URGENTE: Tenente que matou Capitão da Polícia Militar do Maranhão, tenta suicídio ao cortar os pulsos  

O tenente da Polícia Militar do Maranhão, Cássio de Almeida Soares, tentou tirar a própria vida. Ele foi socorrido rapidamente e encaminhado com urgência para uma unidade hospitalar. O estado de saúde do policial ainda não foi divulgado. O militar foi preso na manhã desta quinta-feira (29) após assassinar a queima-roupa o capitão Breno Marques Cruz, pertencente ao Quadro de Oficiais Policiais Militares (QOPM). O crime causou grande comoção entre os membros da corporação e chocou a população.

Antes da tentativa de suicídio, Cássio havia sido conduzido ao Presídio Militar “Manelão”, onde aguardaria os desdobramentos legais do caso.

A motivação do assassinato teria sido por conta da abertura de um procedimento disciplinar aberto pelo Capitão Breno contra o Tenente Cássio.

O governador do Maranhão, Carlos Brandão, promoveu mudanças na titularidade da Secretaria extraordinária da Representação Social nesta quarta-feira, 28 de maio, destinada ao segmento evangélico. Deixa o cargo, o pastor Rodrigo Antonio Aranha Arraes e Silva Santos e entra Wellington Ferreira de Amurim, indicado por Mical Damasceno.

Rodrigo Arrais é advogado e faz parte da Igreja Angelim que reúne milhares de pessoas. Já Wellington Amurim que também é advogado, foi candidato a vereador de São Luís em 2024, obtendo 1889 votos e é membro da Assembleia de Deus.

Alguns apontam que a exoneração de Rodrigo Arraes jogará o pastor diretamente para o campo político de Eduardo Braide, que possui boa relação com o agora ex-secretário.
Por outro lado, Mical Damasceno ganhou força nos últimos dias, após a polêmica com o vice-governador Felipe Camarão e fez a indicação ao governador.

A Secretaria de Estado Extraordinária da Representação Social é responsável por articular políticas públicas e promover a aproximação entre o governo e os diversos segmentos da sociedade maranhense.

Vale destacar que o segmento católico também possui uma pasta, trata-se da Secretaria extraordinária de Políticas para as Comunidades, comandada por Helena Duailibe, sob indicação do arcebispo Dom Gilberto Pastana.

Foto Reprodução
O governo federal iniciará uma busca ativa para localizar aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos indevidos de mensalidades associativas.

A medida visa alcançar especialmente pessoas em áreas remotas ou com dificuldade de acesso aos canais digitais.
Segundo o ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, após os primeiros contatos oficiais, a busca ativa será feita entre os que não responderem. Unidades do programa PrevBarco e do PrevMóvel atenderão comunidades ribeirinhas, indígenas e quilombolas.

Queiroz alertou para golpes: o INSS não entra em contato por telefone, e-mail ou WhatsApp. Os únicos canais oficiais são o site Meu INSS, o Disque 135 e as agências dos Correios.

O ministro afirmou ainda que as fraudes começaram em 2019 e que o governo anterior não investigou as denúncias. O objetivo agora é garantir o ressarcimento das vítimas.

O tenente da Polícia Militar, Cássio de Almeida Soares, também planejou assassinar o comandante da Academia Oficiais da Polícia Militar Gonçalves Dias, coronel Nicolau Sauaia Júnior. Além dele, também seria executado o capitão Vilar.

Cássio chegou a procurar o comandante da Academia Militar e o coronel Vilar, mas os dois não estavam no local. Assim que foi preso pelos militares, ele admitiu que as próximas vítimas seriam Sauaia e Vilar.

Na manhã desta quinta-feira (29), o capitão Breno, que era comandante do Corpo de Alunos da Academia de Oficiais da Polícia Militar Gonçalves Dias, foi alvejado por quatro tiros disparados pelo tenente Cássio. Ele chegou a ser socorrido e encaminhado para uma unidade hospitalar da capital, mas não resistiu aos ferimentos.

