituto organizador, em caso de descumprimento, limitada a R$ 300 mil.
Entre as irregularidades levantadas pelo MPMA está a exigência de requisitos de escolaridade e formação específica por decreto e edital, sem previsão em lei formal, para cargos efetivos, em especial os de auditor fiscal, controlador interno, fiscal de tributos e agente de contratação.
Igualmente foi apontada a incompatibilidade entre o número de vagas ofertadas e o número de contratações temporárias mantidas pela Prefeitura. “Foi levantado que o quantitativo de vagas ofertadas no certame não corresponde à realidade administrativa do Município, considerando a existência de elevado número de contratações temporárias vigentes”, destacou, na ação, o promotor de justiça.
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O pedido foi apresentado no âmbito da ação popular movida pelo advogado Rodrigo Lago, que questiona a legalidade da nova operação de crédito autorizada pela Lei Estadual nº 12.874/2026. A Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís concedeu tutela de urgência determinando a suspensão imediata de qualquer procedimento relacionado ao empréstimo, além de impedir eventual liberação ou utilização dos recursos.
Na petição, assinada pelos procuradores Rennan da Fonseca Melo, Victor Paiva Gomes Marques do Rosário e Denilson Souza dos Reis Almeida, a PGE afirma que a liminar interfere diretamente na execução de políticas públicas de infraestrutura e compromete obras rodoviárias em andamento no estado.
O Estado argumenta que a contratação do financiamento observou autorização legislativa, exigências fiscais e regras orçamentárias, além de prever aplicação exclusiva em despesas de capital. A Procuradoria também rebate a tese apresentada na ação popular de que o novo empréstimo seria uma tentativa de substituir um contrato anterior marcado por irregularidades.
A petição detalha ainda a execução financeira da operação anterior. De acordo com a Procuradoria, o Estado recebeu R$ 665.067.925,53 em junho de 2025. Com os rendimentos bancários, o montante chegou a R$ 689.166.571,12 até maio de 2026. Desse total, R$ 686.345.164,66 teriam sido aplicados em despesas de capital vinculadas às finalidades previstas em lei.
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A advocacia maranhense viveu uma noite de intenso aprendizado, atualização profissional e troca de experiências durante a realização da II Imersão em Direito do Trabalho e Previdenciário, promovida com o tema “Entre Algoritmos e Audiências: os novos desafios da advocacia trabalhista e previdenciária”. O evento aconteceu no auditório da OAB Maranhão e reuniu grandes nomes da advocacia regional e nacional em uma programação marcada pelo alto nível técnico dos debates e pela forte participação do público.
A iniciativa foi realizada em parceria entre a OAB Maranhão, ESA/MA, Comissão de Compliance, CAA/MA e Faculdade Laboro, reforçando o compromisso institucional com a formação continuada da advocacia e com o fortalecimento do exercício profissional diante das transformações tecnológicas e dos novos desafios do mercado jurídico.
O evento integra uma série de ações promovidas pelo Sistema OAB/MA voltadas à qualificação profissional. A programação acontece após o Congresso de Direito Previdenciário de Santa Inês, consolidando um calendário de grandes eventos jurídicos promovidos pela Ordem, com foco tanto na capital quanto na interiorização das atividades acadêmicas.
A Ordem já se prepara para mais um grande encontro jurídico: o ELEVA PREV OAB/MA – Círculo Previdenciário de Alta Performance, que será realizado nos dias 30 e 31 de julho, em São Luís. Promovido pela OAB Maranhão, por meio da ESA/MA, em parceria com a Comissão de Direito Previdenciário e o Círculo Previdenciário de Alta Performance, o evento reunirá especialistas locais e nacionais em uma imersão voltada ao aperfeiçoamento técnico, estratégico e profissional da advocacia previdenciária.
Com conteúdos práticos, estratégias atualizadas e direcionamento de mercado, o ELEVA PREV promete ampliar ainda mais o alcance das ações de qualificação promovidas pela OAB Maranhão, reafirmando o compromisso da instituição com o fortalecimento da advocacia e com a excelência do exercício profissional no estado.
Entre os temas debatidos estiveram “A Habilidade de Vendas na Advocacia”, “O Algoritmo no Banco dos Réus”, “Diálogos Necessários entre Gabinete e Advocacia” e “O Risco da ‘Cegueira Deliberada’ no Compliance”, assuntos que dialogam diretamente com a realidade contemporânea da advocacia e com a necessidade de adaptação às novas dinâmicas profissionais.
