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O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou ação civil pública para que a Justiça Federal obrigue a União a implementar ferramentas de controle em sistemas informatizados ligados ao Sistema Único de Saúde (SUS) para evitar a inclusão de informações falsas.
O objetivo da ação é impedir que os municípios façam cadastros inverídicos de atendimentos e procedimentos realizados na área de saúde nos sistemas do SUS com a finalidade de receber recursos financeiros indevidos, em especial, aqueles decorrentes de emendas parlamentares.
No decorrer de investigações no âmbito de procedimentos instaurados pelo MPF no Maranhão, responsável pela ação, foi constatado que diversos municípios maranhenses inseriram dados falsos nos sistemas – incluindo atendimentos e procedimentos ambulatoriais e hospitalares não realizados –, para o recebimento irregular de valores repassados pelo Fundo Nacional de Saúde.
Na ação, o MPF detalha medidas a serem adotadas pela União para criar barreira contra as inclusões fraudulentas nos sistemas do SUS. Entre as providências, estão a utilização de usuário pessoal nos sistemas a fim de identificar o responsável pelas inserções, e a criação de alertas para inclusões com distorções relevantes. Além disso, a contagem dos atendimentos deve estar condicionada à identificação dos pacientes atendidos. O procurador da República Juraci Guimarães Júnior, que assina a ação, pede ainda que a Justiça determine à União a criação de medidas de controle de repasse e utilização dos recursos recebidos destinados à saúde.
Para isso, conta específica, vinculada ao Fundo Municipal de Saúde, deverá ser criada para recebimento de recursos de emendas parlamentares, devendo ser vedada a transferência das verbas para outras contas do município. O limite dos valores a serem recebidos, por sua vez, deve ter como base a série histórica dos dados de atendimentos e procedimentos, e não apenas a produção inserida no ano anterior. O MPF ressalta que o Ministério da Saúde tem adotado, como teto máximo para transferências de verbas relativas a emendas parlamentares destinadas ao financiamento da média e alta complexidade, a produção total aprovada e inserida no sistema no ano anterior.
O MPF requer, ainda, que plano de trabalho para alocação dos recursos seja aprovado pelos gestores, no âmbito da Comissão Gestora Bipartite, bem como que deverá haver a prestação de contas após a execução do plano de trabalho elaborado.
Emendas – Desde 2022, foram instaurados 49 procedimentos no MPF no Maranhão – correspondente a 25% dos municípios maranhenses – para apurar supostas irregularidades na execução de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares e destinados à saúde. A partir de informações da Controladoria-Geral da União (CGU), do Tribunal de Contas da União (TCU), do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE/MA) e do Datasus, constatou-se que diversos desses municípios inseriram dados falsos nos sistemas no SUS. Ao analisar as informações, foi possível detectar aumentos repentinos de lançamentos de um ano para o outro, sem qualquer justificativa.
Esses aumentos serviram como base para elevar o volume de recursos recebidos por meio de emendas parlamentares destinadas aos atendimentos na área de saúde. Ao detalhar os procedimentos informados pelos municípios, foram constatadas divergências entre as quantidades supostamente realizadas, a população e a capacidade operacional do sistema de saúde local. Inclusive, durante as investigações, alguns dos municípios confirmaram a ocorrência de inserções inverídicas nos sistemas do SUS.
Um exemplo dessas divergências é o lançamento feito pelo Município de Afonso Cunha (MA), com população estimada pelo IBGE em 6.631 habitantes. De 2020 para 2021, o município fez o lançamento de 18.474 procedimentos de ultrassonografia de próstata e outros 18.474 de ultrassons transvaginais. Ou seja, com base nos dados informados, cada habitante da cidade teria realizado três procedimentos de cada tipo no mesmo ano, embora tais exames apresentem restrição de sexo e idade, o que torna o lançamento ainda mais incompatível com a realidade.
Ações – Pelas irregularidades encontradas, o MPF propôs diversas ações judiciais contra municípios maranhenses, que resultaram no bloqueio de quase R$ 100 milhões de recursos recebidos indevidamente. Para o MPF, as fraudes só foram possíveis por falhas no critério de repasse dos recursos e pela ausência de controle sobre as informações inseridas nos sistemas. Assim, a ação proposta agora busca a reparação dessas falhas pela União, com o objetivo de evitar novas fraudes e, consequentemente, o desperdício de dinheiro público.
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Os maranhenses amanheceram a segunda-feira (28) sabendo que a partir de hoje terão que pagar mais caro na conta de energia elétrica.