O crime teria sido motivado por uma punição disciplinar aplicada pelo capitão ao tenente.

 

Foto Reprodução
O governador do Maranhão, Carlos Brandão, usou suas redes sociais nesta quinta-feira (29) para lamentar a morte do capitão Breno, assassinado a tiros dentro do quartel da Polícia Militar, em São Luís, por um tenente da corporação.

“Me despeço com tristeza do Capitão Breno, vítima de disparos feitos por um tenente. O autor do crime foi preso e autuado em flagrante. Estamos acompanhando o caso de perto, tomando as providências necessárias para uma apuração rigorosa”, escreveu Brandão em seu perfil no Instagram.

O governador também prestou solidariedade à família da vítima e aos colegas de farda. “Registro meus pêsames e reforço o apoio à família do Capitão Breno, bem como a todos da nossa Polícia Militar”, completou.

A declaração do chefe do Executivo estadual ocorre após a confirmação da morte do oficial, que foi atingido por disparos no tórax e não resistiu aos ferimentos. O tenente responsável pelos tiros está preso e a Polícia Civil, por meio da SHPP, junto à Corregedoria da PMMA, já instaurou investigação para apurar o crime.

O assassinato do Capitão QOPMA Breno Marques Cruz, comandante do Corpo de Alunos da Polícia Militar do Maranhão (PMMA), na manhã desta quinta-feira (29), em São Luís, foi antecedido por desentendimentos e ameaças explícitas feitas pelo autor dos disparos, o Tenente Cássio de Almeida Soares. O oficial, que está preso no Comando Geral da corporação, já havia manifestado a intenção de matar colegas, segundo relatos de outros policiais militares.

Áudios obtidos pelo portal O Informante mostram que Cássio chegou a mencionar nominalmente os capitães Breno e Vilar como alvos de sua insatisfação. “Ele tava falando mesmo que ia acabar matando um capitão. Eu disse: ‘Tenente, não faz isso não, isso é o inimigo que fica assombrando’. Mas ele respondeu: ‘O capitão tá me perseguindo direto, senhor. Por isso que eu vim pro primeiro batalhão’”, relatou um policial em uma das gravações.

Segundo os áudios, o tenente havia sido recentemente transferido para o 1º BPM devido a atritos com os dois capitães. Na manhã do crime, voltou à Academia de Polícia Militar — onde já havia atuado — e procurou inicialmente o Capitão Vilar. Ao saber que ele não estava, dirigiu-se até o Capitão Breno e atirou à queima-roupa. Atingido no tórax, Breno foi socorrido e levado ao Hospital do Servidor, mas não resistiu.

O capitão da Polícia Militar do Maranhão, identificado como Capitão Breno, foi morto a tiros na manhã desta quinta-feira (29), dentro da Academia de Polícia Militar Gonçalves Dias, no bairro Renascença, em São Luís.

A vítima foi alvejada por um tenente da corporação após um desentendimento relacionado a uma punição disciplinar. O tenente Cássio de Almeida Soares disparou quatro vezes contra o oficial. Breno ainda chegou a ser socorrido e levado ao Hospital do Servidor, localizado em frente à academia, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

O tenente Cássio foi detido logo após o ocorrido e permanece sob custódia na sala do Comando Geral da Polícia Militar, vigiado por três agentes do Batalhão de Choque.

A assessoria do vereador de São Luís, Aldir Júnior (PL), informou que o parlamentar está internado numa UTI (Unidade de Terapia Intensiva) após ter contraído uma infecção bacteriana na garganta.

Aldir Júnior tem sido acompanhado por uma equipe médica especializada, que decidiu pelo afastamento das atividades públicas.

A assessoria do vereador Aldir Júnior agradeceu o apoio que o parlamentar tem recebido, pedindo ainda que as orações e pensamentos positivos sejam mantidos.

WhatsApp

Entre e receba notícias do dia.

PM DE TIMBIRAS

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade