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O dia a dia dos administradores/gestores públicos e privados já é marcado pelo uso e práticas de planejamento, organização, controle e direção (o POCD da Administração), e em tempos de crise essas técnicas administrativas se tornam ainda mais necessárias, pois esses tempos são considerados como mais difíceis, quando comparados ao cotidiano de normalidade das empresas e organizações.
Em face disso, o período de pandemia da COVID-19, que marca os anos de 2020 e 2021 como um dos mais difíceis da história humana, levou os gestores e administradores dos setores público e privado a adotarem uma nova postura administrativa na condução dos seus negócios, atribuições e empreendimentos, envolvendo todos os aspectos, desde a adequação do quadro de colaboradores ao gerenciamento crítico das finanças.
Esse mesmo período também marca a existência de um redesenho estrutural e administrativo (organograma das organizações) onde as mudanças acabam por interferir diretamente nas esferas econômica, política e social, de uma vez que essas três esferas possuem uma intima e direta relação, que refletem diretamente no cidadão comum, que percebe tais mudanças no momento em que abastece seu veículo, por exemplo.
Por essa razão, quando as crises passam a atingir diretamente as três esferas e influenciar a vida do cidadão comum enquanto consumidor, por exemplo, a administração prática pode se tornar uma excelente ferramenta para aqueles que exercem cargo de liderança e gestão administrativa, com o objetivo de atender as necessidades de toda uma população a partir do processo de gestão.
Portanto, em tempos de crise, a exemplo do período de pandemia da COVID-19, espera-se uma boa governança dos gestores, como é o caso das empresas que souberam bem se sobressair e os governadores e prefeitos que bem governaram seus estados e cidades, reduzindo os possíveis números de mortos e aplicando corretamente os recursos destinados ao combate da COVID-19. Assim, administrar bem é necessário para o bem comum, mais ainda, em tempos de crise.
*Orlando de Lima Monteiro, possui formação em Tecnologia em Processos Gerenciais, Letras-Português/Inglês, Pedagogia, Gestão Pública e Educação Especial/Inclusiva; Técnico em Serviços Públicos.
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Pronunciamento feito na noite desta segunda-feira, dia 13 de fevereiro, durante a segunda Sessão Ordinária de 2023, o vereador Alex Rocha reafirma o compromisso que faz parte da base do governo Borba. Por fim, Alex Rocha, afirma que chegou a Câmara Municipal por esforço do seu grupo político e confiança da população de Timbiras, não deve seu mandato a ninguém, faz parte do grupo do prefeito Borba até o dia que Deus quiser.
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A Câmara Municipal de Timbiras realizou mais uma importante Sessão Ordinária nesta segunda-feira 13 de fevereiro.
O Plenário da Câmara Municipal de Timbiras esteve bastante organizado e visitado. Muito proveitoso em termos de pronunciamentos, votações e apresentações de requerimentos, indicações de interesse da população Timbirense. As Sessões acontecem para que o Legislativo apresente seus trabalhos, façam suas indicações, requerimentos ou votem projetos de leis.
Como sempre, o vereador Presidente da Casa Legislativa professor Manoel conduziu os trabalhos de forma harmônica e com toda a coerência que lhe é peculiar, abriu os trabalhos pedindo a proteção de Deus com uma citação Bíblica feita pelo Vereador professor Osmael, logo em seguida solicitou que o secretário apresentasse a pauta da Sessão. Apenas a vereadora professora Benta do Nozor, esteve ausente por motivo superior.
O presidente vereador professor Manoel, do alto da sua experiência no Parlamento Timbirense, vem recebendo elogios dos vereadores e de toda a população pelos bons fluidos sob o comando do novo presidente, provando que todos nesta casa, tem responsabilidade de legislar em favor do povo de Timbiras.
O Blog do professor Gil parabeniza o trabalho do novo presidente vereador professor Manoel. Que Deus ilumine vossa excelência e a todos. Veja cobertura fotográfica completa:
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A Prefeitura de Paço do Lumiar, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer (Semcel), entregou neste sábado (11), mais de 3 mil abadás para blocos carnavalescos do município. O ato de entrega das indumentárias aos grupos foi realizado no auditório da Semcel e contou com a participação do secretário Leno Gouveia e da prefeita Paula Azevedo.
Foram beneficiados 29 grupos que realizaram seu recadastramento, conforme chamada feita pela Prefeitura no final do mês de janeiro. Os quatro blocos do grupo A receberam 200 abadás e as outras 25 agremiações do grupo B receberam 100 cada uma.
