No corpo a corpo com o eleitor, Neguinho das Flores cai ainda mais na graça do povo e caminha firme para ser o próximo prefeito de Timbiras 

O candidato a prefeito de Timbiras Neguinho das Flores do Republicanos, acompanhado da candidata a vice-prefeita Bruna Alvim, de candidatos à vereadores e lideranças políticas, tem feito uma grande e bonita campanha e segue firme como o favorito a vencer às eleições e se tornar o próximo prefeito de Timbiras.

 

Neguinho desde que lançou seu nome como candidato, vem ganhando força, conquistando o apoio de diversos eleitores e lideranças políticas de Timbiras.

Após fazer uma grande pré-campanha, Neguinho das Flores vem fazendo uma campanha que dar gosto de ver. No corpo a corpo com o eleitor da sede e da zona rural, Neguinho vem recebendo cada vez mais apoios, e aonde chega é sempre recebido com o carinho da população, uma população que acredita na reconstrução de Timbiras, e que acredita que Neguinho é o mais preparado e tem o melhor plano de Governo para a Cidade.

 

Sem rejeição Neguinho faz questão de olhar nos olhos do eleitor, e reiterar que o seu desejo maior é fazer com que cada timbirense tenha dignidade. O candidato promete honrar cada apoio, e a confiança do povo de Timbiras.

Mesmo sendo alvo de ataques, Fake News, calúnias, preconceito e difamações por parte dos poderosos da política de Timbiras, Neguinho das Flores segue fazendo a sua campanha do mesmo jeito que fez a pré-campanha, sem atacar ninguém e falando apenas de coisas que interessam o povo de Timbiras.

Atendendo a um pedido feito pela Assembleia Legislativa do Maranhão, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, decidiu retirar da pauta a ADIN (Ação Direta de Inconstitucionalidade) que tratava sobre a eleição da Mesa Diretora da ALEMA.

 

O julgamento da ADIN deveria ser iniciado nesta sexta-feira (13), em Plenário Virtual, mas foi retirado da pauta por Fux.

 

Os deputados decidiram alterar o Regimento Interno da ALEMA e anteciparam a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2025/2026, realizando a escolha em junho de 2023 e reelegendo a atual presidente Iracema Vale (PSB).

 

Agora, com a saída de pauta à pedido da ALEMA, o caso deve ser apreciado pelo Núcleo de Solução Consensual de Conflitos da Suprema Corte, o que deve levar a um acordo, sem a necessidade de uma nova eleição.

 

De qualquer forma, vale ressaltar que Iracema Vale segue com o apoio da ampla maioria dos deputados estaduais para seguir comandando a ALEMA.

 

É aguardar e conferir.

 

O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Herman Benjamin, suspendeu uma liminar que permitia a Benedito Francisco Silveira Figueiredo, conhecido como Biné Figueiredo, disputar a prefeitura de Codó. A suspensão atendeu a um pedido do Ministério Público do Maranhão, após Biné ter sido condenado por improbidade administrativa, o que o tornaria inelegível segundo a legislação eleitoral vigente.

 

Biné Figueiredo havia conseguido uma liminar que suspendia os efeitos de sua condenação, viabilizando sua candidatura. Esta decisão foi inicialmente concedida pelo Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), que interrompeu os efeitos da condenação até a decisão final em uma querela nullitatis, um tipo de ação que busca anular a condenação.

 

O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Herman Benjamin, suspendeu uma liminar que permitia a Benedito Francisco Silveira Figueiredo, conhecido como Biné Figueiredo, disputar a prefeitura de Codó. A suspensão atendeu a um pedido do Ministério Público do Maranhão, após Biné ter sido condenado por improbidade administrativa, o que o tornaria inelegível segundo a legislação eleitoral vigente.

 

Biné Figueiredo havia conseguido uma liminar que suspendia os efeitos de sua condenação, viabilizando sua candidatura. Esta decisão foi inicialmente concedida pelo Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), que interrompeu os efeitos da condenação até a decisão final em uma querela nullitatis, um tipo de ação que busca anular a condenação.

 

Do Imirante.com

 

De acordo com o Portal Metrópoles, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, tem conversado com o cantor sertanejo Gusttavo Lima para entrar na política partidária e disputar as eleições de 2026.

 

A ideia de Caiado é que o artista dispute uma das duas vagas para o Senado por Goiás. De olho na corrida à Presidência da República, Ronaldo Caiado vê em Gusttavo Lima uma ponte para aproximá-lo ainda mais do segmento bolsonarista. A ideia é que a estrela sertaneja faça dobrada com Gracinha Caiado, mulher do governador, que também será candidata ao Senado.

 

A proposta é lançar o artista em um partido grande e com tempo de TV considerável, e Gracinha pelo União Brasil, partido do governador. A dupla faria dobradinha na chapa que apoiaria Ronaldo Caiado à Presidência da República.

 

Inicialmente, Caiado chegou a sondar Michelle Bolsonaro (PL) para disputar o Senado por Goiás. A ex-primeira-dama, contudo, tem planos de se lançar pelo Distrito Federal, onde mora com a família.

