Domingo de Ramos e da Paixão, Por Dom Leomar Antônio Brustolin, Arcebispo de Santa Maria (RS)

O Domingo de Ramos é muito mais do que uma simples tradição de levar ramos abençoados para casa. Ele marca o início da Semana Santa, o tempo mais importante do ano para nós, cristãos. Nesse dia, celebramos a entrada de Jesus em Jerusalém, a cidade onde Ele entregaria a vida por amor a todos nós. É uma celebração que reúne alegria e dor, vitória e sofrimento. De um lado, a multidão que acolhe Jesus com festa; de outro, já se faz presente a sombra da cruz que se aproxima.

Ao entrar na cidade, o povo estende mantos no chão e agita ramos, aclamando: “Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor!”. “Hosana” significa “Salva-nos”. Aquelas pessoas reconheciam em Jesus a esperança de um Salvador, aquele que poderia libertá-las e dar um novo sentido à vida.

Na procissão de Ramos, saímos em comunidade, com nossos ramos nas mãos, para manifestar nosso desejo de acolher Jesus em nossas vidas. Levamos os ramos abençoados para casa, colocamos em um cantinho especial, trocamos com familiares e vizinhos como sinal de paz. Mas é essencial lembrar: mais importante do que o ramo que guardamos é o coração aberto para receber o Senhor.

Que neste Domingo de Ramos possamos, com humildade e fé, abrir as portas do nosso coração e deixar Jesus entrar. Que Ele reine em nossas vidas – não como um rei de glórias passageiras, mas como o Senhor que nos ensina a amar até o fim. E que, com ramos nas mãos e a esperança renovada, possamos segui-Lo até a vitória da vida nova, que celebraremos na Páscoa.

Hosana! Bendito o que vem em nome do Senhor!

Os pais de alunos matriculados na Escola Municipal São Francisco, localizada na Comunidade Boa Esperança da CIT, zona rural de Codó, foram surpreendidos por um aviso de que a unidade vai encerrar as atividades. A situação não agradou a comunidade, principalmente por não ter sido avisada com antecedência. A secretaria municipal de educação através da diretora do Pólo Santana Velha, a senhora Francisca Lima, justamente com a professora Vera, foram as indicadas para repassar o aviso, que revoltou não só a Comunidade Boa Esperança da CIT, mas todas as noves associações do PA Novo Horizonte.

A Secretaria de Educação e o prefeito Chiquinho FC precisam rever essa atitude e informar os reais motivos do fechamento da Escola.

Com dois filhos matriculados na unidade, o lavrador, que preferiu não se identificar, não gostou da mudança por medo de que isso atrapalhe o desenvolvimento escolar. Ele também ressaltou que a escola era um sonho da comunidade, escola boa, construída na última Gestão do ex-prefeito Zito e sempre funcionou e o nosso prefeito que votamos nele, nos dar esse presente de fechar a nossa escola.

“A gente fica muito triste porque a escola São Francisco da nossa Comunidade é umas das primeiras escolas construída na nossa região e sempre foi de muita referência nos aprendizado dos alunos. Outro problema que a gente teme acontecer é atrapalhar nos aprendizado deles porque, segundo informações de funcionários da secretaria de educação nosso alunos ainda pequenos serão transferidos para outra escola, isso é um absurdo, tendo uma escola boa e reformada na porta de casa”, reclamou.

O Blog garante o espaço ao prefeito Chiquinho FC, caso queira explicar sobre o fechamento da escola que revoltou as comunidades da zona rural do município.

O pré-candidato do Novo ao Governo do Maranhão, Lahesio Bonfim, divulgou um vídeo nas redes sociais em que questiona os dados do levantamento Quaest/TV Mirante divulgados nesta semana.

Na pesquisa, o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes aparece em terceiro lugar, atrás do vice-governador Felipe Camarão (PT).

Segundo ele, soou estranho, por exemplo, o fato de a própria Mirante, contratante da consulta, não ter tido interesse em divulgar os números. Ele também contestou o patamar de aprovação do governo Carlos Brandão (PSB).

O deputado federal Pedro Lucas Fernandes emitiu nota sobre a sua indicação ao ministério das comunicações. O deputado afirmou que recebeu com satisfação a indicação e que agora irá discutir com o partido porque é preciso resolver a questão da liderança do partido na Câmara.

“Recebi com respeito e senso de responsabilidade o convite do presidente Lula para integrar o governo federal”, mas disse que ainda precisa junto com a partido resolver a liderança.

Depois da divulgação da pesquisa feita pelo Instituto Quaest, nesta semana, sobre o cenário para a disputa pelo Governo do Maranhão, algumas observações precisam ser feitas.

Entre as observações pertinentes é que a unidade, de um lado ou do outro, pode ser determinante para o resultado da eleição de 2026.

No grupo político do governador Carlos Brandão (PSB), a pesquisa apresentou dois nomes: o vice-governador Felipe Camarão (PT) e o secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão (PSB). Camarão apareceu com 19% e Orleans com 9%, somados os dois chegariam a 28%.

Já o grupo dos opositores ao Governo Brandão, dois nomes estavam na pesquisa: o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), com 33% e o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim (Novo) com 16%. Se houvesse uma união de forças, os opositores teriam 49%, bem perto de uma vitória ainda no 1º Turno.