O apoio da Prefeitura vai garantir que a festa carnavalesca nas ruas de Paço do Lumiar seja ainda mais bonita, e vai proporcionar ainda que os blocos contemplados levem o colorido e a animação do Carnaval de rua para os quatro cantos da cidade.
Mesmo com a decisão de não realizar o Carnaval oficial do município, a prefeita Paula Azevedo destacou que a Prefeitura não poderia deixar de dar suporte necessário para que os blocos fizessem a festa nas ruas.
“Resolvemos não realizar o Carnaval oficial da cidade este ano para priorizar investimentos em outras áreas, especialmente na Saúde e Infraestrutura, que estão demandando uma atenção maior da nossa gestão. Porém, não podemos deixar de dar esse apoio cultural aos nossos blocos que, além de levar alegria para as suas comunidades, também geram renda durante a festa, movimentando a economia do nosso município”, pontuou. “Desejamos que todos os blocos brinquem o Carnaval com responsabilidade. Boa festa a todos os luminenses”, finalizou Paula Azevedo.
O secretário Leno Gouvea disse que Paço do Lumiar conta com o olhar sensível da gestão para apoiar e proporcionar a festa tradicional que os blocos levam para as ruas do município no período do Carnaval.
“O nosso Município e a nossa gente tem muitos motivos para comemorar, pra fazer a festa. Por isso, estamos contemplando hoje todos esses blocos que fazem a tradição do nosso carnaval de rua acontecer”, disse o secretário.
O diretor do Bloco Os Magnatas, da comunidade Vila São José, Alex Sandro Diniz, agradeceu o apoio da Prefeitura para que a agremiação faça, mais uma vez, a festa nas ruas do bairro. “Só temos a agradecer a prefeita Paula por olhar o lado dos nossos blocos de rua. É o quarto ano que o Bloco Os Magnatas participa do Carnaval fazendo a festa nas ruas da nossa comunidade Vila São José”, contou.
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Faltando pouco menos de dois anos para a corrida eleitoral mais importante dos últimos tempos, as eleições municipais em Timbiras-MA.
As matérias politicas é uma marca do Blog do professor Gil, e nossos produtores, repórteres, editores, analistas e âncoras estarão 24 horas por dia em busca da noticia. um trabalho incansável pelo furo da reportagem e por informações exclusivas.
O Blog do professor Gil vai cobrir com rigor, credibilidade, relevância e imparcialidade os bastidores da politica, os movimentos do Poder no xadrez da politica Timbirense. Afinal, jornalismo de fato não tem lado.
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O ex-governador do Amazonas Amazonino Mendes morreu hoje (12), em São Paulo. O político, de 83 anos, estava internado no Hospital Sírio-Libanês praticamente desde o dia 23 de novembro, quando foi levado à unidade de saúde pela primeira vez para tratar de uma diverticulite (inflamação no intestino grosso) e de uma pneumonia.

Nascido em novembro de 1939 em Eirunepé (AM), Amazonino governou o Amazonas por quatro vezes. Também foi prefeito de Manaus por três mandatos e senador entre fevereiro de 1991 e dezembro de 1992, quando renunciou para disputar a prefeitura de Manaus – cargo que ocupou pela segunda vez e que também abandonou em 1994, quando foi eleito governador também pela segunda vez.
Em 2022, Amazonino concorreu a um quarto mandato como governador, mas terminou em terceiro lugar, atrás do atual governador Wilson Lima e do também ex-governador Eduardo Braga. Em respeito à história política de Amazonino, o governador Wilson Lima decretou luto de sete dias no estado.
Lula lamenta morte
Em nota, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou seus sentimentos aos parentes, amigos e admiradores de Amazonino, destacando que o político se dedicou à causa pública até o fim da vida.
“Amazonino Mendes tinha gosto e vocação política, governando o estado do Amazonas quatro vezes, representando-o no Senado, e sendo também prefeito três vezes de Manaus”, destacou Lula, lembrando ter recebido o apoio político do ex-governador durante o segundo turno das eleições presidenciais de 2022. “Tenho orgulho e fiquei muito agradecido.”
Repercussões
Em um vídeo que compartilhou em suas redes sociais, o senador Eduardo Braga afirmou que o conterrâneo cumpriu um papel muito importante na vida das últimas gerações de amazonenses. “Refiro-me a Amazonino, que fez muitas obras, marcou a vida das pessoas com carinho e atenção e, acima de tudo, por uma mudança no comportamento na vida pública dos amazonenses”, disse Braga.
