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A 48ª edição da ExpoCodó, promovida pela Associação dos Criadores do Vale do Itapecuru (ACRIVI), bateu a marca de mais de 50 mil pessoas em visita ao revitalizado e pavimentado Parque Walter Zaidan, em nove dias de evento, além de movimentar mais de R$ 20 milhões em negócios, marcando a retomada do crescimento das atividades agrícolas e pecuárias após a pandemia.
Além dos milhões negociados com a venda de veículos, grandes máquinas, animais, equipamentos e materiais agrícolas, a edição 2022 registrou recorde de público (média de 6 mil por dia) e em volume de vendas no setor de alimentação e lazer. Paralelamente às exposições e mostras de animais e grandes máquinas, a feira contou com uma vasta programação de cursos, oficinas e palestras técnicas, todas com suas vagas esgotadas ante do início do evento.
De acordo com a organização da ExpoCodó, o retorno da exposição foi uma grande oportunidade para voltar a fomentar e incentivar a agroindústria da região, gerando renda e oportunizando os negócios locais e regionais, além de impulsionar o comércio e o turismo do município.
“Além da conquista de um sonho, que era a pavimentação das vias do Parque, com asfalto e bloquetes de concreto, a revitalização de toda a área foi fundamental para o grande sucesso de negócios e de público. Foi um retorno triunfal, fruto da força de vontade dos associados, dos nossos parceiros e do grande público de Codó, que ansiava pela volta da Expo. E os números superaram as nossas expectativas em todas as áreas. Todos os nossos parceiros confirmaram presença no ano que vem e o público já está sentindo saudades. Só temos a agradecer a união de todos pelo sucesso total dessa grande festa do agronegócio de nossa região e de nosso Maranhão”, destacou o secretário da ACRIVI, Tontonho Araújo.
TEXTO ENVIADO AO BLOG DO PROFESSOR GIL.

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A partir desta terça-feira (16), começa oficialmente a propaganda política e o pedido de votos. No Maranhão, são nove os nomes que vão disputar a atenção do eleitor e tentar atrair adesões aos seus projetos políticos. Estes atos serão permitidos até dia 1º de outubro, um dia antes das eleições.
A propaganda eleitoral poderá ser feita em todos os meios de mídia – televisão, rádio, internet, com uso de alto-falantes, na realização de eventos como caminhada, carreata ou passeata. Os candidatos podem anunciar suas propostas diretamente ao eleitor. No período, será possível pedir votos de forma explícita, divulgar o número a ser usado nas urnas e distribuir panfletos aos eleitores.
Também estão liberadas a realização de comícios, caminhadas e outros atos de campanha, além da divulgação na mídia impressa e na internet.
Para disputa ao Palácio dos Leões vão concorrer o atual governador Carlos Brandão (PSB), atual governador; o senador Weverton Rocha (PDT); o ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior (PSD); o engenheiro florestal, Enilton Rodrigues (PSOL); o servidor público municipal, Frankle Costa (PCB); o professor Hertz Dias (PSTU); o professor Joás Moraes (Democracia Cristã); o médico e ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim (PSC); e o empresário Simplício Araújo (Solidariedade).
O período eleitoral se estenderá até 2 de outubro, com o primeiro turno, e 30 do mesmo mês, caso haja segundo turno
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A OAB/Codó convida os interessados a participarem de uma Roda de Conversa com o tema: Advocacia Pública – Desafios e Tendências. Alunos e profissionais de direito poderão dialogar sobre o tema com descontração e liberdade. O evento será dia (17) quarta-feira, às 15h, no Auditório da UEMA.- Professor Gil
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Vivemos sempre nas sombras do medo.
Medo da solidão
Medo da morte
Medo de não conseguir trabalho
E quando no trabalho , medo de não ter tempo para viver.
Medo de perder o sono
E no sono, medo de não despertar a tempo para a rotina.
Medo do escuro que há dentro de cada um nós.
Medo de não ter um amor
Medo de sofrer por uma paixão.
Medo de não deixar de ser criança para mais tarde ter medo da velhice.
Na rua, medo do sol ardente na pele
Sob o teto, medo da chuva incessante.
Medo de errar e parecermos incapazes e inúteis
Sem lembrarmos de que somos imperfeitos por natureza e que o erro é parte da caminhada.
Medo de ter medo
E de tanto temer fecharmos os olhos para vida, esquecemos o sol e a luz do dia, esquecemos de abrir as janelas para o mundo, para o que realmente importa depois que tudo passar
E a vida sem cor se torna pálida, de olhos caídos, de ombros caídos e cabisbaixa.
@walterli.lima Colunista do Blog do professor Gil.
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Em junho, os brasileiros que ganham o salário mínimo (R$ 1.212) precisaram trabalhar, em média, 121 horas e 26 minutos para adquirir os produtos da cesta básica, segundo estudo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
Neste mês, o salário mínimo ideal para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 6.527,67, ou 5,39 vezes o mínimo de R$ 1.212,00, diz o Dieese.
A estimativa leva em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e de sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.
O valor do salário mínimo ideal é calculado com base na cesta básica mais cara do país, que em junho foi a de São Paulo (R$ 777,01), de acordo com os dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos do Dieese.
A pesquisa, que é feita em em nove das 17 capitais brasileiras, constatou que, entre maio e junho, as maiores altas na cesta báica ocorreram no Nordeste, nas cidades de Fortaleza (4,54%), Natal (4,33%) e João Pessoa (3,36%). Oito cidades apresentaram reduções, sendo que as mais expressivas foram registradas no Sul: Porto Alegre (-1,90%), Curitiba (-1,74%) e Florianópolis (-1,51%).
Cestas mais caras
Depois de São Paulo, onde o conjunto dos alimentos básicos apresentou o maior custo (R$ 777,01), estão Florianópolis (R$ 760,41), Porto Alegre (R$ 754,19) e Rio de Janeiro (R$ 733,14).
Cestas mais baratas
Nas cidades do Norte e Nordeste, onde a composição da cesta é diferente, os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 549,91), Salvador (R$ 580,82) e João Pessoa (R$ 586,73).
A comparação do valor da cesta entre junho de 2022 e junho de 2021 mostrou que todas as capitais tiveram alta de preço, com variações que oscilaram entre 13,34%, em Vitória, e 26,54%, em Recife.
No ano de 2022, o custo da cesta básica apresentou alta em todas as cidades, com destaque para as variações de Natal (15,53%), Aracaju (15,03%), Recife (15,02%) e João Pessoa (14,86%).
Cesta x salário mínimo
Quando se compara o custo da cesta e o salário mínimo líquido, ou seja, após o desconto de 7,5% referente à Previdência Social, verifica-se que o trabalhador remunerado pelo piso nacional comprometeu em média, em junho de 2022, 59,68% do rendimento para adquirir os produtos da cesta, pouco maior do que o de maio, quando o foi de 59,39%. Em junho de 2021, quando o salário mínimo era de R$ 1.100,00, o percentual ficou em 54,79%.
Alguns heróis não têm capas. A estes chamamos de pai. Feliz Dia dos Pais! Para todos de nossa querida Timbiras.






