Cidade de Timbiras vive drama por falta de água e população pede providências

Torneiras vazias, moradores comprando água, dificuldade para realizar simples tarefas do dia a dia. Essa é a realidade que tem sido enfrentada pela população da cidade de Timbiras-MA.

Aqui, os moradores vem sofrendo com os recorrentes problemas no abastecimento de água e reclamam da demora para a resolução por parte da empresa responsável, a Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão – CAEMA.

Os moradores relataram que a falta de água é um problema antigo, e que dessa vez, já estão há mais de 7 dias sem abastecimento. Diante da situação, uns terminam tendo que comprar água, e os que não tem condições para tal, são socorridos por vizinhos.

Enquanto das torneiras nas residências nenhuma gota cai. Alguns vão buscar o líquido precioso de moto, bicicleta, já aqueles que não possuem um transporte, são obrigados a “carregar o peso nas costas”.

“É uma correria quando falta água, todo mundo precisa, mas se não fosse esse chafariz aqui ainda era pior. Agora estamos com 7 dias sem, mas acontece de faltar até por 20 dias. Moro aqui há 45 anos e já é velho esse problema” destacou um morador.

O grave problema se estende pelos bairros da sede do município.

  1. “Infelizmente a gente vive com o descaso. da CAEMA em Timbiras, e a falta de compromisso continua.

Em agosto deste ano, a deputada federal e ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney (MDB), de 72 anos, foi diagnosticada durante um check-up com um câncer de mama chamado triplo-negativo. Considerado agressivo e mais raro nessa faixa etária, o tumor está respondendo bem ao tratamento de ponta que combina quimioterapia e imunoterapia. No último domingo, a parlamentar recebeu o GLOBO no quarto do 9º andar do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, dois dias antes de passar pela 12ª aplicação dos medicamentos. Ao longo de 50 minutos, segurando vigorosamente um terço e com olhar sempre sereno e firme, a filha do ex-presidente José Sarney detalhou o impacto do diagnóstico em sua vida e como tem enfrentado o tratamento.

Como você recebeu o diagnóstico do câncer de mama?

Vim para São Paulo em agosto fazer um check-up, mas por outro motivo. Eu tinha perdido uns quilos sem nenhuma explicação, sem dieta, nada. As pessoas falavam que eu tinha tomado Mounjaro, para você ter uma ideia. Decidi então fazer uma colonoscopia. Minha última mamografia havia sido em maio do ano anterior, mas quis ligar para minha ginecologista (Marianne Pinotti), avisando que eu estava por aqui, se ela achava que era o caso de aproveitar e fazer exames ginecológicos. Ela quis que eu fizesse e me internei para começar a batelada de testes. O primeiro deles foi a mamografia. Assim que terminou, pediram para repetir mais uma vez. Achei estranho. Quando subi no quarto, os médicos estavam todos lá (Roberto Kalil, cardiologista; Artur Katz, oncologista; David Uip, infectologista), para me dar a notícia de que eu tinha um câncer de mama triplo-negativo, um tipo de tumor raro e agressivo. Em seguida passei por outros exames que indicaram que não havia metástase. Vim passar cinco dias em São Paulo e estou há três meses sem sair daqui.

Como é o tratamento?

Recebo a combinação de quimioterapia e imunoterapia. Vou completar a 12ª sessão dessa primeira etapa. Depois serão mais quatro sessões a cada 21 dias, com outra medicação e, no início do ano que vem, vou passar por uma cirurgia. Chego semanalmente no Sírio aos domingos, faço exames prévios para checar minha condição física e fico internada por uns três dias. Já tive de receber transfusão de sangue. Quinta-feira passada vim para o hospital porque minha pressão caiu muito. Costumo dizer que esse é um tratamento para gente grande.

Os efeitos colaterais são muito severos?

