Brasil abre Copa do Mundo contra Marrocos em Nova Jersey em 13/6

Seleção pega Haiti na Filadélfia e Escócia em Miami na fase de grupos

A estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 será no dia 13 de junho contra Marrocos no estádio MetLife, em Nova Jersey, às 19h (horário de Brasília). A segunda partida da equipe verde e amarela será no dia 19 contra o Haiti no Lincoln Financial Field, na Filadélfia às 22h (horário de Brasília). A equipe do técnico Carlo Ancelotti volta a campo para fechar a primeira fase no dia 24 de junho contra a Escócia no estádio Estádio Hard Rock, em Miami às 19h (horário de Brasília).

Conseguindo a classificação para a fase de 16 avos de final, a seleção vai enfrentar um adversário do Grupo F (Holanda, Japão, Tunísia e Europa B – Ucrânia, Suécia, Albânia ou Polônia) no dia 29 de junho. O jogo será em Houston se o Brasil fechar em primeiro a fase de grupos. Ficando em segundo, o time nacional jogará em Monterrey.

A tabela completa do torneio foi divulgada em evento na tarde deste sábado (06) comandado pelo presidente da Fifa, Gianni Infantino, com participação dos ex-jogadores Ronaldo,Totti, Stoichkov e Lalas. A cerimônia ocorreu no Hilton Capital Hotel em Washington (Estados Unidos).

A Copa do Mundo 2026 será realizada entre 11 de junho e 19 de julho de 2026 com a sede compartilhada em 16 cidades divididas entre México, Estados Unidos e Canadá. Os grupos foram definidos nesta sexta-feira (5) em sorteio no Kennedy Center, em Washington (Estados Unidos).

A Copa do Mundo de 2026 reunirá 48 seleções e terá o total de 104 jogos. O jogo de abertura, entre México e África do Sul, será disputado no dia 11 de junho de 2026, no Estádio Azteca, na Cidade do México (México). Já a grande decisão está programada para o dia 19 de julho de 2026, no MetLife Stadium, em Nova Jersey (Estados Unidos).

Grupos da Copa

Grupo A: México, África do Sul, Coreia do Sul e Repescagem da Europa D (República Tcheca, Irlanda, Dinamarca ou Macedônia do Norte)

Grupo B: Canadá, Repescagem da Europa A (Itália, Irlanda do Norte, País de Gales ou Bósnia), Catar e Suíça

Grupo C: Brasil, Marrocos, Haiti e Escócia

Grupo D: Estados Unidos, Paraguai, Austrália e Repescagem da Europa C (Turquia, Romênia, Eslováquia ou Kosovo)

Grupo E: Alemanha, Curaçao, Costa do Marfim e Equador

Grupo F: Holanda, Japão, repescagem da Europa B (Ucrânia, Suécia, Polônia ou Albânia) e Tunísia

Grupo G: Bélgica, Egito, Irã e Nova Zelândia

Grupo H: Espanha, Cabo Verde, Arábia Saudita e Uruguai

Grupo I: França, Senegal, Repescagem Intercontinental 2 (Bolívia, Suriname ou Iraque) e Noruega

Grupo J: Argentina, Argélia, Áustria e Jordânia

Grupo K: Portugal, Repescagem Intercontinental 1 (RD Congo, Jamaica ou Nova Caledônia) Uzbequistão e Colômbia

Grupo L: Inglaterra, Croácia, Gana e Panamá.

Presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, confirmou ter sido informado que o ex-presidente Jair Bolsonaro escolheu o filho Flávio Bolsonaro como seu candidato ao Palácio do Planalto em 2026.

“Está confirmado. Flávio me disse que o nosso capitão ratificou sua candidatura. Se Bolsonaro falou, está falado. Estamos juntos”, afirmou Valdemar à coluna na tarde desta sexta-feira (5/12).

A decisão de Bolsonaro foi antecipada pelo Metrópoles na coluna Paulo Cappelli. O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), inclusive, já foi comunicado da decisão do ex-presidente.

