
A humanidade sempre necessitou de paradigmas para lhe impor limites.
Liberdade não existe na essência da palavra.
Há sempre uma forma de domínio ou obediência cega.
Nos tempos primitivos, o fosso entre o conhecimento e o pensamento limitado de meras repetições.
Na idade média, a fé ir inquisitória dos dogmas impondo culpa e pecado.
Hoje, a tecnologia como ferramenta de dominação e construção do pensamento em massa.
O modelo é impregnado naturalmente ao meio até tornar-se verdade fundamental.
O imaginário do medo como modo de persuasão através da fé arrastando para fogueira o pensamento libertário.
A insaciável fome do supérfluo da sociedade de consumo onde não é duradouro.
A necessidade de acreditar sempre se fazer algo notável.
Daí por diante é considerada anarquista e retrógada qualquer forma de vida alheia as redomas.





