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O prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), evitou comentar de forma direta sobre uma possível candidatura ao Governo do Maranhão nas eleições deste ano. A declaração foi dada durante coletiva realizada na manhã desta quinta-feira (5), quando o gestor apresentou um pacote de R$ 1,6 bilhão de novas obras para a capital.
Questionado por jornalistas se pretende renunciar ao mandato para disputar o Palácio dos Leões, Braide desconversou.
“Esta é a pergunta que eu mais tenho recebido. O que eu posso dizer é que você está querendo saber de coisa que nem a minha esposa sabe ainda. Todo esse planejamento é fruto de seis anos de trabalho de toda uma equipe e eu sempre costumo dizer que existe uma diferença de política de governo para política de estado. Política de governo é aquela que você faz ao sabor de quem no momento está no cargo. Política de estado é aquela que você deixa como legado para cidade”, declarou.
“Quando eu fui candidato a reeleição eu assumi o compromisso que na reeleição, se o povo de São Luís e Deus me confiasse, São Luís teria os melhores quatro anos da sua história. Esse pacote vem deixar isso muito claro. Nós vamos trabalhar por São Luís e calma, que tudo tem sua hora”, completou. Braide.
Deputados de oposição participaram do evento. Entre os presentes, os deputados Othelino Neto, Carlos Lula, Rodrigo Lago, Júlio Mendonça, Leandro Bello, Ricardo Rios e o irmão do prefeito, Fernando Braide.
Em relação à sua posição ideológica, se direita ou esquerda, Eduardo Braide disse que não perde tempo discutindo lado A ou B. “Toda vez que você ver uma pessoa discutindo ideologia, é porque não tem obra para mostrar. Eu vou pra frente”
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A Polícia Federal apreendeu o montante de R$ 203 mil durante a Operação Farândola, deflagrada hoje com o objetivo de desarticular esquema de Caixa Dois Eleitoral e corrupção eleitoral no município de Caxias.
A investigação revelou que recursos não contabilizados foram utilizados para financiar o oferecimento de vantagens ilícitas e a realização de gastos paralelos por candidatos durante o pleito eleitoral.
O esquema investigado baseava-se na atuação de um operador financeiro interposto, responsável por receber e distribuir valores a mando de candidatos eleitos ao cargo de vereador durante o pleito de 2024.
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Dr. Furlan
O prefeito de Macapá, Antonio Paulo de Oliveira Furlan, conhecido como “Dr. Furlan” (PSD), renunciou ao cargo nesta quinta-feira (5/3). A decisão foi comunicada em ofício enviado à Câmara Municipal da capital do Amapá.
No documento, encaminhado ao presidente da Câmara, Pedro DaLua, Furlan afirma que deixa o mandato para se preparar para disputar o governo do estado nas eleições de 2026, o que exige a renúncia ao cargo pela legislação eleitoral.
A saída ocorre um dia após o então prefeito ter sido alvo de uma operação da Polícia Federal. Ele também já havia sido afastado da prefeitura por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).
Na carta, datada de 4 de março, Furlan não menciona a investigação e apenas formaliza a renúncia ao mandato para o qual foi eleito em 2024.
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No próximo domingo, dia 8 de março, será realizado o programa Resolvendo a Visão na residência do amigo João dos Plásticos, no bairro Olaria, em Timbiras. A iniciativa tem como objetivo disponibilizar consultas oftalmológicas gratuitas à comunidade, ampliando o acesso à saúde ocular.
O evento contará com a presença de João dos Plásticos e do deputado Nagib, que aguardam os moradores para uma manhã dedicada ao cuidado com a visão. A expectativa é de grande participação popular, reforçando o compromisso dos organizadores com o bem-estar da população local.
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A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (5), a Operação Farândola, com o objetivo de desarticular esquema de caixa dois eleitoral e de corrupção eleitoral no município de Caxias.
A investigação revelou que recursos não contabilizados foram utilizados para financiar o oferecimento de vantagens ilícitas e a realização de gastos paralelos por candidatos durante o pleito eleitoral.
Ao todo, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão, expedidos pela 19ª Zona Eleitoral, com diligências realizadas nos municípios de Caxias/MA e de São Luís/MA. O esquema investigado baseava-se na atuação de um operador financeiro interposto, responsável por receber e por distribuir valores a mando de candidatos eleitos ao cargo de vereador durante o pleito de 2024.
O objetivo das medidas é a apreensão de dispositivos eletrônicos, de documentos, de registros contábeis informais, de valores em espécie e de outros elementos capazes de comprovar a origem e a destinação dos recursos ocultos.
