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Hoje é dia de refletir, reconhecer e valorizar a luta, a resistência e a contribuição do povo negro para a construção da nossa história, cultura e identidade.
Que essa data nos inspire a combater o racismo, promover a igualdade e fortalecer a consciência coletiva por uma sociedade mais justa e inclusiva.
*Respeito, dignidade e voz para todos!*
#ConsciênciaNegra #Vereadorjunao
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20 de novembro é o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra. A data, que faz reflexão a temas como igualdade social, discriminação e racismo, destaca o valor da contribuição da comunidade negra para o Brasil. Este dia também faz referência à morte de Zumbi dos Palmares, em 1965. Ele foi um dos maiores líderes negros que lutou pela libertação do povo contra o sistema escravista e a inclusão do negro na sociedade.
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Denúncia contra a Prefeitura de Timbiras
O deputado estadual Wellington do Curso da Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão, protocolou ontem (19/11) na Prefeitura de Timbiras, um pedido de esclarecimento sobre as várias denúncias contra o Poder Público Municipal, sobre os recursos da educação, aplicação e sobras do FUNDEB, contratações temporárias, situações precárias de escolas de taipas no município, dentre dezenas de outras denúncias, onde o próprio deputado fez um levantamento, fiscalizou e denunciou.
Por meio da Lei de acesso à informação, o Parlamentar busca resposta, transparência e soluções da gestão do desastroso governo de Paulo Vinícius.
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O Dia da Consciência Negra, comemorado em 20 de novembro, é uma data marcante no calendário brasileiro. Instituído oficialmente como feriado nacional em 2024, o dia celebra as lutas e conquistas da população negra no país, enquanto relembra os desafios ainda enfrentados em busca de equidade racial.
O Dia da Consciência Negra é um momento de reflexão coletiva sobre os desdobramentos da escravidão e a construção de um Brasil não racista.
Por que o 20 de novembro?
O Dia da Consciência Negra foi escolhido em referência à morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. Líder do Quilombo dos Palmares, Zumbi se tornou um símbolo de resistência contra a escravidão e luta pela liberdade.
Como o Dia da Consciência Negra se tornou feriado nacional
Em 2024, após décadas de luta do movimento negro e articulações políticas, o Dia da Consciência Negra foi oficializado como feriado nacional. A decisão resultou da aprovação do Projeto de Lei nº 482/2017, que tramitou no Congresso Nacional por mais de sete anos.
O projeto avançou com apoio de bancadas comprometidas com pautas sociais e foi sancionado pela Presidência da República no início de 2024. Em seu discurso de sanção, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou o simbolismo da data como um marco no reconhecimento da história e da luta do povo negro no Brasil.
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Torneiras vazias, moradores comprando água, dificuldade para realizar simples tarefas do dia a dia. Essa é a realidade que tem sido enfrentada pela população da cidade de Timbiras-MA.
Aqui, os moradores vem sofrendo com os recorrentes problemas no abastecimento de água e reclamam da demora para a resolução por parte da empresa responsável, a Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão – CAEMA.
Os moradores relataram que a falta de água é um problema antigo, e que dessa vez, já estão há mais de 7 dias sem abastecimento. Diante da situação, uns terminam tendo que comprar água, e os que não tem condições para tal, são socorridos por vizinhos.
Enquanto das torneiras nas residências nenhuma gota cai. Alguns vão buscar o líquido precioso de moto, bicicleta, já aqueles que não possuem um transporte, são obrigados a “carregar o peso nas costas”.
“É uma correria quando falta água, todo mundo precisa, mas se não fosse esse chafariz aqui ainda era pior. Agora estamos com 7 dias sem, mas acontece de faltar até por 20 dias. Moro aqui há 45 anos e já é velho esse problema” destacou um morador.
O grave problema se estende pelos bairros da sede do município.
- “Infelizmente a gente vive com o descaso. da CAEMA em Timbiras, e a falta de compromisso continua.
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Em agosto deste ano, a deputada federal e ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney (MDB), de 72 anos, foi diagnosticada durante um check-up com um câncer de mama chamado triplo-negativo. Considerado agressivo e mais raro nessa faixa etária, o tumor está respondendo bem ao tratamento de ponta que combina quimioterapia e imunoterapia. No último domingo, a parlamentar recebeu o GLOBO no quarto do 9º andar do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, dois dias antes de passar pela 12ª aplicação dos medicamentos. Ao longo de 50 minutos, segurando vigorosamente um terço e com olhar sempre sereno e firme, a filha do ex-presidente José Sarney detalhou o impacto do diagnóstico em sua vida e como tem enfrentado o tratamento.
Como você recebeu o diagnóstico do câncer de mama?
Vim para São Paulo em agosto fazer um check-up, mas por outro motivo. Eu tinha perdido uns quilos sem nenhuma explicação, sem dieta, nada. As pessoas falavam que eu tinha tomado Mounjaro, para você ter uma ideia. Decidi então fazer uma colonoscopia. Minha última mamografia havia sido em maio do ano anterior, mas quis ligar para minha ginecologista (Marianne Pinotti), avisando que eu estava por aqui, se ela achava que era o caso de aproveitar e fazer exames ginecológicos. Ela quis que eu fizesse e me internei para começar a batelada de testes. O primeiro deles foi a mamografia. Assim que terminou, pediram para repetir mais uma vez. Achei estranho. Quando subi no quarto, os médicos estavam todos lá (Roberto Kalil, cardiologista; Artur Katz, oncologista; David Uip, infectologista), para me dar a notícia de que eu tinha um câncer de mama triplo-negativo, um tipo de tumor raro e agressivo. Em seguida passei por outros exames que indicaram que não havia metástase. Vim passar cinco dias em São Paulo e estou há três meses sem sair daqui.
Como é o tratamento?
