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Ex-prefeito do município de Campestre do Maranhão, Valmir de Morais Lima
O ex-prefeito do município de Campestre do Maranhão, Valmir de Morais Lima, foi solto após decisão do Poder Judiciário, que concedeu liberdade provisória em processo que investiga uma denúncia por suposta violência doméstica.
Segundo informações obtidas, Valmir foi preso em flagrante e apresentado à autoridade policial, após o registro de uma ocorrência que envolvia uma mulher com quem ele teria mantido um relacionamento. A natureza exata da acusação ainda não foi divulgada oficialmente pelas autoridades, mas o caso está sendo tratado sob os termos da Lei Maria da Penha.
A defesa do ex-gestor divulgou uma nota pública sobre o ocorrido, afirmando que Valmir não possui histórico de violência e sempre manteve uma postura respeitosa e responsável. Também foi destacado que ele é pai de cinco filhos e possui reputação ilibada na comunidade local.
A nota ressalta que, após análise inicial do caso, o Judiciário optou por não manter a prisão, concedendo a liberdade provisória enquanto o processo segue em curso. A defesa demonstra confiança na elucidação dos fatos, afirmando que a verdade será esclarecida no momento oportuno e com equilíbrio.
Enquanto isso, o caso segue sob investigação, e a expectativa é de que novos desdobramentos sejam divulgados nos próximos dias. Procuradas, as autoridades responsáveis pelo caso ainda não emitiram comunicado oficial com detalhes sobre o andamento da investigação.
Valmir de Campestre foi prefeito do município por dois mandatos e permanece uma figura conhecida na política local. O episódio tem repercutido na região, gerando reações distintas entre apoiadores e críticos do ex-prefeito.
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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), já sinalizou que o pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, apresentado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL), não avançará na Casa. A informação foi revelada pelo Metrópoles nesta terça-feira (1º), na coluna de Paulo Cappelli.
Segundo o site, Alcolumbre deixou claro a parlamentares da oposição que não vê justificativa para o Congresso analisar o afastamento de Dino ou de outros ministros do Supremo, como Alexandre de Moraes, que também estão sob ataques constantes do núcleo bolsonarista.
A postura do presidente do Senado, eleito para o cargo com apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro, tem gerado descontentamento entre aliados do ex-chefe do Executivo, que pressionam pelo avanço de medidas contra integrantes do STF. Nos bastidores, parte dos senadores que ajudaram a reconduzir Alcolumbre à presidência do Senado já fala em não apoiá-lo numa eventual tentativa de reeleição em 2027.
O pedido de impeachment de Flávio Dino foi protocolado por Nikolas Ferreira sob a alegação de que o ministro teria cometido crime de responsabilidade. O deputado usou como argumento uma fala de Dino durante uma aula magna em uma universidade, na qual ele mencionou uma possível “chapa imbatível” para o governo do Maranhão, encabeçada por Felipe Camarão (PT) e tendo como vice a professora Teresa Helena Barros.
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Prefeito Osvaldo Gomes
A gestão do ex-prefeito Osvaldo Gomes está na mira do Ministério Público do Maranhão (MPMA) por suspeitas de irregularidades na execução do contrato nº 1006.100/2022, celebrado entre a Prefeitura de Guimarães e a empresa W B Soluções e Engenharia Ltda. O contrato, no valor de R$ 573.039,00, teve como objetivo a prestação de serviços durante as festividades juninas do município.
A investigação foi instaurada pela promotora de Justiça Letícia Teresa Sales Freire, após representação formal da vereadora Brendha Beatriz Cunha, que denunciou falhas graves na execução contratual. Entre as irregularidades apontadas estão a ausência de banheiros ecológicos e do serviço de segurança, ambos previstos no contrato e supostamente pagos com recursos públicos.
Um parecer técnico da própria Promotoria reforçou as suspeitas, ao identificar uma série de problemas no processo licitatório e na execução do contrato: ausência de documentos obrigatórios, termo de referência incompleto, cláusulas que restringem a competitividade, falta de designação formal de fiscal do contrato e indícios de que os serviços essenciais sequer foram executados. O caso pode configurar ato de improbidade administrativa e dano ao erário.
