Antes visto apenas nos noticiários como realidade americana, a violência gratuita adentrou os muros das escolas brasileiras tornando-se cada vez mais frequente os atentados contra a vida.
Assassinos a sangre frio transformam a escola em cenário aberto de tragédias manchadas de dor e sangue que além de vitimizar inocentes tem provocado crescente sensação de insegurança entre professores, alunos e demais colaboradores da comunidade escolar.
Nenhum de nós estávamos ou estamos prontos para lidar com este tipo de violência, todavia, é preciso urgência na discussão de políticas de segurança dentro das escolas para que tragédias similares não voltem a acontecer.
Não se pode prevê de onde vem o perigo mas podemos ao menos amenizar os riscos.
A aprendizagem e o processo de ensino derivam de vários fatores, entre eles, o da construção de um ambiente saudável e seguro onde se possa ensinar e aprender.
Não podemos simplesmente permanecer de braços cruzados a espera de quando e onde será a próxima vez.
Fala-se em policiamento das escolas, maior número de vigilantes e restrição de acesso. Ainda não há uma fórmula exata do que fazer, talvez nunca haverá, contudo, é de consenso a necessidade de encararmos a realidade de frente a procura de possíveis saídas para o problema no sentido de preservar a vida, o maior bem que possa existir.
Por professor Walterli Lima, Colunista do Blog do professor Gil.