É óbvio que esse é o cenário atual e muita coisa pode mudar, afinal estamos há um ano e seis meses da eleição de 2026. No entanto, pelo cenário de momento, o grupo que tiver a capacidade de unir, pode se tornar muito forte na disputa do ano que vem.

É aguardar e conferir.

Foto Reprodução

A população de Governador Nunes Freire mandou o recado: o governo do prefeito Fernando PL está no rumo certo. Segundo pesquisa do Instituto BMO, divulgada em abril, 87,2% dos entrevistados aprovam os primeiros 100 dias de sua gestão.

Os números colocam Fernando entre os prefeitos mais bem avaliados do Maranhão neste início de mandato.

Com o respaldo popular, Fernando PL entra no segundo trimestre da gestão fortalecido — e, mais do que nunca, com carta branca para acelerar as mudanças que a cidade precisa.

Com substituição de Juscelino por Pedro Lucas, suplente retorna à Câmara

Na política, o raio pode, sim, cair duas vezes no mesmo lugar — que o diga Ivan Júnior. O suplente do União Brasil garantiu o retorno à Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (10), menos de 24 horas depois de ter deixado o mandato.

A volta-relâmpago foi provocada pela indicação de Pedro Lucas Fernandes para o Ministério das Comunicações, após a saída de Juscelino Filho, que optou por deixar a pasta para se dedicar à sua defesa nas investigações conduzidas pela PGR. Ivan já havia assumido a vaga em janeiro, quando o primeiro suplente da chapa, Dr. Benjamim, foi eleito prefeito de Açailândia.

Advogado e estivador, com base na região do Itaqui-Bacanga, ele é aliado de Pedro Lucas e pode ganhar protagonismo no projeto político do novo ministro — filho de Pedro Fernandes, ex-deputado federal e atual prefeito de Arame.

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, anunciou nesta quinta-feira, 10, que o deputado federal Pedro Lucas (União Brasil-MA), atual líder da sua sigla na Câmara, assumirá o Ministério das Comunicações no lugar de Juscelino Filho, que pediu demissão após ser denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por desvio de emendas parlamentares. A nomeação dele, contudo, ainda não foi publicada no Diário Oficial da União (DOU).

A Promotoria de Justiça de Santa Helena ingressou, nesta terça-feira, 8, com uma Ação Civil Pública com pedido de Liminar contra o Município, na qual requer o imediato restabelecimento da merenda escolar na rede pública municipal de ensino. Foi verificado pelo Ministério Público do Maranhão que não houve fornecimento de alimentação aos estudantes desde o início do ano letivo de 2025.

Um procedimento foi instaurado pela Promotoria em 16 de janeiro, para fiscalizar as condições físicas, de recursos humanos e de materiais das escolas municipais, tendo sido constatado que o ano letivo foi iniciado com atraso e sem que fossem tomadas todas as providências para garantir o pleno direito à educação. Entre os problemas está a falta de alimentação escolar saudável e adequada, como prevê o Programa Nacional de Alimentação Escolar.

A situação levou as escolas de Santa Helena a liberar os alunos mais cedo, às 10h, o que foi confirmado pela promotora de justiça Rita de Cássia Pereira Souza, em vistoria realizada no dia 31 de março.

Uma Recomendação foi encaminhada ao prefeito João Jorge Jinkings Pavão Filho e à secretária municipal de Educação, Rosinelba Pereira Ferreira, orientando sobre a regularização da distribuição de merenda escolar. Em 1° de abril, foi realizada reunião sobre o tema, na qual o gestor municipal justificou a situação devido ao atraso no processo de licitação e à falta de merendeiras, comprometendo-se a enviar documentos comprobatórios, o que não aconteceu.

Na última segunda-feira, 7, uma nova inspeção foi realizada e verificou a persistência da falta de merenda escolar e a liberação antecipada dos estudantes.

“A situação agravou-se ainda mais, impactando diretamente a rotina escolar. Alunos estão sendo liberados das escolas antes do horário regular devido à falta de alimentação, violando de forma flagrante o direito fundamental à educação e à dignidade, previstos na Constituição Federal”, observou Rita de Cássia Souza. Para a promotora de justiça, a situação compromete o pleno desenvolvimento educacional, físico e psicológico dos estudantes, configurando negligência na execução de políticas públicas essenciais.

RECURSOS

As investigações do Ministério Público do Maranhão apontaram que o Município de Santa Helena recebeu, no mês de fevereiro de 2025, R$ 81.966,50; em março, foram repassados R$ 401.688,50 destinados à aquisição de merenda escolar. Além dos repasses recebidos, há no próprio orçamento do Município rubricas vinculadas à prestação do serviço de alimentação escolar.

O documento aponta que a falta de fornecimento de merenda escolar adequada viola a Convenção sobre Direitos das Crianças da ONU, a Constituição Federal, o Estatuto da Criança e do Adolescente, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e o Programa Nacional de Alimentação Escolar.

Para Rita de Cássia Souza, a ausência de merenda escolar compromete o direito fundamental à educação pois “a precariedade ou inexistência desses serviços gerou evasão escolar, desnutrição e prejuízos ao aprendizado, em clara afronta ao princípio da dignidade da pessoa humana”.

Na Ação, além do restabelecimento imediato da merenda escolar, o Ministério Público requer que a Justiça determine que a Prefeitura garanta, de forma ininterrupta, o fornecimento adequado da alimentação, sob pena de multa diária de R$ 10 mil.

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PM DE TIMBIRAS

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