 

No fim de agosto, durante a exibição do show Buteco – Despedida, transmitida na plataforma de streaming Disney+, Gusttavo Lima lançou a candidatura de Caiado à Presidência da República e declarou apoio a candidatura de Pablo Marçal à Prefeitura de São Paulo. Caiado e Marçal estavam no show do sertanejo.

 

É aguardar e conferir.

 

O juiz da 8ª Zona Eleitoral de Coroatá, Duarte Henrique Ribeiro de Souza, negou os embargos de declaração apresentados pela coligação “Junta Todo mundo por Coroatá” contra a decisão que deferiu o registro do candidato a prefeito da cidade, Edimar Franco, o Edimar Vaqueiro.

 

No autos, a oposição alegou a existência de omissão na decisão afirmando que a sentença não teria abordado adequadamente os argumentos relativos à desincompatibilização apresentados.

 

Ao analisar o caso, o juiz eleitoral garantiu que não existe omissão, contradição, ou qualquer vício a ser suprido, uma vez que a sentença analisou todos os fatos apresentados com base na legislação.

 

Portanto, para Duarte de Souza há um incorformismo da parte autora com a decisão a favor de Edimar Vaqueiro, pois é contrária a seus interesses, pois está pretendendo apenas rediscutir razões e fundamentos da decisão, o que é impossível pela via dos embargos declaratórios

 

“Ante o exposto, conheço e nego provimento aos embargos de declaração pela Coligação Junta Todo Mundo Por Coroatá, mantendo na íntegra a sentença que deferiu o pedido de registro de candidatura de EDIMAR DE AGUIAR FRANCO (EDIMAR VAQUEIRO)”, decidiu

 

Doce infância.

E se ao menos hoje o tempo caminhasse para trás…

Se a luz da lamparina confrontasse os olhos fixos nas telas luminosas,

Se o cheiro de mato verde ainda fosse o tempero dos dias.

Tempo cruel…

Manhãs infantis de domingo,

Rodas de conversa,

Pai, mãe,

Para nunca mais.

A palavra mais dura, seguida de um “sim, senhor”.

Colo, refúgio nas tempestades de raios e trovões a iluminar os céus.

Fogareiro, brasa, almoço posto à mesa,

O sol adentrando pela janela.

Lá fora, os dias apressavam-se sem que eu percebesse,

Faceiramente, um após o outro, e mais outro…

A bodega de antiguidades, o campinho de futebol no quintal, os amigos de infância do tempo em que a vida era bem mais despretensiosa.

Na parede, a fotografia envelhecida me sussurra:

Tempos que não voltam mais.

 

@walterli.lima

 

Foto: TSE

Em 28 dias de funcionamento, o aplicativo Pardal recebeu mais de 34.200 denúncias sobre práticas de propaganda eleitoral irregular na campanha das Eleições Municipais de 2024, cujo 1º turno acontece no dia 6 de outubro, em 5.569 cidades do país. O número corresponde a uma média superior a 1.200 denúncias por dia.

 

A ferramenta desenvolvida pela Justiça Eleitoral registra queixas no curso da propaganda eleitoral, iniciada em 16 de agosto. Conforme mostram as estatísticas do Pardal Web, do total de relatos, a maior parte envolve candidatos ao cargo de vereador, seguido do cargo de prefeito, partido/coligação/federação e do cargo de vice-prefeito.

 

Entre os estados, São Paulo continua liderando o ranking, com 6.702 denúncias, Minas Gerais aparece em segundo, com 4.145, e o Rio Grande do Sul em terceiro, com 3.453. Por outro lado, as unidades da Federação que menos registraram relatos foram Roraima (23), Amapá (48) e Tocantins (98).

 

Os dados desta reportagem retratam o cenário no país até as 19h desta quarta-feira (11).

 

Quanto ao tipo de irregularidade, 11% dos relatos dizem respeito a propagandas na internet e 89% a outras formas de propaganda geral nas ruas. As denúncias relacionadas às candidaturas e ao contexto local da disputa são encaminhadas ao juízo eleitoral competente, a fim de exercer o poder de polícia eleitoral, conforme estabelece a Portaria do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nº 662/2024.

 

Para evitar acusações incorretas ou infundadas, o aplicativo fornece a descrição específica sobre o que pode e não pode com relação ao tópico em questão. Com base na avaliação da usuária ou do usuário, são oferecidas as opções “Prosseguir” ou “Encerrar”. Quem faz a denúncia é responsável por preencher os dados e anexar os arquivos sobre a irregularidade apontada.

 

Se a acusação estiver relacionada a casos de desinformação, a pessoa será direcionada para o Sistema de Alerta de Desinformação Eleitoral (Siade) e, se o assunto tratar de crime ou ilícito eleitoral, para o Ministério Público Eleitoral.

 

O aplicativo Pardal pode ser baixado gratuitamente nas lojas de dispositivos móveis Google Play e App Store.