Estou com uma coceira que é uma tortura. Minha pele está toda manchada. Os sintomas são mais leves pela manhã, na parte da tarde ficam mais fortes. Peço para o Jorge (seu marido, Jorge Murad) ou uma amiga que me visita passar creme na minha perna, alivia um pouco. Tomo anti-histamínico injetável. O tratamento afetou minha tireoide também. Não tenho restrição alimentar, mas perdi parte do paladar. Sinto o sabor de poucos alimentos. Batata-doce é um deles, aí insisto nela de manhã. Café com leite e um caldo de verdura quentes me dão prazer. Sinto o sabor de sorvete de limão, mas se tomar muito me fere a boca. Perdi muito o apetite. Estou com um pouco de dificuldade de atenção, praticamente não leio mais, nem vejo filmes ou séries. Programas de culinária, decoração e futebol me distraem. Me faz muito bem andar. Caminho em casa, dou uma volta no quarteirão ou nos corredores do hospital. Ginástica não dá para fazer, me canso. Tenho acompanhado as notícias, a COP, as pesquisas políticas. Semana passada tive reunião com o Baleia (Rossi, presidente do MDB). O ritmo do trabalho diminuiu, mas não parei.

Por que você decidiu não usar peruca para cobrir a cabeça raspada?

Com duas semanas de tratamento, meu cabelo já caiu muito, o travesseiro e o chão do banheiro ficaram lotados de fios. Comprei uma peruca no mesmo dia em que decidi raspar a cabeça. Mas quando cheguei em casa, pensei: por que vou usar isso? Tirei e nunca mais usei. Você não imagina como foi libertador. Não sinto falta do cabelo, pelo contrário, é um alívio, para mim, não ter que cuidar, me preocupar com a queda. Só sinto um pouco de frio. Não digo que todo mundo tem que fazer isso. As vaidades têm de ser respeitadas, cada pessoa tem a sua. Não sofri estranhezas por assumir a careca, nada. Minha mãe, que está um pouco esquecida, fala quando me vê por vídeo: “tá carequinha, tá bonitinha”. Meu pai levou um susto quando me viu, disse que não queria me ver daquele jeito. Falei que ele teria de me ver assim, sim.

Como seu pai, José Sarney, reagiu à notícia do câncer?

Meu pai é muito apegado a mim, sou filha única. Para ele sou ainda uma menina. Ele ficou bastante abalado, com medo, e foi para o lado religioso. Ele é muito ligado à Irmã Dulce e disse que conversou com ela e ela disse que eu ia me curar. Minha mãe falou uma frase de que eu gosto muito. Ela disse que eu só tenho medo do desconhecido. E agora estou de frente para o desconhecido. Minha grande preocupação é não mudar a vida da minha família. Eles agora querem passar o Natal comigo, eu falei que ia para o Maranhão, mas não vou, é muito longe neste momento. Vou passar com meu marido aqui em São Paulo. Espero que o tratamento dê certo e no ano que vem a gente passe todos juntos com tranquilidade.

Você já teve vários diagnósticos complexos ao longo da vida. Operou o intestino, um nódulo no pulmão, teve um aneurisma e outro câncer de mama há mais de duas décadas. Isso faz você enfrentar agora a doença de forma diferente?

Passar por um câncer aos 70 anos é diferente, o corpo está mais debilitado. Não sou mais criança. Sem dúvida o desafio é maior. Mas minha cabeça é muito boa. Tenho momentos de tristeza, mas não são desesperadores. Eu choro, depois rezo, canto, toco violão e passa rápido. Não exercito isso. É meu. Claro que às vezes me pergunto: “será que vou ter força para passar por tudo isso nessa fase da vida?”. Não sei como será a resposta disso tudo, espero que seja boa. Acho que estou reagindo bem. Trabalho minha cabeça para ser otimista. Sempre tive muita fé. A fé me sustenta. Não largo meu terço, minha proteção. Sempre antes de me internar leio a Bíblia e entrego a Deus. Peço para os espíritos de luz virem me ajudar, para meus avós me protegerem. E agradeço muito aos meus médicos, à ciência. Mas não deixo de ter medo.

Você tem medo da morte?

Não tenho medo da morte. Todo mundo tem que se preparar para ela. A morte pode acontecer a qualquer momento, com qualquer um de nós. O que eu não quero é sofrer. Sofrer eu digo é sentir muita dor ou ficar mal da cabeça e dar trabalho para os outros. Eu decido a minha vida se quero continuar vivendo. Já falei para meu marido isso tudo. Uma das minhas avós passou 7 anos sem saber quem ela era ela no fim da vida. Para que? Ficar sem poder de decisões é um pesadelo para quem for tomar conta de mim. Não quero isso. Mas vou batalhar com esse câncer, vamos ver quem será vencedor. Espero que seja eu.