Conforme a coluna noticiou, o próprio Flávio avisou Tarcísio em conversa ao longo da semana. O senador viajou ao menos duas vezes para São Paulo nos últimos dias, sendo uma delas na quinta-feira (4/12).

Se Bolsonaro não mudar de ideia, Tarcísio — até então cotado para ser ele próprio o candidato do ex-presidente ao Planalto — será candidato à reeleição ao governo paulista.

A candidatura de Flávio foi articulada durante a viagem do senador aos Estados Unidos para visitar o irmão Eduardo Bolsonaro, em outubro de 2025. O martelo foi batido por Bolsonaro em 25 de novembro, data em que Flávio foi ver o pai na Superintendência da PF. Depois disso, o ex-presidente avisou seus aliados sobre a decisão.

FLÁVIO FALA EM “MISSÃO”

Em seu perfil no X, o senador confirmou a decisão do pai. “É com grande responsabilidade que confirmo a decisão da maior liderança política e moral do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, de me conferir a missão de dar continuidade ao nosso projeto de nação”, escreveu.

Flávio Bolsonaro tem 44 anos. Completa 45 em 30 de abril de 2026. É senador da República pelo Estado do Rio de Janeiro. Foi eleito em 2018 com mais de 4,3 milhões de votos. Está em fim de mandato.

Com a decisão, fica definido ao menos no campo da direita que envolve os Bolsonaros quem vai para a disputa em 2026. Há outros nomes cotados para 2026, como os governadores Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), Ratinho Junior (PSD-PR), Ronaldo Caiado (União Brasil-GO), e Romeu Zema (Novo-MG).

Tarcísio já foi avisado

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), já foi comunicado da decisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de escolher o filho Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como seu candidato ao Palácio do Planalto em 2026.

A notícia foi comunicada a Tarcísio pelo próprio Flávio em conversa nas últimas horas, segundo apurou a coluna. O senador viajou ao menos duas vezes para São Paulo nesta semana, sendo uma delas na quinta-feira (4/12) e nesta sexta-feira (5/12).

Se o ex-presidente não mudar de ideia, Tarcísio será candidato à reeleição ao governo paulista. Já Michelle Bolsonaro concorrerá ao Senado pelo Distrito Federal.

A estreia da seleção será contra os marroquinos no dia 13 de junho

O Brasil está ao lado de Marrocos, Escócia e Haiti no Grupo C da Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, no México e no Canadá. A chave da seleção brasileira na competição, que será realizada entre 11 de junho e 19 de julho de 2026, foi definida nesta sexta-feira (5) através de sorteio realizado no Kennedy Center, em Washington (Estados Unidos). A estreia do time comandado pelo técnico italiano Carlo Ancelotti será no dia 13 de junho, diante dos marroquinos, ainda em local a ser definido.

A equipe verde e amarela estava no pote 1 do sorteio, ao lado dos outros cabeças de chave da competição: Canadá, México, Estados Unidos, Espanha, Argentina, França, Inglaterra, Portugal, Holanda, Bélgica e Alemanha.

No sorteio, os países-sede – Canadá, México e Estados Unidos – foram alocados no pote 1. As outras 39 seleções classificadas foram distribuídas nos quatro potes de 12 equipes cada de acordo com o Ranking Mundial Masculino da Fifa publicado no dia 19 de novembro de 2025. Por fim, as duas vagas referentes ao torneio de repescagem da Copa do Mundo de 2026, assim como as quatro vagas da repescagem europeia, foram alocadas no pote 4.