Em uma postagem posterior, o senador acrescentou que, mesmo quando em campos opostos, Amazonino “sempre primou pelo respeito”, sendo uma fonte de inspiração para outros políticos. “Por tudo isso, tornou-se uma referência para as gerações subsequentes de políticos no estado, como eu. Muito aprendi com Amazonino Mendes.”
Também pelas redes sociais, o presidente nacional do Cidadania, Roberto Freire, expressou seus sentimentos e o de todos os correligionários pela morte de Amazonino. Segundo Freire, o amazonense, marcou indelevelmente a história política do Amazonas e do país. “Nossa solidariedade na dor dos familiares, amigos e ao povo do Amazonas”, disse.
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O avião da Força Aérea Brasileira (FAB) que o governo federal usou para levar ajuda humanitária à Turquia regressou hoje (12) ao Brasil. A aeronave trouxe a bordo 17 pessoas que sobreviveram ao terremoto que atingiu parte da Turquia e da Síria na última segunda-feira (6).

Quatro crianças integram o grupo de nove brasileiros e oito estrangeiros que desembarcou nesta madrugada na Base Aérea do Galeão, no Rio de Janeiro. A repatriação dos brasileiros foi coordenada pelo Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), que aproveitou o voo de volta do KC-30 da FAB.
Equipe de resgate
Logo após os fortes tremores de terra que chegaram a atingir 7,8 na escala Richter, o governo brasileiro acionou a Aeronáutica para que levasse à Turquia uma equipe de brasileiros especializados em resgate urbano e socorro a vítimas de desastres naturais.
Os 42 profissionais brasileiros, incluindo bombeiros, agentes de saúde e da Defesa Civil, chegaram à capital turca, Ancara, na noite da última quarta-feira (9). Eles devem permanecer por ao menos duas semanas no país prestando apoio humanitário à população que, além das consequências do terremoto, enfrenta um inverno rigoroso, com temperaturas abaixo de zero.
Desespero e correria
Segundo a FAB, o resgate das 17 pessoas trazidas ao Brasil contou com a ajuda de outros cidadãos que permanecem na Turquia, incluindo brasileiros. Ainda de acordo com a Aeronáutica, entre os nove brasileiros, há uma mulher, grávida, identificada como Fernanda Lima.
“Quando eu entendi que aquela situação não era habitual, comecei a gritar para meu marido e meu filho acordarem. Então, arranquei o meu filho do berço, dei na mão do meu marido e falei: corre, que isso é um terremoto. Salva a vida dele! Me deixa, vai na frente com ele! E foi só o tempo da gente sair de casa. Quando saímos de casa, nós a vimos desabar. Perdemos tudo”, relatou Fernanda aos militares da FAB.
O professor Guilherme Brito, de 22 anos de idade, também integra a lista de brasileiros repatriados. Entrevistado por uma equipe da TV Brasil que viajou a Ancara a convite da FAB, Brito contou que tinha acabado de chegar à cidade de Adana para participar de um intercâmbio estudantil quando foi surpreendido pelo terremoto que, segundo fontes dos governos turcos e sírio, já matou ao menos 33 mil pessoas.
“Eu tinha acabado de chegar. Estava bem cansado, mas muito feliz. Jantei, fui dormir e, por volta de 4h da manhã, senti tudo tremer”, contou Brito. Segundo o estudante, pouco depois, houve um segundo tremor, ainda mais forte, que o fez correr para a rua. Brito lembra de, ao chegar na rua, olhar e ver ao menos três prédios próximos caídos e muitos outros com rachaduras graves. Além disso, segundo ele, fazia muito frio, o que pode ter causado a morte de muitas pessoas presas em meio aos escombros. Segundo Brito, os termômetros marcavam em torno de 3 graus Celsius (°C), mas a sensação térmica era de -1°C.
“Começamos a andar pelas ruas com um amigo turco, e ele nos alertou para que não andássemos por ali porque havia risco de demolir, de cair. Acabei decidindo não ficar [na Turquia] justamente por isso. Minha ideia era ajudar, mas percebi que aquela zona ainda era de risco, embora não fosse uma área tão afetada. O medo começou a tomar conta”, disse Brito sobre porque decidiu pedir ajuda das autoridades diplomáticas para deixar o país.
