10 de Dezembro – Dia Internacional dos Direitos Humanos

O Dia Internacional dos Direitos Humanos serve, portanto, como um lembrete da necessidade contínua de esforços coletivos para proteger e promover os direitos de todos. A celebração deste dia reforça a mensagem central de que os direitos humanos são universais, indivisíveis e interdependentes.

Nesta quinta-feira 11 de dezembro acontece o 1º Jantar das Primeiras-Damas e Mulheres na Política 2025, evento que marca também a 1ª edição do Prêmio Mulheres na Política, na Villa Reale Buffet. A iniciativa é realizada pelo apresentador William Santos, do Jornal O Debate e do Programa Top da TV São Luís afiliada à RedeTV em parceria com a jornalista Cristiana França, e promete ser o maior encontro de lideranças políticas femininas do Maranhão.

O prêmio homenageará mulheres que se destacam pela atuação na política municipal, estadual e nacional, reconhecendo suas contribuições para o desenvolvimento social, administrativo e institucional.

A noite contará com exposição fotográfica das homenageadas, além de atrações musicais que ficarão por conta do DJ André Luís e da cantora Thaís Moreno e Banda.

O cerimonial será conduzido por Gisela Diniz e equipe. A apresentação do prêmio ficará a cargo dos jornalistas Markus Martins e Eliene Pinheiro, enquanto a cobertura especial será assinada pela jornalista Dalvana Mendes.

A ambientação e decoração serão realizadas pela empresária e decoradora Kamila Paixão, e os doces finos da noite serão produzidos por Tânia Mara Doces. A produção executiva é de Beatriz Veras.

Um encontro histórico para o protagonismo feminino

A expectativa é de que a solenidade reúna primeiras-damas, prefeitas, vereadoras, deputadas, secretárias municipais e estaduais, além de outras lideranças femininas que desempenham papéis essenciais na gestão pública do Maranhão. O evento também deve se consolidar como um momento de integração e celebração de fim de ano entre as autoridades presentes.

Presença confirmada da Deputada Solange Almeida.

O Ministério do Planejamento e Orçamento confirmou nesta quarta-feira (10) que o salário mínimo será de R$ 1.621 em 2026, um aumento de R$ 103 em relação ao valor atual, de R$ 1.518. O reajuste, de 6,79%, passa a valer em janeiro, impactando o pagamento que o trabalhador recebe em fevereiro.

A estimativa já constava nas projeções oficiais do governo e segue a política de valorização do salário mínimo aprovada no ano passado. Pelo formato adotado, o cálculo considera dois componentes:

  • a inflação acumulada em 12 meses até novembro, medida pelo INPC, conforme determina a Constituição;
  • o crescimento real do PIB dos dois anos anteriores, que para 2026 leva em conta o resultado de 2024, quando a economia avançou 3,4%.

No entanto, a lei do novo arcabouço fiscal, aprovada em dezembro de 2024, estabeleceu um limite de 2,5% para o ganho real do mínimo, caso o PIB ultrapasse esse patamar. Assim, mesmo com a alta econômica de 3,4%, o reajuste acima da inflação será travado no teto permitido.

Com isso, o cálculo final aplicado pelo governo inclui:

  • 4,4% de inflação acumulada até novembro de 2025, segundo dados divulgados pelo IBGE nesta quarta-feira;
  • 2,5% de aumento real, limitado pela legislação fiscal.

O valor de R$ 1.621 passa a integrar as bases de cálculo para benefícios previdenciários, assistenciais e programas sociais vinculados ao piso nacional.

Na tribuna da Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira (10), o deputado estadual Ricardo Arruda (MDB) reagiu com contundência à decisão da Câmara Municipal de Grajaú que rejeitou as contas do ex-prefeito Mercial Arruda, mesmo com parecer favorável do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA). Para o parlamentar, a votação representa um ato de “perseguição, ingratidão e truculência” articulado pelo prefeito Gilson Bomfim.

Segundo o parlamentar, a decisão dos vereadores não teve base técnica nem respeito ao Regimento Interno da Câmara, mas foi resultado direto de “pressão política, ameaças e intimidação” praticadas pelo gestor municipal para manipular o resultado.

Em seu discurso, Ricardo Arruda afirmou que o prefeito Gilson Bomfim perdeu, ao longo da gestão, todas as máscaras que o sustentavam politicamente, como a de homem honesto, a de líder religioso equilibrado e a de gestor comprometido com o diálogo. Para o deputado, o comportamento autoritário, perseguidor e intimidatório de Gilson se revela em perseguições políticas, ameaças de demissão e pressão direta sobre servidores e vereadores.

Ricardo reforçou que, apesar da manobra política, Mercial permanece elegível, já que não possui condenações nem qualquer ato de improbidade. Para o parlamentar, Gilson teme enfrentar nas urnas um ex-prefeito ficha limpa, querido e com legado sólido. “O prefeito Mercial é amado e tem amigos. Gilson é temido. E sabe que sua casa vai cair, seja pelas mãos do povo, seja pela Justiça”, afirmou Ricardo Arruda.

Ele também agradeceu aos vereadores Pedim do Remanso, Flávio Henrique e ao presidente da Câmara, Elielson do Caboco Mamede, por manterem a dignidade e seguirem o parecer técnico, mesmo sob forte pressão.

Encerrando seu pronunciamento, o deputado afirmou que nenhuma manobra política impedirá o julgamento das urnas.

“Em 2028, o povo de Grajaú saberá reconhecer quem é honesto e quem traiu seu próprio grupo. Saberá julgar quem trabalha com seriedade e quem age com perseguição e ameaças”, garantiu Ricardo Arruda.

