Por prof. Walterli Lima
O dinheiro não me diz que eu sou, apenas o que eu tenho .
As desigualdlades sociais, econômicas e culturais delimitam as fatias da pirâmide social e desde os primórdios do mundo ordenam a sociedade de acordo com a posição que cada um ocupa.
Pois bem, tal pirâmide norteia-se em critérios puramente sociais tendo como referencial o capital.
É engonoso imaginar que a posição social faz destes piores ou melhores uns entre os outros .
Há um falso engodo em dizer que os que se encontram no topo são em sua totalidade trapaceiros, exploradores e corruptos enquanto os abaixo detém qualidades ímpares e cristalinas simplesmente por estarem abaixo.
Há gente boa e ruim em todas as camadas da sociedade.
No topo há os que exploram e furtam na ganância de ter cada vez mais , mas também há os que trabalham insessantimete desde cedo de mareira honesta na conquista do que possuem.
Nos degraus debaixo há aqueles que trabalham sol a sol de forma íntegra para ganhar a vida nos dificies dias que a vida lhe impõe e também os que estão gatunamente à espreita de um descuido ou oportunidade qualquer para trapacear e subir de forma injusta nos ombros dos que lhe ladeiam.
Quem não é fiel pouco não será fiel no muito.
A educação tem um papel importante neste contexto que é o de oportunizar os mais frágeis e consequentemente sem direitos para que todos possam ascender melhores caminhos.
É preciso oportunizar.
Porem, não é fato consumado que o explorado ao ascender socialmente tenha atitudes justas e igualitárias com seus inferiores tendo como espelho o sofrimento vivido no passado.
Em muita das vezes o explorado de hoje será o explorador de amanhã.
Na pirâmide que separa os homens não se enxerga o caráter, apenas o capital.