Os envolvidos poderão responder pelos crimes de falsidade ideológica eleitoral e de corrupção eleitoral.
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Timbiras (MA) – A cena política local se encontra em ebulição. As principais lideranças da oposição, parecem que não aprenderam a lição das últimas eleições municipais, não chegaram a um consenso e cada grupo decidiu apoiar seus próprios candidatos a deputados nas eleições de outubro de 2026.
A fragmentação preocupa analistas e parte do eleitorado, já que a divisão pode enfraquecer o bloco oposicionista diante de adversários mais organizados. Em vez de unir forças em torno de um nome competitivo, cada liderança aposta em seus próprios candidatos a deputados, o que aumenta o risco de dispersão de votos.
Segundo levantamentos preliminares, há pelo menos seis nomes sendo trabalhados para serem votados para a Assembleia Legislativa e na Câmara Federal. A estratégia, embora demonstre a força de diferentes grupos, pode comprometer a capacidade de articulação da oposição em nível estadual.
Especialistas apontam que a falta de unidade transmite a imagem de desorganização e reduz o poder de negociação política. Para os eleitores timbirenses, o cenário é de expectativa: muitos aguardam definições mais claras até o período oficial de campanha, mas já percebem que a disputa será acirrada.
Com apenas sete meses até as eleições, o desafio da oposição em Timbiras será decidir se mantém múltiplos candidatos ou se busca convergência em torno de um único nome capaz de enfrentar os governistas com maior competitividade.
A metáfora da “taça sempre dividida” traduz bem o cenário político timbirense, onde diferentes grupos disputam espaço entre si, enfraquecendo o bloco oposicionista.
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Foi do ministro Flávio Dino a determinação do Supremo Tribunal Federal que afastou nesta quarta-feira (4) o prefeito de Macapá, Dr. Furlan, e o vice-prefeito Mario Neto. A medida foi adotada no âmbito da segunda fase da Operação Paroxismo, conduzida pela Polícia Federal para aprofundar investigações sobre um suposto esquema de fraude em licitação na Secretaria Municipal de Saúde da capital amapaense.
Segundo a investigação, há indícios de direcionamento de licitação, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro em contratos relacionados ao projeto de engenharia e à execução das obras do Hospital Geral Municipal de Macapá. A operação cumpre 13 mandados de busca e apreensão nas cidades de Macapá (AP), Belém (PA) e Natal (RN).
Dr. Furlan aparece como favorito para o governo do Amapá nas eleições deste ano Pesquisa recente do instituto Real Time Big Data aponta o emedebista com 66% das intenções de voto, à frente do atual governador Clécio Luís, que registra 29%.
No mesmo levantamento, a primeira-dama de Macapá, Rayssa Furlan, também lidera a disputa por uma vaga no Senado, com 33% das intenções de voto.
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O deputado estadual Wellington do Curso afirmou nesta quarta-feira (4) que recebeu diversas denúncias de professores e servidores públicos sobre possíveis irregularidades na aplicação de recursos do Fundeb no município de Tuntum, administrado pelo prefeito Fernando Pessoa. Segundo o parlamentar, os relatos indicariam que verbas destinadas à educação estariam sendo utilizadas de forma irregular.
De acordo com Wellington, ex-prefeitos, ex-vice-prefeitos e lideranças políticas de vários municípios estariam recebendo salários ilegalmente como contratados em Tuntum em troca de apoio político.
“Nós já temos relatório da possibilidade também da esposa de um delegado de polícia da região, de ex-vereador em São Luís, de lideranças políticas em São Luís. E assim em vários municípios (…) Denúncias graves. Foi o caso do ex-prefeito da cidade de Rosário e sua esposa, recebendo da folha de pagamento de Tuntum, sem nem ter pisado na cidade de Tuntum. Da mesma forma, lideranças políticas nas cidades de Bacabeira, São Raimundo das Mangabeiras, São João Batista, São Vicente Férrer e de vários municípios do interior do Maranhão”, afirmou o parlamentar.
Wellington informou ainda que pretende formalizar denúncias aos órgãos de controle e fiscalização, como Tribunal de Contas do Estado do Maranhão, Ministério Público Federal, Polícia Federal e Ministério Público do Estado do Maranhão.
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Globo.com
Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o “Sicário” de Vorcaro, morreu nesta quarta-feira (4). Ele estava internado no Hospital João XXIII, em Minas Gerais, para onde foi levado depois de ser encontrado desacordado na cela em que estava na Superintendência da Polícia Federal em Minas Gerais. Segundo a PF, ele se suicidou na prisão e a morte encefálica foi constatada no hospital.
