CRÔNICA: Meus anões, por professor Abercio

Reivindicações não atendidas. Levante a caminho.

São aos ventos espalhadas, correm as brisas, esfriam. Grito sem eco. (Até quando?)

Fora da brisa, mas frio, lá nos gabinetes, num quadrado decididor climatizado pelo climatizador marca três preços, aponta o dedo: não haverá direito ao direito!
E, rapidamente, a magia sem magos acontece.

Logo ali, do outro lado, não se vê a Branca de Neve, todavia se nota alguns personagens desse conto.
Isto me traz, agora, uma lembrança sobre os anões do orçamento (que papel, né!). Eram grandes homens que se tornaram pequenos, verdadeiros anões.

Não cabe aqui na história a Branca de Neve, contudo, cabe um grupo, aqui ainda maior, que se assemelha a seu número de defensores, mas se diferenciam totalmente nos gestos, não são diminutos seres, que no entanto se apequenam nas ações, estão a serviço da “enfeitiçadora”, contradizendo o conto famoso e exemplar, pois agem avidamente contra “os enfeitiçados”, e assim se desviam do seu papel de honrosos cavalheiros.

“Eu vou, eu vou, às ordens agora vou,
Eu vou, eu vou…

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PM DE TIMBIRAS

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