O presidente da OAB Maranhão, Kaio Saraiva, destacou a importância da iniciativa para o fortalecimento da classe e para a valorização da qualificação profissional no estado. “Estamos vivendo um momento de profundas transformações no Direito e na advocacia. Eventos como a II Imersão em Direito do Trabalho e Previdenciário reafirmam o compromisso da OAB Maranhão com a capacitação contínua da advocacia maranhense, promovendo debates atuais, conectados à inovação, à tecnologia e às demandas reais da profissão. Nosso objetivo é garantir que a advocacia esteja preparada para os desafios do presente e do futuro”, afirmou.
A parceria institucional entre a OAB Maranhão e a Faculdade Laboro também foi destacada como um importante passo para ampliar oportunidades de formação jurídica de excelência no Maranhão. A união entre as instituições fortalece iniciativas acadêmicas que aproximam teoria, prática e inovação, beneficiando toda a advocacia maranhense.
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A Petrobras vai reajustar, a partir desta sexta-feira, o preço de venda de gasolina praticado nas refinarias para as distribuidoras. O aumento será de R$ 0,48 por litro. A estatal, no entanto, vai oferecer um desconto de R$ 0,44 por litro, repassando a subvenção para a gasolina aprovada recentemente pelo governo.
Com isso, o preço da gasolina na refinaria vai subir de R$ 2,57 para R$ 2,61, um aumento de 1,5%. Ou seja, se não fosse a subvenção de R$ 0,44, o preço da gasolina teria um reajuste total, nas refinarias, de 17,12%.
Mesmo com a alta, a defasagem, segundo a Abicom, que reúne as importadoras, continua em patamar elevado. Nesta quinta-feira, a estatal cobra em seus polos R$ 1,37 por litro, valor 55% acima do praticado no exterior.
A subvenção na gasolina foi uma das várias medidas aprovadas pelo governo federal para mitigar os efeitos da alta do petróleo, que disparou após os ataques dos EUA e de Israel ao Irã, no fim de fevereiro.
O aumento nesta quinta-feira só foi possível após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinar na segunda-feira o decreto que estabeleceu o subsídio de R$ 0,44 por litro da gasolina. O custo para as contas públicas será de R$ 1,2 bilhão por mês.
O último movimento no preço da gasolina ocorreu em janeiro deste ano, quando o valor médio por litro caiu R$ 0,14 nas refinarias, para R$ 2,57. Já o diesel teve alta de R$ 0,38 por litro em março deste ano, para R$ 3,65, após o início conflito no Oriente Médio, que fez disparar o preço do petróleo.
No fim de fevereiro, o petróleo era negociado na casa dos US$ 70. Após o início da guerra, a cotação do barril do tipo brent chegou a superar US$ 110.
Nesta quinta-feira, o preço do petróleo chegou a subir, mas no início da tarde operava estável em relação à véspera, cotado a US$ 95 por barril brent, em meio a informações veiculadas pela imprensa internacional de que Estados Unidos e o Irã teriam chegado a um acordo preliminar para estender o cessar-fogo entre os dois países e iniciar negociações sobre o programa nuclear da República Islâmica.
Projeto de lei no Congresso
A presidente da estatal, Magda Chambriard, já havia afirmado, durante teleconferência de resultados, que o reajuste da gasolina seria inevitável e ocorreria “já já”, ao comentar a defasagem dos preços e a dinâmica do mercado de combustíveis no país.
O governo já havia criado subsídios para o diesel e GLP (gás de botijão). A Petrobras também parcelou para as distribuidoras a alta do QAV (querosene de aviação) e renegociou com distribuidoras de gás encanado os contratos de reajuste para reduzir o impacto ao consumidor.
A subvenção de R$ 0,44 na gasolina foi aprovada via Medida Provisória, que prevê renúncia de tributos federais: PIS, Cofins e Cide. A medida vale pelos próximos dois meses, e depois será reavaliada.
Em paralelo, o governo enviou ao Congresso um projeto de lei que autoriza o uso da arrecadação extra esperada na indústria de petróleo com a alta do preço internacional do barril.
Uso de dinheiro público, diz CBIE
Segundo Pedro Rodrigues, sócio da consultoria CBIE, o aumento da gasolina era necessário, porque o preço está muito defasado, assim como faz sentido aumentar todos os outros combustíveis, como diesel e gás. Segundo ele, para a aumentar os preços, o governo precisa criar uma subvenção, o que, na prática, representa recursos do Tesouro ajudando a estatal e os consumidores de gasolina.