“Sicário” foi preso na Operação Compliance Zero, que investiga um esquema bilionário de fraudes financeiras relacionadas ao Banco Master. Também foi preso na mesma operação Daniel Vorcaro, banqueiro apontado como chefe da organização criminosa estruturada em diferentes núcleos.
Uma investigação interna será aberta pela Polícia Federal para apurar o caso e vídeos que mostram a dinâmica do que aconteceu serão entregues ao gabinete do ministro André Mendonça, relator do processo no Supremo Tribunal Federal (STF).
A PF disse que policiais iniciaram procedimento de reanimação e acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que encaminhou “Sicário” para o hospital.
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Começa nesta quinta-feira (5) a janela partidária em todo o país. Até 3 de abril, deputados estaduais e federais poderão trocar de legenda sem risco de perder o mandato. No Maranhão, o período marca oficialmente o início da temporada de rearranjos políticos e deve mexer na composição da Assembleia Legislativa.
MDB no centro do tabuleiro
O MDB, liderado por Orleans Brandão, pré-candidato ao Governo do Maranhão, entra nesse processo como peça-chave. Hoje com 10 deputados estaduais, a legenda é vista como o porto mais seguro para quem busca estrutura, musculatura eleitoral e proximidade com o Palácio dos Leões. Mesmo com a possibilidade de uma ou outra saída pontual, o partido tende a sair fortalecido.
Há uma estratégia clara de consolidação do MDB como maior bancada da Casa. A construção passa por articulações políticas de peso e pela montagem de chapas competitivas tanto para estadual quanto para federal.
Neste cenário, a atuação da presidente da Assembleia Legislativa, Iracema Vale, e do governador Carlos Brandão, tem sido fundamental. Juntos, eles coordenam um processo de reorganização partidária que prioriza a manutenção da base aliada e a viabilidade eleitoral de todos os grupos que compõem o arco de sustentação do governo.
✅ CONTINUAM NO MESMO PARTIDO
MDB
Adelmo Soares
Andreia M. Rezende
Antônio Pereira
Daniella
Davi Brandão
Florêncio Neto
Francisco Nagib
Kekê Teixeira
Ricardo Arruda
PL
Aluízio Santos
Cláudio Cunha
João Batista Segundo
Solange Almeida
Fabiana Vilar
PP
Arnaldo Melo
Catulé Júnior
PSB
Carlos Lula
Fernando Braide
Leandro Bello
Othelino Neto
PCdoB
Júlio Mendonça
Rodrigo Lago
Podemos
Júnior Cascaria
PRD
Guilherme Paz
Edna Silva ( não irá disputar)
União Brasil
Neto Evangelista
VÃO MUDAR DE PARTIDO
Ana do Gás (PCdoB) → deve ir para o Republicanos
Janaina (Republicanos) → deve ir para o Podemos
Ricardo Rios (PCdoB) → deve ir para o PSB
Abigail Cunha (PL) → deve ir para o MDB
Dr. Yglésio (PRTB) → deve ir para o PRD
Júnior França (PP) – Não será candidato; quem disputará é França do Macaquinho, sua esposa, que deve ir para o PRD
VÃO SAIR, MAS SEM PARTIDO DEFINIDO
Ariston (Mobiliza)
Cláudia Coutinho (PDT)
Dra. Helena Duailibe (PP)
Dra. Vivianne (PDT)
Eric Costa (PSD)
Osmar Filho (PDT)
Glalbert Cutrim (PDT)
Mical Damasceno (PSD) – vai sair para o Senado, sem definição de novo partido
❓ INDEFINIDOS
Iracema Vale (MDB) –
Indefinido se sai do MDB
Caso saia, deve ir para o PT
Indefinição também sobre disputa: estadual, federal, Senado ou Governo
Edson Araújo (sem partido) – investigado na CPMI do INSS, segue sem rumo
Wellington do Curso (sem partido) – ainda sem definição
Disputa por “fazer número”
Nos bastidores, partidos menores tentam montar chapas com nomes de menor densidade eleitoral apenas para atingir número mínimo e viabilizar candidaturas majoritárias ou federais. É uma estratégia conhecida: preencher nominatas para garantir sobrevivência partidária.
A janela partidária, portanto, não é apenas troca de sigla. É cálculo eleitoral, sobrevivência política e posicionamento para 2026.
Até 3 de abril, o cenário ainda pode mudar. Mas uma coisa já é clara: a corrida por espaço começou oficialmente — e ninguém quer ficar para trás.
Vamos aguardar!.