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Estreia, nesta segunda-feira (13), às 8h, na TV Assembleia, o programa “Assembleia em 1 Minuto”, apresentado pelas jornalistas Ananda Fontinele e Adryane Paiva. O programa abordará as atividades parlamentares e será exibido, diariamente, com versões às 8h, 14h e 19h.
Segundo a diretora de Comunicação da Assembleia Legislativa, jornalista Jacqueline Heluy, a programação da TV Assembleia passa por um processo de reformulação completo e faz parte de um projeto audacioso e inovador de Comunicação Integrada.
“Vamos fazer uma comunicação integrada e convergente com todos os veículos que compõem o Complexo de Comunicação da Assembleia (TV, Portal de Notícias, Rádio e Redes Sociais), oferecendo na TV Assembleia uma programação qualificada e diferenciada, dentro dos padrões que norteiam a atuação de uma TV pública”, informou Jacqueline Heluy.
A diretora esclareceu que, além de divulgar ações parlamentares, a nova programação da TV também prestará serviço ao cidadão, fazendo com que ele entenda a repercussão dessas ações no seu dia a dia, de forma a fortalecer o exercício da cidadania.
O subdiretor de Rádio e TV Parlamentar, jornalista Juraci Filho, destacou que o programa “Assembleia em 1 Minuto” marca o início da reformulação da programação da TV Assembleia na nova gestão da Casa e da Diretoria de Comunicação, e será uma produção da Editoria de Atividades Parlamentares.
“Nesse projeto todos os veículos de comunicação da Assembleia interagem para uma convergência de mídia, que proporcionará ao cidadão pleno conhecimento das atividades dos nossos parlamentares. Estamos muito motivados com essa gestão inédita, com a presidente deputada Iracema Vale, uma mulher empoderada que chegou para proporcionar uma nova era no Parlamento, e com a Comunicação da Assembleia sob o comando da jornalista Jacqueline Heluy, uma profissional de extraordinário talento e conhecedora da equipe de profissionais que dirige”, ressaltou Juraci Filho.
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O ex-presidente Jair Bolsonaro participou na noite deste sábado, 11, de evento na igreja evangélica Church of All Nations (Igreja de Todas as Nações) em Boca Raton, na Flórida, Estados Unidos. Em seu discurso, o ex-mandatário afirmou que a sua “missão não acabou” e que pretende voltar ao Brasil “nas próximas semanas”. Sem manifestar solidariedade ao povo yanomami, ele disse que a terra indígena é alvo de “muitos interesses” por conta de riquezas naturais que existem sob ela em Roraima.
“É uma satisfação muito grande a forma como vocês têm me tratado, em qualquer lugar desse mundo. Isso não tem preço. Ainda mais para quem, pelo menos diante do TSE, não conseguiu ser reeleito”, disse Bolsonaro, ao ouvir vaias da plateia contra o Tribunal Superior Eleitoral. “Todos nós temos uma missão aqui na Terra. E a minha missão ainda não acabou”, prosseguiu.
Bolsonaro também falou que quer colaborar com a direita brasileira. “No momento não temos uma liderança da direita nacional. Temos regional. Esse pessoal vai crescendo. Nós vamos nos fortalecer. Nós voltaremos. A nossa vocação é ser mais que extensão, na verdade, uma grande nação. Olha o que Israel não tem, e veja o que eles são. Olha o que nós temos, e o que nós não somos”, disse.
O ex-presidente também ressaltou “riquezas imensuráveis” que, segundo ele, existem debaixo da Terra Indígena Yanomami. A crise humanitária na região se agravou durante o governo Bolsonaro, criticado por conivência com o garimpo e com o desmatamento em Roraima.
”Estou aqui em um país que eu sempre admirei, os Estados Unidos. Um país que tem apenas 1 milhão de km² a mais que o nosso Brasil. Mas se fizermos a comparação do Brasil até mesmo com a Rússia, ninguém tem o que nós temos. No Estado de Roraima, lá tem uma tabela periódica debaixo da terra. E essa questão Yanomami… Agora, a intenção não era atender a esses, porque ali está misturado: 40% da terra Yanomami é do Brasil, 60%, da Venezuela. Uma região ourífera, de riquezas imensuráveis”, afirmou o político, sem deixar claro quem devia ser atendido ou não.
“Se não tivesse riqueza lá, não seria demarcado como terra indígena. Os interesses são muitos. Não há interesse em ajudar a população. Eles são exatamente iguais a nós. Têm o mesmo sentimento, o mesmo destino. E são o povo mais pobre no solo mais rico do mundo”, completou.