Recebo a combinação de quimioterapia e imunoterapia. Vou completar a 12ª sessão dessa primeira etapa. Depois serão mais quatro sessões a cada 21 dias, com outra medicação e, no início do ano que vem, vou passar por uma cirurgia. Chego semanalmente no Sírio aos domingos, faço exames prévios para checar minha condição física e fico internada por uns três dias. Já tive de receber transfusão de sangue. Quinta-feira passada vim para o hospital porque minha pressão caiu muito. Costumo dizer que esse é um tratamento para gente grande.
Os efeitos colaterais são muito severos?
Estou com uma coceira que é uma tortura. Minha pele está toda manchada. Os sintomas são mais leves pela manhã, na parte da tarde ficam mais fortes. Peço para o Jorge (seu marido, Jorge Murad) ou uma amiga que me visita passar creme na minha perna, alivia um pouco. Tomo anti-histamínico injetável. O tratamento afetou minha tireoide também. Não tenho restrição alimentar, mas perdi parte do paladar. Sinto o sabor de poucos alimentos. Batata-doce é um deles, aí insisto nela de manhã. Café com leite e um caldo de verdura quentes me dão prazer. Sinto o sabor de sorvete de limão, mas se tomar muito me fere a boca. Perdi muito o apetite. Estou com um pouco de dificuldade de atenção, praticamente não leio mais, nem vejo filmes ou séries. Programas de culinária, decoração e futebol me distraem. Me faz muito bem andar. Caminho em casa, dou uma volta no quarteirão ou nos corredores do hospital. Ginástica não dá para fazer, me canso. Tenho acompanhado as notícias, a COP, as pesquisas políticas. Semana passada tive reunião com o Baleia (Rossi, presidente do MDB). O ritmo do trabalho diminuiu, mas não parei.
Por que você decidiu não usar peruca para cobrir a cabeça raspada?
Com duas semanas de tratamento, meu cabelo já caiu muito, o travesseiro e o chão do banheiro ficaram lotados de fios. Comprei uma peruca no mesmo dia em que decidi raspar a cabeça. Mas quando cheguei em casa, pensei: por que vou usar isso? Tirei e nunca mais usei. Você não imagina como foi libertador. Não sinto falta do cabelo, pelo contrário, é um alívio, para mim, não ter que cuidar, me preocupar com a queda. Só sinto um pouco de frio. Não digo que todo mundo tem que fazer isso. As vaidades têm de ser respeitadas, cada pessoa tem a sua. Não sofri estranhezas por assumir a careca, nada. Minha mãe, que está um pouco esquecida, fala quando me vê por vídeo: “tá carequinha, tá bonitinha”. Meu pai levou um susto quando me viu, disse que não queria me ver daquele jeito. Falei que ele teria de me ver assim, sim.
Como seu pai, José Sarney, reagiu à notícia do câncer?
Meu pai é muito apegado a mim, sou filha única. Para ele sou ainda uma menina. Ele ficou bastante abalado, com medo, e foi para o lado religioso. Ele é muito ligado à Irmã Dulce e disse que conversou com ela e ela disse que eu ia me curar. Minha mãe falou uma frase de que eu gosto muito. Ela disse que eu só tenho medo do desconhecido. E agora estou de frente para o desconhecido. Minha grande preocupação é não mudar a vida da minha família. Eles agora querem passar o Natal comigo, eu falei que ia para o Maranhão, mas não vou, é muito longe neste momento. Vou passar com meu marido aqui em São Paulo. Espero que o tratamento dê certo e no ano que vem a gente passe todos juntos com tranquilidade.
Você já teve vários diagnósticos complexos ao longo da vida. Operou o intestino, um nódulo no pulmão, teve um aneurisma e outro câncer de mama há mais de duas décadas. Isso faz você enfrentar agora a doença de forma diferente?
Passar por um câncer aos 70 anos é diferente, o corpo está mais debilitado. Não sou mais criança. Sem dúvida o desafio é maior. Mas minha cabeça é muito boa. Tenho momentos de tristeza, mas não são desesperadores. Eu choro, depois rezo, canto, toco violão e passa rápido. Não exercito isso. É meu. Claro que às vezes me pergunto: “será que vou ter força para passar por tudo isso nessa fase da vida?”. Não sei como será a resposta disso tudo, espero que seja boa. Acho que estou reagindo bem. Trabalho minha cabeça para ser otimista. Sempre tive muita fé. A fé me sustenta. Não largo meu terço, minha proteção. Sempre antes de me internar leio a Bíblia e entrego a Deus. Peço para os espíritos de luz virem me ajudar, para meus avós me protegerem. E agradeço muito aos meus médicos, à ciência. Mas não deixo de ter medo.
Você tem medo da morte?
Não tenho medo da morte. Todo mundo tem que se preparar para ela. A morte pode acontecer a qualquer momento, com qualquer um de nós. O que eu não quero é sofrer. Sofrer eu digo é sentir muita dor ou ficar mal da cabeça e dar trabalho para os outros. Eu decido a minha vida se quero continuar vivendo. Já falei para meu marido isso tudo. Uma das minhas avós passou 7 anos sem saber quem ela era ela no fim da vida. Para que? Ficar sem poder de decisões é um pesadelo para quem for tomar conta de mim. Não quero isso. Mas vou batalhar com esse câncer, vamos ver quem será vencedor. Espero que seja eu.
(O Globo)
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Braide anunciou que na sexta-feira (21) será ponto facultativo. Ou seja, como na quinta-feira (20) é feriado, Dia da Consciência Negra, o servidor público de São Luís terá um feriadão prolongado e, consequentemente, uma semana mais curta de trabalho.
O prefeito da capital maranhense anunciou ainda o pagamento do salário de novembro para o dia 27.








