ASSISTA AO VIVO À SESSÃO PLENÁRIA DA CÂMARA DE TIMBIRAS 24/11/2025

Cantor faleceu nesta segunda-feira, disse a esposa Latifa

Jimmy Cliff, uma das maiores lendas do reggae em todos os tempos, morreu nesta segunda-feira (24), aos 81 anos. Latifa Chambers, sua mulher, anunciou a morte do cantor em suas redes sociais.

“É com profunda tristeza que compartilho que meu marido, Jimmy Cliff, morreu devido a uma convulsão seguida de pneumonia. Agradeço à família, amigos, colegas artistas e colaboradores que compartilharam esta jornada com ele.”

Latifa também se dirigiu aos fãs de Cliff: “Para seus fãs ao redor do mundo, por favor saibam que seu apoio era a força dele ao longo de toda a carreira. Ele realmente adorava o amor de cada um de seus fãs”.

Ela agradeceu ainda a equipe médica que cuidou de seu marido e finalizou seu texto assim: “Jimmy, meu querido, descanse em paz. Seguirei seus desejos. Espero que vocês respeitem nossa privacidade neste momento difícil. Daremos outras notícias mais adiante”.

Pioneiro

Jimmy Cliff é um dos pioneiros do reggae e é considerado uma verdadeira lenda do gênero musical que surgiu na Jamaica. A longa carreira do cantor começou oficialmente em 1967, com o disco Hard Road to Travel.

Através das décadas, Cliff lançou dezenas de álbuns e singles e ganhou o Grammy pelos discos Cliff Hanger (1985) e Rebirth (2012). Realizou grandes turnês pelo mundo todo e tem uma relação especial com o Brasil. Em 1968, participou do Festival Internacional da Canção, no Rio de Janeiro e se tornou muito querido por aqui, o que o fez voltar várias vezes. Se apresentou no país em 1984, em 1990, 1993 e 1998. Ele até chegou a morar no Rio de Janeiro e em Salvador durante alguns anos.

Boa parte de suas canções eram de protesto ou abordavam temas sociais, assunto de grande interesse de Cliff. Entre seus maiores sucessos estão músicas como “Reggae NIght”, “Rebel in Me”, “We All Are One”, “Many Rivers to Cross”, “Vietnam”, “I Can See Clearly Now” (de Johnny Nash), entre outros.

Seu último disco, Refugees, foi lançado em 2022.

Foto Reprodução

O Supremo Tribunal Federal formou maioria, na manhã desta segunda-feira (24), para manter a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A decisão foi consolidada no plenário virtual da Primeira Turma, que referendou a ordem decretada pelo relator, ministro Alexandre de Moraes, após a violação da tornozeleira eletrônica e o risco de fuga.

Moraes abriu o julgamento reafirmando que Bolsonaro “agiu de forma dolosa” ao danificar o equipamento de monitoramento e destacou o histórico de descumprimento de medidas cautelares impostas pelo STF. O ministro citou ainda a admissão do próprio ex-presidente, que, em audiência de custódia realizada no domingo (23), atribuiu o ato a um “surto” provocado por medicamentos.

O presidente da Primeira Turma, ministro Flávio Dino, acompanhou integralmente o relator e foi ainda mais incisivo ao afirmar que o conjunto de decisões judiciais e episódios recentes “comprovam a periculosidade do agente”. Dino também mencionou as fugas de aliados bolsonaristas — como Carla Zambelli e Alexandre Ramagem — para demonstrar o ambiente de ameaça à ordem pública que, segundo ele, envolve a organização “chefiada por Jair Bolsonaro”.

O ministro Cristiano Zanin também votou com o relator, consolidando a maioria necessária para manter a prisão preventiva.

A análise ocorre em sessão extraordinária no plenário virtual e segue aberta até as 20h, mas, com a maioria formada, o resultado já está definido: o STF referenda a decisão e sustenta a prisão preventiva de Jair Bolsonaro.

O partido Novo realizou evento neste sábado (22) em um hotel de São Luís com filiações e lançou a pré-candidatura ao Governo do médico Lahesio Bonfim, segundo colocado no pleito de 2022.

O governador Romeu Zema, de Minas Gerais, pré-candidato à presidência da República, referendou o nome de Lahésio para concorrer ao governo pelo seu partido.

O discurso do ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, como já se esperava, foi repleto de críticas ao campo da esquerda e ao grupo majoritário que administra o Estado. O presidente nacional do partido, Eduardo Ribeiro, também confirmou a candidatura.

Sobre o cenário para as eleições do ano que vem, Lahesio disse, ao ser questionado por jornalistas, que a direita maranhense deve se unir em um projeto. Ele nega abrir para uma candidatura de Eduardo Braide.

Flávio Dino, do STF, mandou a Polícia Federal investigar o deputado federal Pedro Lucas Fernandes – o mesmo que relaxou o convite de Lula para assumir o Ministério das Comunicações em abril. A ordem, publicada neste domingo (23), alcança também o acreano Zezinho Barbary.

Os dois aparecem citados em suspeitas de desvio de emendas destinadas a quatro municípios, entre eles Arari.