Grupos da Copa

Grupo A: México, África do Sul, Coreia do Sul e Repescagem da Europa D (República Tcheca, Irlanda, Dinamarca ou Macedônia do Norte)

Grupo B: Canadá, Repescagem da Europa A (Itália, Irlanda do Norte, País de Gales ou Bósnia), Catar e Suíça

Grupo C: Brasil, Marrocos, Haiti e Escócia

Grupo D: Estados Unidos, Paraguai, Austrália e Repescagem da Europa C (Turquia, Romênia, Eslováquia ou Kosovo)

Grupo E: Alemanha, Curaçao, Costa do Marfim e Equador

Grupo F: Holanda, Japão, repescagem da Europa B (Ucrânia, Suécia, Polônia ou Albânia) e Tunísia

Grupo G: Bélgica, Egito, Irã e Nova Zelândia

Grupo H: Espanha, Cabo Verde, Arábia Saudita e Uruguai

Grupo I: França, Senegal, Repescagem Intercontinental 2 (Bolívia, Suriname ou Iraque) e Noruega

Grupo J: Argentina, Argélia, Áustria e Jordânia

Grupo K: Portugal, Repescagem Intercontinental 1 (RD Congo, Jamaica ou Nova Caledônia) Uzbequistão e Colômbia

Grupo L: Inglaterra, Croácia, Gana e Panamá

A Copa do Mundo de 2026 reunirá 48 seleções, que disputará o total de 104 jogos. O jogo de abertura, entre México e África do Sul, será disputado no dia 11 de junho de 2026, no Estádio Azteca, na Cidade do México (México). Já a grande decisão está programada para o dia 19 de julho de 2026, no MetLife Stadium, em Nova Jersey (Estados Unidos).

O Instituto Farol Pesquisas divulga seu primeiro estudo eleitoral que aponta a preferência do eleitorado ludovicense para a disputa de deputado estadual em 2026. Realizada entre os dias 15 e 18 de novembro de 2025, aponta um cenário altamente fragmentado e de baixa definição na disputa espontânea para deputado estadual no Maranhão. O levantamento ouviu 876 eleitores em São Luís e possui margem de erro de 3,3%.

No questionário espontâneo — quando o eleitor cita livremente um nome sem lista prévia de candidatos — nenhum nome ultrapassa 2% das intenções de voto. O deputado Neto Evangelista aparece na liderança, com 1,8%. Em seguida, Wellington do Curso registra 1,2%. Completando o grupo acima de 0,5%, surgem Mical Damasceno (0,6%), Aldir Júnior (0,5%), André Campos (0,5%) e Dr. Yglésio (0,5%).

Outros nomes lembrados pelos eleitores incluem Iracema Vale (0,5%), Criscielle Muniz (0,4%), Dra. Helena Dualibe (0,4%), Edivaldo Holanda Jr. (0,4%), Marquinhos (0,4%), Osmar Filho (0,4%) e Astro de Ogum (0,4%).

A pesquisa mostra ainda que a maioria absoluta dos entrevistados permanece sem referência clara para a disputa: 78% afirmaram não saber em quem votar (“NS/NR”) e outros 7% declararam intenção de votar branco, nulo ou em nenhum candidato. Apenas 0,7% citaram nomes fora da lista consolidada.

O resultado reforça o caráter precoce do cenário eleitoral para deputado estadual em 2026 e evidencia amplo espaço para movimentação política, construção de candidaturas e consolidação de nomes ao longo do próximo ano.

O estudo completo é do Instituto Farol Pesquisas e mostra que, até o momento, o eleitorado maranhense segue indeciso e disperso quanto à formação da nova Assembleia Legislativa.

O tal pedido de cassação contra o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), apresentado na Câmara de Vereadores, além da polêmica criada, parece ter servido para aproximar alguns políticos.

Depois de gravar vídeo explicando, na sua versão, o pedido de cassação protocolado, Eduardo Braide recebeu inúmeras manifestações de solidariedade, entre elas do vice-governador Felipe Camarão (PT).

Só que a aproximação não se resumiu apenas a manifestação de solidariedade, é que os dois políticos, que antes não se seguiam, passaram a se seguir nas redes sociais.

Braide não apenas agradeceu a manifestação de Camarão, como também passou a segui-lo. Logo depois, Camarão passou a seguir o prefeito.