(O Globo)

Depois do governador do Maranhão, Carlos Brandão, foi a vez do prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), nesta quarta-feira (19), confirmar um feriadão para o servidor público da capital maranhense.

Braide anunciou que na sexta-feira (21) será ponto facultativo. Ou seja, como na quinta-feira (20) é feriado, Dia da Consciência Negra, o servidor público de São Luís terá um feriadão prolongado e, consequentemente, uma semana mais curta de trabalho.

O prefeito da capital maranhense anunciou ainda o pagamento do salário de novembro para o dia 27.

NOTA DE PESAR

Com profunda tristeza, recebemos a notícia do falecimento do senhor João Francisco de Almeida, conhecido carinhosamente com ‘João viado’, o corpo está sendo velado na Rua Pedro Mesquita número 13, o sepultamento será às 17 horas no cemitério central.

Que Deus, em sua infinita misericórdia, console os corações de todos os seus familiares e acolha a senhor João em seus braços amorosos.

Manifestamos nossos mais sinceros pêsames e solidariedade à família e amigos neste momento de dor.

“Deixo-vos a paz; a minha paz vos dou. Não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.” – João 14,27

#luto #descanseempaz #solidariedade #condolencias

Depois de muita discussão e sem entendimento entre Governo e Oposição, a Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (18) o Projeto Antifacção para combate ao crime organizado. A aprovação do PL foi de 370 a 110.

O projeto foi enviado pelo Governo Federal ao Congresso Nacional em outubro. Só que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), escolheu o deputado Guilherme Derrite (Progressistas-SP) como relator, o que desagradou ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O texto endurece penas, cria novos crimes, amplia poderes de investigação e determina regras especiais para líderes de organizações criminosas.

Entre os 18 deputados federais do Maranhão, apenas dois votaram contra o PL Antifacção: Rubens Júnior (PT) e Márcio Jerry (PCdoB). Os demais votaram a favor: Allan Garcês (PP), Aluisio Mendes (Republicanos), Amanda Gentil (PP), Cléber Verde (MDB), Detinha (PL), Josimar de Maranhãozinho (PL), Hildo Rocha (MDB), Pedro Lucas (União), Duarte Jr. (PSB), Josivaldo JP (PSD), Junior Lourenço (PL), Márcio Honaiser (PDT), Juscelino Filho (União), Marreca Filho (PRD) e Pastor Gil (PL). Fábio Macedo (Podemos) esteve ausente.

É aguardar e conferir, já que o PL agora vai para o Senado.

A Prefeitura de Codó, administrada por Chiquinho FC, decidiu pavimentar ruas com bloquetes por mais de R$ 16 milhões.

Segundo informações, a empresa contratada para executar o serviço é a Construtora e Engenharia Araújo Ltda, dos sócios Geraldo Araújo e Nilsênia Gomes.

O contrato tem valor total de R$ 16.158.747,81 milhões e foi assinado pelo secretário municipal de Infraestrutura e Serviço Publico, Márcio.

De acordo com o blog do Leonardo Alves, o empresário Geraldo Araújo foi um dos apoiadores da campanha do prefeito nas eleições municipais de 2024.

Michelle Bolsonaro prepara vinda ao Maranhão em Imperatriz

Em busca de ampliar as bases do PL no Nordeste, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro desembarca no Maranhão nos próximos dias. Em Imperatriz, ela participará de um ato político que filiará a suplente Mariana Carvalho no partido.

O encontro deve reunir lideranças regionais, apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro e representantes da direita de municípios do Sul do Maranhão.

A ex-primeira-dama é atualmente o maior ativo político do PL no público evangélico e feminino, e é tratada como estratégica pelo partido comandado por Valdemar da Costa Neto. No estado, além do lançamento da pré-candidata a deputada federal de Mariana Carvalho, Michelle também buscará consolidar a presença do bolsonarismo no estado.

O ministro Luiz Fux votou, nesta terça-feira (18) na Ação Direta de Inconstitucionalidade que tramita no Supremo Tribunal Federal que julga a constitucionalidade do critério de desempate na eleição da presidência da Assembleia Legislativa do Maranhão. O ministro votou pela constitucionalidade da reeleição da deputada estadual Iracema Vale (PSB).

O voto de Fux acompanha a relatora e todos os outros até o momento, aumentando o placar a favor da presidente para 9 a 0.

