a vida, um enigma, um breve lampejo.
Perguntas sem respostas no escuro do porquê,
As máscaras caem,
enquanto o destino dança.
Somos nós, nesse teatro, meros atores errantes.
Temos muito do que se deseja e quase nada do que necessita.
Se falta o trabalho, sobra o tempo em ócio.
Se o trabalho é excessivo, o tempo se esvai.
Auto exploração, escravidão moderna.
Caminhos sinuosos, sem mapas, nem guias.
No espelho da alma, reflexos sinceros.
Minuncias.
Linguagens do arrepio na pele, olhos franzidos num sorriso, dizem mais que idiomas inteiros.
Sonhos e suspiros. Risos e tristezas.
Entre a luz da aurora da chegada e o crepúsculo do cair se tece a efêmera existência.
@walterli.lima, Colunista do Blog do professor Gil.