–Essa lógica está errada. O dinheiro público da subvenção está sendo usado para ajudar o caixa da Petrobras, para que a companhia não precise reajustar os preços. Mas o reajuste faz sentido — disse.
Ainda de acordo com Rodrigues, pela defasagem atual, o reajuste deveria ter sido maior.
— A defasagem é um norte, e não algo cravado em pedra. Então, pode ser que o reajuste tenha sido suficiente para as contas da companhia. Porém, o fato de aumentar é positivo, o que indica que o caixa da companhia vai sofrer menos — afirmou.
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O advogado especialista em Direito Eleitoral, Carlos Sérgio Barros, um dos mais renomados causídicos da área no Maranhão, esclareceu as discussões que vêm sendo levantadas sobre uma eventual “candidatura avulsa” de Roseana Sarney (MDB) ao Senado Federal nas eleições de 2026.
Segundo o jurista, o termo “candidatura avulsa” é utilizado de forma equivocada no debate político. Ele explicou que, juridicamente, candidatura avulsa significa disputar uma eleição sem filiação partidária, algo que não é permitido pela legislação brasileira.
“No Brasil não existe candidatura avulsa. Esse modelo ocorre em países como os Estados Unidos, onde uma pessoa pode disputar eleição sem partido. Aqui, toda candidatura precisa estar vinculada a uma legenda partidária”, explicou Carlos Sérgio Barros.
De acordo com o especialista, o termo correto para o cenário que vem sendo discutido seria “candidatura isolada” ou “independente”, situação em que um partido pode lançar candidato ao Senado sem necessariamente integrar uma coligação com chapa majoritária ao Governo do Estado.
Carlos Sérgio Barros ressaltou, entretanto, que essa possibilidade não se encaixa no caso de Roseana Sarney, uma vez que o MDB deverá ter Orleans Brandão como candidato ao Governo do Maranhão.
A mesma situação, se aplica à senadora Eliziane Gama (PT) e ao ex-senador Roberto Rocha (Novo), caso Felipe Camarão e Lahesio Bonfim mantenham suas respectivas candidaturas ao Palácio dos Leões.
A hipótese de candidatura isolada pode ser aplicada a nomes como o senador Weverton Rocha, caso o PDT não firme coligação com partidos que tenham candidato ao Governo do Estado.
A interpretação também abre espaço para possíveis candidaturas de Pedro Lucas Fernandes e André Fufuca, ambos da federação União Progressista, além de Duarte Júnior, do Avante, caso os partidos optem por não integrar formalmente coligações majoritárias.
Vale lembrar que em 2022, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) consolidou entendimento permitindo que partidos não coligados na disputa ao Governo possam lançar candidatos ao Senado de forma livre, isolada ou independente.
Além disso, o entendimento também admite que a coligação de um candidato ao Governo possa reunir mais de dois candidatos ao Senado. A exemplo disto, o ex-governador do Rio de Janeiro, Claudio Castro, teve quatro candidatos ao Senado disputando uma vaga – Romário (PL), que foi eleito; Daniel Silveira (PTB); Itagiba (Avante) e Professor Hélvio Costa (DC).
Diante do atual cenário político maranhense, é possível apontar a possibilidade das seguintes composições:
Orleans Brandão podendo contar com até cinco candidatos ao Senado: Roseana Sarney, Weverton Rocha, Pedro Lucas Fernandes, André Fufuca e Duarte Júnior;
Felipe Camarão com Eliziane Gama e, em caso de aliança com o PSOL, podendo ter ainda Antônia do Cariongo e Franklin Douglas;
Eduardo Braide com César Pires, que voltou a declarar ser pré-candidato ao Senado pelo PSD e afirma que só deixará a disputa caso o partido retire sua legenda;
Lahesio Bonfim com Roberto Rocha;
Hilton Gonçalo, pelo Mobiliza, e Simplício Araújo, pelo DC, podendo disputar o Senado de forma independente ou isolada, sem necessidade de coligação com candidatos ao Governo do Estado.
O mesmo entendimento jurídico também pode ser aplicado a Weverton Rocha, Pedro Lucas Fernandes, André Fufuca e Duarte Júnior, caso seus partidos decidam não integrar alianças majoritárias na disputa pelo comando do Palácio dos Leões.
E o mesmo vale para o candidato a governador Eduardo Braide que pode não querer ter candidatos ao Senado, oficiais, como ocorreu com Edivaldo Holanda Júnior e Lahesio Bonfim em 2022, que apoiaram isoladamente Flávio Dino e Roberto Rocha, respectivamente.