O magistrado havia pedido destaque do julgamento para que ele fosse feito no plenário físico, interrompendo a votação que já estava com o placar de 8 a 0 a favor de Iracema. Fux cancelou o pedido no dia 30 de outubro e o julgamento da Ação foi retomado na sexta-feira (14).

O PCdoB tentou atravessar o julgamento com uma petição de tratando de suposta filmagem da votação e teve o pedido sumariamente negado pela relatora.

A conclusão da votação está prevista para o próximo dia 25 faltando apenas um voto do ministro Edson Fachin.

Na manhã desta terça-feira (18/11), a Polícia Federal deflagrou a Operação Stamp, tendo como objetivo o cumprimento de 11 mandados de busca e apreensão e seis mandados de prisão temporária nos Estados do Maranhão, Piauí e São Paulo, contra suspeitos de terem envolvimento no roubo à agência da Caixa Econômica Federal de Vitorino Freire/MA, ocorrido em março de 2025.

Na ocasião, seis criminosos fortemente armados com fuzis, encapuzados, fizeram seis pessoas de reféns, e formaram um escudo humano em frente à Agência. Em seguida, os criminosos explodiram o cofre e caixas eletrônicos da agência, subtraindo cerca de R$ 1,6 milhão e evadiram-se do local, deixando os reféns pelo caminho.

Os mandados estão sendo cumpridos nas cidades de Paço do Lumiar/MA, Imperatriz/MA, Bacabal/MA, Santa Inês/MA, Parnaíba/PI e Miracatu/SP, tendo sido empregado um efetivo de 51 Policiais Federais.

Os investigados poderão responder pela prática dos crimes de roubo majorado e organização criminosa.

Prefeita Simplesmente Maria

A Justiça do Maranhão impôs uma derrota ao presidente da Câmara Municipal de Arari, Ozeias de Jesus Fernandes, ao determinar — com prazo de cinco dias — a imediata instalação da CPI do FUNDEB (veja aqui), barrada pela Mesa Diretora sob a justificativa de “ausência de fato determinado”. A decisão, assinada pelo juiz Azarias Cavalcante de Alencar, escancara o tensionamento político dentro do Legislativo arariense e fortalece o grupo de vereadores que vinha denunciando a resistência do comando da Casa em permitir a apuração de gastos da Educação na gestão de Simplesmente Maria.

O Mandado de Segurança foi impetrado pelos vereadores Antonia Luciane Freitas Fernandes, Marcelo Sousa Santana, Aurinete Freitas Almeida e Raul Victor Maciel Lopes. Eles sustentaram que o requerimento n° 162/2025 atendia rigorosamente aos critérios constitucionais para abertura de CPI: apoio de um terço dos parlamentares, indicação clara de fato determinado e prazo definido. Ainda assim, Ozeias indeferiu o pedido — duas vezes.

A sentença destaca que o documento apresentado pelos vereadores descreve, de forma objetiva, possíveis irregularidades na aplicação dos recursos do FUNDEB, incluindo suspeitas de superfaturamento em manutenção de ar-condicionado, pagamentos abaixo do piso do magistério, problemas no transporte escolar, gasto milionário com livros já distribuídos pelo governo federal e ausência de prestação de contas de quatro meses consecutivos. Para o Judiciário, há “fato determinado” mais que suficiente.

Ao afirmar que a instalação da CPI é um ato “vinculado” e não uma escolha política do presidente da Câmara, o juiz citou precedentes do Supremo Tribunal Federal e ressaltou que impedir a comissão significa violar o direito da minoria parlamentar — um princípio essencial em democracias.

A decisão ainda estabelece multa diária de R$ 500, limitada a R$ 10 mil, revertida ao próprio FUNDEB, caso Ozeias descumpra a ordem judicial. O magistrado também advertiu que o não cumprimento poderá acarretar responsabilização pessoal e configurar crime de desobediência.

Nos bastidores, a determinação judicial repercute como um revés político para o presidente da Câmara, visto por aliados como articulador de blindagem à gestão de Simplesmente Maria. Para a oposição, entretanto, a decisão representa uma vitória simbólica e prática: além de restabelecer prerrogativas constitucionais, abre caminho para uma investigação robusta sobre o uso dos recursos da Educação de Arari.

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PM DE TIMBIRAS

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