Vale lembrar que, anteriormente, Camarão já havia feito um elogio público a gestão de Braide, quando comentou sobre o trabalho feito pela Prefeitura de São Luís na Avenida Quarto Centenário.

É aguardar e conferir, até mesmo porque bastou essa movimentação para alguns já começarem a fazer ilações sobre 2026.

A representação dos controladores e auditores de São Luís protocolada na Câmara Municipal pedindo a abertura de cassação do prefeito de São Luís, Eduardo Braide, será colocada para discussão no plenário na próxima terça-feira (9).

Quando o documento foi recebido na Câmara na sessão da última quarta-feira (3), a sessão foi encerrada para discussão do caso já que a pauta fica trancada até que seja decidida a abertura ou não do processo contra o prefeito por crime de responsabilidade.

Os vereadores já definiram que o caso deverá ser votado já na terça para que a pauta não fique trancada. Até o momento, a maioria decidiu não aceitar a proposta do prefeito para que a Câmara revogue sua própria Lei reestabelecendo o teto do funcionalismo municipal em R$ 25 mil.

A disputa pelo Governo do Maranhão ganhou novos contornos após a divulgação da pesquisa do Instituto Completa, realizada entre os dias 22 e 28 de novembro, com 1.297 entrevistas e margem de erro de 3 pontos percentuais. O levantamento detalha, município por município, onde cada pré-candidato aparece na frente — e revela um cenário de polarização entre Eduardo Braide e Orleans Brandão, enquanto Lahesio Bonfim e Felipe Camarão mostram forças pontuais em regiões específicas.

Onde Braide lidera

O prefeito de São Luís aparece na frente em 18 cidades, com domínio absoluto na Grande Ilha. Na capital, Braide atinge 81,2%, mantendo também vantagem expressiva em São José de Ribamar e Paço do Lumiar. Além disso, lidera em municípios estratégicos como Barreirinhas, Rosário, Arari, Axxixá, Alto Alegre do Pindaré e Miranda do Norte.

A força concentrada nos maiores centros urbanos reforça seu peso na disputa.

Onde Orleans Brandão lidera

Por outro lado, Orleans Brandão se destaca no interior, liderando em 17 municípios distribuídos por importantes regiões políticas. Seu maior percentual aparece em Mirador (63,6%), seguido de Cajari (60%), São Mateus (47,6%), Coroatá (46,7%) e Tuntum (44,4%).

Ele também lidera em cidades de peso eleitoral como Imperatriz, Açailândia, Bacabal e Timon, demonstrando um crescimento capilarizado no Médio Mearim, Tocantina, Cocais e Centro Maranhense.

Onde Lahesio Bonfim lidera

O ex-prefeito de São Pedro dos Crentes aparece na frente em oito cidades, com destaque para Balsas, sua principal base eleitoral, onde atinge 61,9% — seu melhor desempenho no estado.

Lahesio também lidera em municípios como Arame, Pirapemas, Santa Inês, Zé Doca e Viana, concentrando sua força no sul, centro e parte do norte do Maranhão.

Embora tenha presença regional significativa, sua liderança é menos espalhada que a de Braide e Orleans.

Onde Felipe Camarão lidera

Já Felipe Camarão registra liderança em apenas três cidades:

Codó, onde alcança 38%, seu melhor resultado;

Santa Helena;

e um terceiro município listado na pesquisa.

Apesar de ser um nome conhecido na política estadual, Camarão ainda não atinge o mesmo patamar de competitividade territorial dos demais pré-candidatos.

Retrato do cenário estadual

Os dados do Instituto Completa revelam uma disputa marcada por dupla polarização territorial:

Braide domina a região metropolitana, o maior colégio eleitoral;

Orleans cresce de forma consistente no interior, avançando especialmente em cidades médias e polos regionais.

Lahesio mantém força regional, enquanto Camarão, embora competitivo em alguns pontos, segue distante dos dois primeiros colocados no conjunto estadual.

