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Uma caminhonete modelo Bandeirante, adaptada para funcionar como uma pequena balsa, naufragou na tarde desta sexta-feira (24), durante uma travessia entre Atins e Caburé, nos Lençóis Maranhenses, em Barreirinhas.
De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBMMA), o veículo estava transportando várias pessoas no momento do incidente. Não houve registro de vítimas.
A Capitania dos Portos foi imediatamente notificada e já mobilizou equipes para realizar a retirada da caminhonete, que permanece submersa.
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O Ministério Público do Maranhão (MPMA) e a Polícia Federal (PF) estão conduzindo uma investigação sobre suspeitas de manipulação de resultados em dois jogos do Campeonato Maranhense 2025, após repasse de informações da Federação Maranhense de Futebol. A apuração teve início após um relatório apresentado pela Sport Radar apontar fortes indícios de irregularidades nas partidas, que nesta fase das apurações, vão seguir sob sigilo.
A Sport Radar, empresa suíça especializada no monitoramento de competições esportivas ao redor do mundo, foi a responsável por identificar as movimentações atípicas nas apostas relacionadas aos jogos suspeitos. A empresa, que presta serviços para entidades como FIFA, UEFA (Champions League), NBA e ITF (Federação Internacional de Tênis), possui contrato com a Federação Maranhense de Futebol (FMF) e monitora todas as competições organizadas pela entidade, desde o futebol profissional até as categorias de base.
O presidente da FMF, Antônio Américo, confirmou as suspeitas e destacou que o MPMA e a PF já receberam toda a documentação necessária para o avanço das investigações. “A Federação Maranhense de Futebol está comprometida com a lisura das competições e colabora integralmente com as autoridades para esclarecer os fatos”, afirmou Américo.
As autoridades devem ouvir jogadores, dirigentes e outros envolvidos nas partidas sob suspeita, além de analisar movimentações financeiras ligadas aos jogos. Caso as irregularidades sejam confirmadas, os responsáveis podem responder por crimes como fraude esportiva e organização criminosa.
A Federação Maranhense de Futebol reforçou que continuará adotando medidas rigorosas para combater qualquer tentativa de manipulação e garantir a transparência do futebol no estado.
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O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) rejeitou o recurso interposto pelo Ministério Público Eleitoral que visava a retotalização dos votos nas eleições de 2024 no município de Nova Olinda do Maranhão. O caso, sob relatoria do Juiz Rodrigo Maia Rocha, envolveu a análise da alteração da composição do parlamento municipal devido a variações demográficas após o marco final para a realização das convenções partidárias.
A decisão, proferida em 28 de novembro de 2024, afirma que a estabilidade do processo eleitoral deve ser preservada, especialmente em fases avançadas da marcha eleitoral, quando já ocorreram as votações e os eleitos foram proclamados. Segundo o juiz relator, a revisão dos resultados afetaria diretamente a configuração dos eleitos, uma vez que o aumento ou diminuição da população, ocorrido após o fechamento do período de convenções, não pode interferir nos cálculos dos quocientes eleitorais e partidários.
O Tribunal ressaltou a importância de se respeitar a segurança jurídica e a integridade do processo eleitoral, evitando surpresas que poderiam impactar o resultado já consolidado. De acordo com o voto, a solicitação do Ministério Público, feita apenas após a divulgação dos resultados das eleições, não poderia ser atendida em razão da estabilidade das relações jurídicas.
Acompanhando o entendimento do relator, o Tribunal negou provimento ao recurso e manteve a decisão de que as eleições de 2024 em Nova Olinda do Maranhão devem ser validadas com base nas regras previamente estabelecidas pela Lei Orgânica Municipal.
A decisão do TRE-MA assegura que, mesmo diante de questionamentos sobre a legalidade do processo, o pleito de Nova Olinda se mantém conforme a legislação vigente, garantindo a soberania popular e a estabilidade do processo eleitoral.
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O primeiro voo com brasileiros deportados dos Estados Unidos durante o novo governo de Donald Trump chega ao Brasil nesta sexta-feira (24). A aeronave do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) desembarcará no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins (MG), trazendo 88 cidadãos expulsos do território norte-americano, segundo fontes do Itamaraty.
Embora esta seja a primeira operação realizada sob a nova gestão republicana, voos com deportados brasileiros vêm ocorrendo desde 2017, com frequência de uma ou duas vezes por mês. O último desembarque ocorreu em 10 de janeiro, ainda sob o governo do democrata Joe Biden, transportando 100 pessoas.
Na quinta-feira (23), a secretária de imprensa de Trump, Karoline Leavitt, declarou que 538 imigrantes ilegais foram presos e centenas deportados em uma operação descrita como “a maior da história”. A ação marca o início de uma política mais rigorosa contra imigração irregular nos EUA.
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A Prefeitura de Timbiras, no Maranhão, passou a regular a presença de animais de médio e grande porte em vias e logradouros públicos na zona urbana do município.
De acordo com o texto da lei municipal número 294/2021, animais como equinos, bovinos, suínos e outros de porte similar serão apreendidos. É prevista, ainda, a aplicação de multas diárias para seus proprietários.