O ex-presidente viajou aos Estados Unidos no penúltimo dia de seu mandato, após a derrota inédita ao tentar se reeleger em 2022. Bolsonaro, porém, pretende voltar ao Brasil e se posicionar como o principal líder da direita e da oposição a Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Mesmo no exterior, ele atuou na disputa pela Presidência do Senado, no início deste mês, em favor de seu ex-ministro, o senador Rogério Marinho (PL), mas não obteve sucesso. O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) foi reeleito com 49 votos favoráveis, de um total de 81.
Antes de começar a discursar, Bolsonaro foi aplaudido e chamado de “mito” pelos participantes. E chorou. “Não interessa o que vem acontecer comigo aqui ou no Brasil. Ou da forma se porventura algo acontecer. A nossa geração já faz parte da história do Brasil. O Brasil esquecido, roubado, saqueado e desrespeitado. Conseguimos ao longo de quatro anos, juntos, mostrar e despertar no coração do povo brasileiro os seus reais sentimentos”, prosseguiu Bolsonaro, em seu discurso na igreja.
O ex-presidente disparou críticas ao atual governo e pontuou feitos de seu mandato. “Compare os meus ministros com os atuais ministros. Muitos não são ministros, são réus. A conta, todos vão pagar. Até quem fez aquele L de ladrão”, provocou.
Alegou também não ter errado nenhuma das observações que fez durante a pandemia do novo coronavírus – apesar de ter recomendado tratamentos considerados ineficazes contra a covid-19 e ter desestimulado a vacinação. (Estadão)
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Nosso início de governo tem sido muito intenso. Sabemos que temos pontos específicos a observar. No entanto, em um contexto geral, nada pode esperar. De toda forma, seguimos um planejamento que nos permite manter o estado equacionado e em condições de avançar de forma consistente.
Neste sentido, a aproximação com o governo federal tem sido fundamental. Semana passada, estivemos mais uma vez em Brasília, para outra etapa de encontros e de discussões acerca de possibilidades para o nosso estado. Não temos tempo a perder. Então, principalmente neste momento, mostramos à União nossas necessidades e que pautas nos interessa discutir com mais celeridade.
Fizemos questão de estar presentes durante a posse do novo presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), Aloizio Mercadante, para reafirmar nossa boa relação com a instituição e apresentar projetos que ajudarão no desenvolvimento do Maranhão, com financiamentos que gerem emprego, renda e garantam o respeito à sustentabilidade ambiental. Logo depois, junto a outros seis governadores, reuni com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para discutirmos sobre a recomposição fiscal dos Estados, que perderam receita devido à redução do Imposto de Circulação de Mercadorias ou Serviços (ICMS) sobre combustíveis, energia elétrica e telecomunicações. De lá, fomos ao Supremo Tribunal Federal (STF), onde seguimos discutindo sobre a queda na arrecadação, que interferiu sobremaneira na aplicação de políticas públicas nos estados.
No Ministério da Integração Nacional, reunidos com o ministro Waldez Góes, mostramos as consequências causadas pelas chuvas em várias regiões do estado. Tanto que a União reconheceu a situação de emergência nos municípios de Paço do Lumiar, Raposa, São José de Ribamar e São Luís. Informamos ao ministro que, atentos às primeiras ocorrências, criamos o Comitê Gestor de Prevenção e Assistência às Populações Vítimas das Chuvas (CPAV), que tem atuado de forma muito eficiente, evitando danos maiores à população. Imediatamente, o ministro determinou que a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil desenvolva no Maranhão ações de prevenção, assistência e controle de enchentes.
Nosso grande objetivo é garantir segurança ao maranhense, antecipando eventuais situações que, por vezes, deixam marcas. Por fim, ainda estivemos com o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, estreitando as relações entre o Maranhão e o governo federal; e com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, sobre perspectivas para o estado, como investimentos na área de petróleo e gás.
Fechamos a semana em São Luís, lançando o programa Gestão de Manutenção Rodoviária 2023, que vai recuperar e dar manutenção a 5.876 km de estradas, alcançando 13 regionais de todo o estado. Um investimento de cerca de R$ 430 milhões que significará um salto de qualidade na trafegabilidade em nossa malha viária.
Nossas equipes estão em campo e tenham a certeza de que, com tudo ao seu tempo, teremos um Maranhão cada vez mais desenvolvido, socialmente justo e de oportunidade para todos.