Com cada candidato liderando em blocos geograficamente distintos, a pesquisa mostra uma corrida aberta e estratégica, onde a combinação entre áreas urbanas e interioranas será decisiva para definir o rumo da eleição.

O vice-governador do Maranhão, Felipe Camarão(PT), saiu em defesa do prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), após o chefe do executivo municipal se manifestar, na noite desta quinta-feira (4), sobre o pedido de cassação do seu mandato protocolado na Câmara de São Luís.

Camarão diz que o pedido de cassação de Braide é sem fundamento. “A representação contra o prefeito nada mais é que um instrumento frágil de disputa política antecipada por parte de quem quer ganhar por WO as eleições do ano que vem. Fazer falsa acusação é fácil. Difícil é governar uma capital inteira com seriedade, transparência e trabalho diário, como Braide vem fazendo”, afirmou Camarão.

O vice-governador disse que a Câmara de São Luís tem o dever de não se deixar usar por interesses eleitorais. “Não se pode transformar o rito democrático em palanque. São Luís (e o Maranhão) precisa de estabilidade e foco nas entregas, não de tumulto fabricado. A verdade prevalece. E o trabalho sério também. Minha solidariedade ao Eduardo Braide e registro a convicção jurídica que isso deve ser imediatamente arquivado”, declarou.

Outros políticos e correligionários também saíram em defesa de Braide nas redes sociais, a exemplo dos deputados Rubens Pereira Júnior e Othelino Neto.

“Justiça seja feita: isso não é motivo de cassação. Nem de perto. Parece mais perseguição. Tem minha solidariedade”, postou Rubens Jr. “É isso, meu vice-governador. Clara tentativa de intimidar os adversários políticos, comandada pelo coronel Carlos Brandão e sua trupe. Mas não nos calarão”, escreveu Othelino Neto.

Dezenove parlamentares votaram contra a convocação do filho do ex-presidente Lula, Fábio Luís, o Lulinha, acusado em depoimento feito à PF por Edson Claro de receber suposto mensalinho de R$ 300 mil do esquema do Careca do INSS, totalizando R$ 25 milhões.

O suposto “mensalão de Lulinha” foi narrado em depoimento à Polícia Federal revelado pelo Poder 360 e confirmado por outros veiculos.

Segundo Edson Claro, o “Careca do INSS” fez um pagamento de R$ 25 milhões para Fábio Luís e pagava também uma “mesada” de cerca de R$ 300 mil. O depoimento não detalha em qual moeda foi feito esse pagamento de R$ 25 milhões. A bancada do governo tentou desqualificar Claro o acusando de ser “bandido”. O PT, contudo, também votou contra a convocação do depoente.

Entre os que votaram contra a convocação, dois maranhenses: a senadora Eliziane Gama (PSD) e o deputado federal Cleber Verde (MDB).

Veja a lista completa:

Votaram contra convocar Lulinha:

1. Randolfe Rodrigues

2. ⁠Jussara Lima

3. Jaques Wagner

4. ⁠Eliziane Gama

5. ⁠José Lacerda

6. ⁠Chico Rodrigues

7. ⁠Augusta Bruto

8. ⁠Leila Barros

9. ⁠Teresa Leitão

10. ⁠AJ Abulquerque

11. ⁠Cleber Verde

12. ⁠Orlando Silva

13. ⁠Ricardo Atres

14. ⁠Dorivaldo Malafaia

15. ⁠Dagoberto Nogueira

16. ⁠Paulo Pimenta

17. ⁠Alencar Santana

18. ⁠Bruno Farias

19. ⁠Rogério Corrêa

Votaram a favor da convocar Lulinha:

Styveson Valentim

⁠Izalci Lucas

⁠Eduardo Grão

⁠Jorge Seif

⁠Rogério Marinho

⁠Damares Alves

⁠cabo Gilberto Silva

⁠Coronel Chrisóstomo

⁠Adriana Ventura

⁠Alfredo Gaspar

⁠Fernando Rodolfo

⁠Marcel Van Hattem

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PM DE TIMBIRAS

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