 

Flávio Braga (Professor e especialista em Direito Eleitoral)

 

São vedadas na campanha eleitoral a confecção, utilização, distribuição por comitê, candidato, ou com a sua autorização, de camisetas, chaveiros, bonés, canetas, brindes, cestas básicas ou quaisquer outros bens ou materiais que possam proporcionar vantagem ao eleitor.

Todavia, é permitido a qualquer tempo o uso de bandeiras, broches, dísticos, adesivos, camisetas e outros adornos semelhantes pelo eleitor, como forma de manifestação de suas preferências por partido político, federação, coligação ou candidato.

 

A legislação permite a entrega de camisas a pessoas que exercem a função de cabos eleitorais para utilização durante o trabalho na campanha, desde que não contenham os elementos explícitos de propaganda eleitoral, cingindo-se à logomarca do partido, da federação ou da coligação, ou ainda ao nome do candidato. Não deve constar o número do candidato.

Também é permitida, no dia das eleições, a manifestação individual e silenciosa da preferência do eleitor por partido político, coligação, federação ou candidato, revelada exclusivamente pelo uso de bandeiras, broches, dísticos, adesivos e camisetas.

 

Por outro lado, cabe destacar que o derrame ou a anuência com o derrame de material de propaganda no local de votação ou nas vias próximas, ainda que realizado na véspera da eleição, configura propaganda irregular, sujeitando-se o infrator à imposição de multa, sem prejuízo da apuração criminal.

 

Não é permitida a veiculação de material de propaganda eleitoral em bens públicos ou particulares, exceto de:

a) bandeiras ao longo de vias públicas, desde que móveis e que não dificultem o bom andamento do trânsito de pessoas, inclusive daquelas que utilizem cadeiras de rodas ou pisos direcionais e de alerta para se locomoverem, e veículos.

b) adesivo plástico em automóveis, caminhões, bicicletas, motocicletas e janelas residenciais, desde que não exceda a meio metro quadrado. É permitida a afixação de adesivos microperfurados até a extensão total do para-brisa traseiro dos veículos.

 

É vedada a veiculação de propaganda em postes de iluminação pública, sinalização de tráfego, viadutos, passarelas, pontes, paradas de ônibus e outros equipamentos urbanos, bem como a exposição de placas, estandartes, faixas, cavaletes, bonecos e assemelhados.

 

No entanto, é permitida a colocação de mesas para distribuição de material de campanha e a utilização de bandeiras ao longo das vias públicas, desde que móveis e que não dificultem o bom andamento do trânsito de pessoas e veículos, observando-se o horário 6 horas até as 22 horas.

 

As eleições 2024 em Timbiras, cidade leste maranhense prometem ser uma das mais inusitadas e cheias de viradas e surpresas dos últimos tempos. Tanto na majoritária quanto para o Legislativo, as campanhas parecem passar por uma verdadeira ‘Montanha Russa’ de emoções.

 

A repentina adesão ao projeto do 10, mostra a força e o crescimento vertiginoso da campanha de Neguinho das Flores na corrida ao pleito do esperado 6 de outubro. Além de ter largado na frente e ter ido para o corpo a corpo com o eleitorado timbirense em todos os bairros da cidade e povoados da zona rural, Neguinho conseguiu reunir uma boa equipe de comunicação.

 

Suas mídias sociais mostram uma grande melhora com material de qualidade, com bastante conteúdo diferenciado, com ideias e propostas que discutem e abrem perspectivas renovadoras para cidade e seus eleitores.

 

Não prospera a insinuação de que o governo interferiu na Assembleia Legislativa para que o bloco independente, que era chamado União Democrática, tenha sido desfeito e agora todos os deputados deste bloco estejam isolados somente com seus partidos.

 

Para formar um bloco são necessários pelo menos seis deputados. Era o número exato de deputados que o bloco possuía. Ele era formado por Mical Damasceno (PSD), Fernando Braide (PSD), Wellington do Curso (NOVO), Eric Costa (PSD), Júnior Cascaria (PODE) e Jota Pinto (PODE). O líder era Wellington.

 

Mas pelo revezamento, estava acordado que o próximo líder seria o deputado Fernando Braide. Mas Wellington, que disputa a prefeitura de São Luís contra o irmão de Fernando, não aceitava ser liderado pelo deputado do PSD e preferiu ficar isolado.

 

O deputado Othelino Neto (Solidariedade), que saiu do PCdoB e consequentemente do blocão Unidos pelo Maranhão, estava tentando entrar no bloco Independente, mantendo os seis deputados necessários. Mas sua entrada foi barrada não pelos membros que não estavam alinhados com o posicionamento de Othelino como opositor ferrenho ao governo do Estado.

 

A deputada Mical Damasceno inclusive disse que ela não queria se associar a Othelino como opositor uma vez que o atual governo estava respeitando sua principal base eleitoral, que é o público evangélico. Os deputados do Podemos, que ainda brigam na Justiça Eleitoral por seus mandatos no processo que julga suspeita de fralde à cota de gênero, também querem fica afastados de polêmicas.

 

Assim, foi desfeito o Bloco e Solidariedade, Podemos, PSD e Novo estão isolados neste momento.

 

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PM DE TIMBIRAS

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