Pedro Lucas destinou R$ 1,25 milhão para recuperar estradas vicinais no município. Segundo O Globo, o dinheiro evaporou. Nem estrada, nem poeira.

Ex-aliado de Pedro Lucas, Dino enviou o caso à PF para agregar aos inquéritos já em andamento ou abrir novos, se necessário.

À CNN, o deputado afirmou que a execução era responsabilidade exclusiva da prefeitura, então comandada pelo casal Rui Filho e Ingrid Andrade.

Foto Reprodução

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Maranhão (CREA-MA) divulgou nota pública reafirmando seu repúdio a qualquer forma de violência contra mulheres, após um caso envolvendo um profissional da área ganhar ampla repercussão.

Segundo o conselho, diante das informações tornadas públicas, já foram adotados os procedimentos internos previstos na legislação e no Código de Ética Profissional.

Entenda o caso:

O engenheiro civil Luciano Botelho Marques virou alvo de investigação após vir à tona um vídeo em que agride a esposa em Santa Inês. As imagens, gravadas em outubro e divulgadas apenas na quinta-feira (20).

De acordo com a Polícia Civil, a discussão começou quando a mulher cobrou explicações sobre a situação financeira da empresa do casal. No vídeo, Luciano aparece arremessando uma xícara de café no rosto dela e desferindo socos, mesmo com a tentativa de intervenção de uma terceira pessoa.

Veja a íntegra da nota:

A temperatura política em Timbiras subiu ainda mais após novas declarações do vereador e líder da oposição, Marcelo Eduardo Pires, que voltou a denunciar o que chama de um esquema de efetivações ilegais dentro da administração municipal. A acusação ganhou força com um áudio divulgado em grupos de WhatsApp, no qual o parlamentar detalha supostas irregularidades do grupo político do ex-prefeito Antônio Borba, a quem ele se refere como “Cacique do Borba”.

O caso mais recente envolve Ana Rita Lopes dos Santos, lotada como professora na Secretaria Municipal de Educação, recebendo salário de R$ 5.566,06. Segundo o vereador, Ana Rita nunca passou em concurso público e teria atuado anteriormente na gestão do ex-prefeito Fabrizio Araújo, o que, para ele, reforça que a servidora “integra a máfia das efetivações ilegais” que se perpetua em diferentes administrações. (Confira abaixo o termo de posse da servidora, supostamente falsificado).

Ana Rita é esposa do agente de Endemias Ariosto Arrais da Silva, que recebe R$ 2.769,00 e foi alvo de críticas mais duras por parte do parlamentar. Marcelo Pires afirma que Ariosto é “um dos maiores babões de Antônio Borba” e que mantém postura hostil dentro do plenário da Câmara Municipal.

Segundo o vereador, Ariosto — que é eleitor e aliado político da vereadora Maria do Lezui — costuma se posicionar nas primeiras cadeiras do plenário, onde debocha, critica e tenta desmoralizar os vereadores que exercem papel fiscalizador sobre a gestão do prefeito Paulo Vinícius. O oposicionista destaca que o servidor age como uma espécie de “sentinela política” do grupo Borba, atacando principalmente os parlamentares que cobram transparência e questionam supostas irregularidades da administração.

A denúncia reforça o discurso de Marcelo Pires de que existe uma rede organizada para proteger interesses políticos e garantir benefícios ilegais a aliados, estendendo-se por gestões passadas e mantendo raízes profundas na atual administração.

Ouça o áudio abaixo:

Até o momento, a Prefeitura de Timbiras e os citados não se pronunciaram sobre as acusações. O clima na cidade segue tenso, com novos desdobramentos sendo aguardados pelos moradores e pela classe política local.

Colaboração do Portal do Luciano Ferreira.

O pré-candidato a deputado estadual, Gleydson Resende, segundo as informações colhidas pela nossa reportagem que está “muito entusiasmado e motivado” com sua pré-candidatura para as eleições de 2026.

Gleydson Resende vem recebendo apoio em mais de 100 municípios do Maranhão e a cada dia, fortalece ainda mais seu compromisso de dialogar com lideranças e construir propostas voltadas ao desenvolvimento do Estado.

Gleydson tem percorrido diversas regiões, ouvindo aliados, gestores e a população, e que esse movimento tem reforçado sua convicção de que é possível chegar à Assembleia Legislativa do Estado com um projeto sólido. “A cada encontro, a gente percebe que o Maranhão quer Gleydson e Timbiras não é diferente. Isso me dá ainda mais energia para seguir firme nessa caminhada”, declarou.

Para ele, a receptividade positiva demonstra que a população compreende sua dedicação e o diálogo permanente que mantém com diferentes setores da sociedade. Tenho uma história construída com responsabilidade, trabalho e respeito. Estou confiante e preparado para disputar 2026 com muita seriedade e entusiasmo”, afirmou.

A prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro, decretada pelo ministro Alexandre de Moraes neste sábado (22), repercutiu imediatamente entre lideranças políticas do Maranhão.

Enquanto aliados do presidente Lula celebraram a decisão e associaram o episódio à necessidade de defesa da democracia, figuras ligadas ao bolsonarismo reagiram com críticas duras ao Supremo Tribunal Federal e classificaram a medida como perseguição política.

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