Foto Reprodução

A Câmara dos Deputados aprovou, por 291 votos a 148, o projeto de lei da dosimetria, que altera o cálculo das penas para crimes contra o Estado Democrático de Direito e pode reduzir de forma expressiva o período de prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A votação avançou pela madrugada e só foi concluída após as 4h, quando a redação final foi aprovada e a matéria encaminhada ao Senado. No Maranhão, a bancada federal se dividiu diante do texto.

Votaram a favor:

Allan Garcês (PP)

Aluísio Mendes (Republicanos)

Cléber Verde (MDB)

Josivaldo JP (PSD)

Júnior Lourenço (PL)

Marreca Filho (PRD)

Pedro Lucas (União Brasil)

Votaram contra:

Duarte Jr. (PSB)

Fábio Macedo (Podemos)

Márcio Jerry (PCdoB)

Rubens Júnior (PT)

Ausentes:

Amanda Gentil (PP)

Detinha (PL)

Josimar de Maranhãozinho (PL)

Hildo Rocha (MDB)

Márcio Honaiser (PDT)

Juscelino Filho (União Brasil)

Pastor Gil (PL)

O município de Timon alcançou um dos mais altos reconhecimentos nacionais na área de controle e gestão, sendo condecorado com o Selo Diamante em Transparência Pública e a nota de 97,40%. O resultado, divulgado após avaliação da ATRICON e validação do Tribunal de Contas, coloca a administração do prefeito Rafael Brito como uma mais transparentes do país.

Para o gestor, o desempenho reflete uma política de gestão baseada em responsabilidade fiscal, planejamento contínuo e rigor no uso do dinheiro público. A certificação também reforça a evolução administrativa e atende às exigências crescentes dos órgãos de controle por mais clareza e acesso às informações governamentais.

Com o Selo Diamante, Timon se consolida entre os municípios que oferecem o mais alto nível de transparência, demonstrando compromisso com práticas modernas de controle social e fortalecimento da confiança da população na administração municipal.

O suplente Anderson Borges (PP) assumiu a vaga de André Campos (PP) na Câmara Municipal de São Luís. O titular se licenciou para assumir a presidência da Agência Executiva Metropolitana estadual.

Borges chega ao parlamento municipal com um bom desempenho nas urnas. Ele conquistou 3.800 eleitores da capital maranhense.

Aliado do ministro do Esporte, André Fufuca, Anderson Borges chega ao parlamento pela primeira vez.

Ele diz que dará continuidade ao trabalho de André Campos e também terá a cultura como um de seus focos no mandato.

A avaliação das gestões pública em São Luís ganhou novos contornos com os números divulgados pelo Instituto DataIlha, que mostram o prefeito Eduardo Braide atingindo um patamar de aprovação raramente visto na capital. Enquanto a população apresenta opiniões divididas sobre o governo estadual e avalia positivamente o governo federal, é a administração municipal que se destaca com distância expressiva das demais.

De acordo com os dados, 95,3% dos moradores da capital dizem aprovar a gestão de Eduardo Braide, contra apenas 3,5% que afirmam não aprovar o trabalho do prefeito. O resultado coloca Braide em posição de absoluto destaque no cenário político local e reforça sua força crescente como pré-candidato ao Governo do Maranhão em 2026.

Os números evidenciam não apenas a consolidação de Braide como liderança política em São Luís, mas também a diferença de percepção entre as três esferas administrativas, com o prefeito alcançando nível de aprovação praticamente unânime na capital.

A pesquisa DataIlha utilizou metodologia quantitativa, com entrevistas presenciais e aplicação de questionário estruturado. O levantamento ouviu 705 pessoas em 06 de dezembro de 2025, com margem de erro de 3,7 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%.

Pesquisa DataIlha aponta Maura Jorge como sexto nome mais lembrado em São Luís para o Governo do Maranhão — mesmo sem campanha na capital

Uma pesquisa espontânea realizada pelo Instituto DataIlha, exclusivamente com eleitores da capital São Luís, revelou os 6 nomes mais lembrados pelos ludovicenses quando o assunto é Governo do Maranhão.

A aparição espontânea de Maura Jorge na pesquisa — sem campanha ou divulgação na capital, sem pré-candidatura anunciada e sem atuação política direta em São Luís — indica lembrança popular ativa e um nível de reconhecimento estadual consolidado, a posicionando em sexto lugar.

O servidor municipal aposentado Liberalino Paiva Sousa protocolou no Tribunal de Contas do Estado uma denúncia contra o prefeito Eduardo Braide por descumprimento da lei que elevou o subsídio do chefe do Executivo para R$ 38 mil e redefiniu o teto remuneratório do funcionalismo. A iniciativa ocorreu após a Câmara Municipal decidir, nesta terça-feira, não levar adiante o pedido de cassação apresentado anteriormente.

Segundo a representação, a Prefeitura mantém o teto antigo, de R$ 25 mil, apesar de decisões judiciais que confirmaram a vigência imediata da nova legislação. No documento, Liberalino afirma que a conduta da gestão “configura grave ofensa ao art. 49, VI, da Lei Orgânica do Município de São Luís/MA e, por via de consequência, caracteriza infração político-administrativa”.

A denúncia reúne decisões judiciais, demonstrativos de pagamento e notificações enviadas à administração municipal sem resposta. Entidades de auditores também relatam que a Secretaria de Administração não informou quando aplicará o novo teto ou pagará as diferenças retroativas.

Com a recusa da Câmara em abrir o processo, caberá agora ao Tribunal de Contas e ao Ministério Público avaliar se há elementos para instaurar procedimentos que apurem eventual responsabilidade administrativa ou fiscal de Eduardo Braide, o que pode resultar até em inelegibilidade.

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PM DE TIMBIRAS

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