O MPMA requisitou à Prefeitura de Guimarães, atualmente sob a gestão do prefeito Magno, a entrega de todos os processos de pagamento vinculados ao contrato, além de relatórios de fiscalização e identificação dos responsáveis pelo acompanhamento da execução. A empresa contratada também foi notificada a apresentar explicações no prazo de 20 dias.
Informações repassadas pelo Blog do Minard.
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A investigação mira a situação fiscal de 47 municípios maranhenses que encerraram o exercício de 2024 com disponibilidade de caixa negativa, em desacordo com o que determina a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
A medida foi assinada pela promotora de Justiça Klycia Luiza Castro de Menezes, da 2ª Promotoria de Justiça Especializada, com sede em Bacabal. A decisão decorre de uma Notícia de Fato encaminhada pelo Centro de Apoio Operacional do Patrimônio Público e da Probidade Administrativa (CAO/ProAd), com base em dados obtidos no SICONFI (Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro).
Segundo o Ministério Público do Maranhão,o caso mais grave envolve os municípios de Chapadinha e Lago Verde, que, além de figurarem entre os 47 com caixa negativo, não prestaram informações sobre sua real situação financeira, dificultando a fiscalização do cumprimento do artigo 42 da LRF, que proíbe a geração de despesas nos dois últimos quadrimestres do mandato sem a devida disponibilidade de recursos.
A partir de agora, a investigação segue com diligências e requisições de documentos, podendo resultar em ações civis públicas por improbidade administrativa ou outras medidas legais cabíveis.
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Marreca Filho comandará federação PRD-Solidariedade
Foi sintomática a petição do Solidariedade para desistir da Ação Direta de Inconstitucionalidade que questiona o processo de escolha de conselheiros do Tribunal de Contas do Estado logo após a oficialização da federação do partido com o PRD.
A nova federação será controlada no Maranhão pelo deputado federal Marreca Filho, aliado de primeira hora do governador Carlos Brandão.
Desta forma, o Solidariedade passa a não ter mais o controle de Othelino para levar ao Supremo as demandas envolvendo o Maranhão de interesse do deputado.
Com a reviravolta, Othelino deve buscar novo abrigo partidário.
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Apenas os deputados Ariston (de Hilton Gonçalo) e Fabiana Vilas (de Maranhãozinho) faltaram à eleição para 3º vice-presidente da Assembleia. Os dois seguem observando os cenários sem se comprometer.
O momento tenso e de incerteza com relação à eleição de 2026, faz com que dois personagens importantes do jogo fiquem “na moita” para saber para qual lado irão no pleito. O líder do PL no Maranhão e que tem forte grupo político em todo o estado, Josimar de Maranhãozinho, e o ex-prefeito de Santa Rita, Hilton Gonçalo, que lidera grupo importante na região metropolitana fora da Ilha, aguardam para tomar posição.
A eleição realizada na última quinta-feira (26) para 3º vice-presidente da Assembleia Legislativa deixou claro que os dois vão seguir afastados de um posicionamento até saber como o cenário irá se configurar.
Apenas dois deputados faltaram à sessão que deixou configurado o tamanho da oposição na Assembleia: Ariston e Fabiana Vilar. Justamente, os dois principais representantes de Hilton e Josimar, respectivamente, na Assembleia Legislativa.
A eleição para o governo do estado segue cercada de incertezas. A maior de todas é se o prefeito de São Luís, Eduardo Braide, irá se candidatar ao governo ou não. Para Gonçalo, é uma situação complicada, pois é aliado de Braide e quer ser candidato a senador, mas mesmo com o prefeito é difícil conseguir espaço já que o gestor da capital é isolado e de trato político muito ruim. Então, o ex-prefeito de Santa Rita também circula o grupo governista e observa o movimento dos dinistas.
Josimar de Maranhãozinho declara apoio à pré-candidatura de Felipe Camarão ao governo do estado, levado à força pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino. Porém, a candidatura de Felipe só tem viabilidade se ele for candidato sentado na cadeira de governador. Caso Brandão fique no governo, dificilmente Felipe será candidato, então, só restaria a Josimar ficar mesmo com o governo.
E esses personagens seguem afastados de um posicionamento observando como as peças vão se movimentar nesse tabuleiro.
Vamos aguardar!.


#vereadorprofessormanoel