Animais soltos em vias públicas ligue: 99 98425 – 5354 ou 99 98443 – 9408.
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O Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA) aprovou, por unanimidade, a realização de uma auditoria especial de regularidade nos municípios que ultrapassaram os limites de despesas previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) no exercício financeiro de 2024. A decisão foi tomada em sessão plenária realizada no dia 4 de dezembro de 2024, em São Luís, e atende a um requerimento formalizado pela Secretaria de Fiscalização (SEFIS) do Tribunal.
O objetivo da auditoria, classificada como do tipo conformidade, é verificar se os entes municipais que excederam os limites de gastos determinados no artigo 20 da LRF cumpriram os requisitos legais para a gestão fiscal responsável. A fiscalização será incluída no plano bienal de auditoria (2024-2025), aprovado pela Decisão PL-TCE n° 932/2023.
A Lei de Responsabilidade Fiscal estabelece parâmetros claros para os gastos públicos, buscando garantir equilíbrio financeiro e evitar endividamentos excessivos. No entanto, diversos municípios do Maranhão extrapolaram os limites permitidos para despesas com pessoal e outras áreas, o que motivou a abertura do procedimento de auditoria pelo TCE.
Conselheiros do Tribunal, incluindo o presidente Marcelo Tavares Silva, destacaram a importância de monitorar a gestão fiscal para evitar o colapso das contas públicas municipais, sobretudo em um cenário de incertezas econômicas e proximidade com o ciclo eleitoral.
Com base no parecer do Ministério Público de Contas, os conselheiros decidiram: a) Autorizar a realização da auditoria especial de regularidade nos municípios que descumpriram os limites previstos na LRF; b) Determinar o encaminhamento do processo à Secretaria de Fiscalização (SEFIS) para adoção das providências necessárias, conforme os artigos 15 e 16 da Resolução TCE/MA n° 324/2020.
Fonte: Blog Domingos Costa
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Apesar do bloqueio de R$ 6 bilhões determinado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que o programa Pé-de-Meia não será interrompido. Segundo ele, o pacote de corte de gastos aprovado no fim do ano passado estabelece medidas que colocam o programa no Orçamento da União, apesar de a Advocacia-Geral da União (AGU) manifestar preocupações.
“Não vai ter descontinuidade [no Pé-de-Meia]. Isso, eu posso garantir. O que falei aos ministros é que todos os encaminhamentos estão sendo feitos para garantir a continuidade do programa”, disse Haddad após voltar de reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva; o ministro da Casa Civil, Rui Costa; e o ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Sidônio Palmeira. O encontro durou cerca de nove horas, na residência oficial da Granja do Torto.
Na noite de quarta-feira (22), a AGU entrou com recurso no Tribunal de Contas da União (TCU) para pedir a reversão do bloqueio de R$ 6 bilhões do Pé-de-Meia que viriam de fundos públicos. Apesar disso, Haddad assegurou que o programa, que paga incentivos a estudantes do ensino médio público inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Governo Federal (CadÚnico), pode continuar.
“Então você converse com o ministro da AGU [Jorge Messias]. O que eu penso é que vamos encontrar uma saída para fazer o pagamento”, disse ao ser questionado sobre a previsão da Advocacia-Geral da União.
Sem a aprovação do Orçamento de 2025, advertiu a AGU, o Pé-de-Meia pode ser paralisado ainda este mês. Segundo o órgão, o saldo atual do Fundo de Custeio da Poupança de Incentivo à Permanência e Conclusão Escolar para Estudantes do Ensino Médio (Fipem), administrado pela Caixa Econômica Federal e usado para custear o Pé-de-Meia, cobrirá apenas as despesas de dezembro.
Bloqueio do TCU
No último dia 17, o ministro do TCU Augusto Nardes assinou medida cautelar provisória que determinou o bloqueio de R$ 6 bilhões do Pé-de-Meia, após representação do Ministério Público junto à corte. Segundo a decisão, o pagamento aos estudantes não pode ser feito diretamente pelo fundo, mas deve passar pelo Tesouro Nacional e estar previsto na lei orçamentária, ainda não aprovada pelo Congresso.
Conforme a determinação do TCU, os recursos destinados ao programa devem ser bloqueados até que sejam regularizados no Orçamento Geral da União. O Ministério da Educação negou irregularidades e afirmou ainda não ter sido formalmente notificado da decisão. A pasta reiterou que todos os aportes ao fundo que custeia o programa foram aprovados pelo Congresso Nacional.
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A Prefeitura de São Vicente Férrer, no Maranhão, passou a regular a presença de animais de grande porte em vias e logradouros públicos na zona urbana do município.
De acordo com o texto da lei, animais como equinos, bovinos, suínos e outros de porte similar serão apreendidos e, caso não sejam reclamados por seus proprietários em até 72 horas, poderão ser vendidos, doados ou abatidos.
É prevista, ainda, a aplicação de multas diárias no valor de 20% do salário mínimo vigente para proprietários que não reclamarem seus animais, com aplicação dobrada em caso de reincidência. Na terceira apreensão, o animal será automaticamente vendido ou abatido.