É que começou a valer o reajuste de 10,79% na tarifa residencial de energia elétrica do Maranhão. O Reajuste Tarifário Anual (RTA) foi anunciado na semana passada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).
Vale ressaltar que os consumidores de baixa tensão, como casas, comércios e propriedades rurais, o aumento médio será de 11,09%. Já para os de alta tensão, o efeito médio será de 9,60%.
De acordo com a ANEEL, os fatores que mais impactaram nos índices foram a retirada dos componentes financeiros anteriores, os encargos setoriais e os custos com compra e transmissão de energia elétrica.
A Revisão Tarifária Periódica (RTP) e o Reajuste Tarifário Anual (RTA) são os dois processos tarifários mais comuns previstos nos contratos de concessão.
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Há mais de 50 anos a Família Costa Pinto vem contribuindo em muitos aspectos para o crescimento e desenvolvimento da cidade de Aldeias Altas, seja através das ações empresariais da Itapecuru Bioenergia, que gera emprego e renda com os mais 2.000 contratos diretos e quase 5.000 indiretos, seja em ações sociais e humanitárias como a doação de dois terrenos para a construção das sedes da Apae e Caps na cidade.
Para a Itapecuru Bioenergia o ano de 2023 tem sido cheio de grandes conquistas, com a safra que segue a todo vapor e alcançando bons números. Para a Família Costa Pinto o ano tem sido de reafirmar as parcerias que tem gerado bons frutos e transformado a realidade de muita gente.
A parceria firmada nos 03 anos entre a Prefeitura Municipal e a Família Costa Pinto vem rendendo grandes mudanças na vida dos Aldeienses e a principal delas chegou com o REURB- Programa de Regularização Fundiária Urbana, que já concretizou a posse de terrenos para mais de 1.000 famílias na cidade, que foram entregues pelas mãos do Diretor Presidente Humberto da Costa Pinto Neto.
“Como empresa, garantimos que a atenção esse tema: regularização fundiária, que é tão relevante será redobrada e continuada. Como família, reafirmamos nosso profundo respeito a cada cidadão dessa cidade. Estamos aqui, com a mente e o coração abertos, para ajudar a tornar isso uma realidade porque essa terra e seu povo merecem o melhor de nós.”, afirmou Humberto Neto.
No dia 19 de agosto, foram entregues mais 300 novos títulos e a meta será fechar o ano com 2.000 novos escrituras doadas.
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Os detalhes do Festejo de São Raimundo Nonato dos Mulundus, que ocorre até o dia 31 de agosto, no município de Vargem Grande, foram abordados no programa ‘Café com Notícias’ desta sexta-feira (24), na TV Assembleia. A conversa da apresentadora e jornalista Elda Borges foi com o bispo da Diocese de Coroatá, Dom Sebastião Bandeira.
Ele destacou que o tradicional festejo acontece há várias décadas, reunindo milhares de romeiros e fiéis. A abertura, ocorrida no dia 22, foi marcada por uma romaria de 7 km, da Igreja Matriz de Vargem Grande até o povoado Paulica, onde foi rezada uma missa. Destaque para a figura do vaqueiro, montado a cavalo e com vestes de couro, uma referência ao próprio vaqueiro Raimundo Nonato, que deu origem à festa no lugar.
De acordo com o bispo da Diocese de Coroatá, mesmo não sendo em celebração a santo reconhecido pela Igreja Católica, o Festejo de São Raimundo Nonato dos Mulundus é considerado um dos maiores do Maranhão e até do Nordeste, chegando a reunir mais de 100 mil pessoas.
“O catolicismo brasileiro é muito particular. O nosso povo declara santo qualquer pessoa que sofre muito, na morte principalmente, e ao longo da vida. Por isso, temos vários santos populares no Brasil mas que não são canonizados pela Igreja e talvez nem sejam”, observou Dom Sebastião Bandeira.
O bispo também explicou que, apesar de não ser oficialmente reconhecido pela Igreja Católica, os relatos de milagres concedidos pelo santo foram fundamentais para que a igreja permitisse que fosse reverenciado.
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Beneficiados por brechas que permitem camuflar rendas pessoais como rendimentos empresariais, os milionários no Brasil pagam menos Imposto de Renda do que servidores públicos e outras categorias profissionais de renda média e alta. A conclusão consta de estudo inédito publicado pelo Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal (Sindifisco Nacional).

Feito com base nos dados do Imposto de Renda Pessoa Física 2022 (ano-base 2021), o levantamento constatou que os contribuintes que declararam, em 2021, ganhos totais acima de 160 salários mínimos (R$ 176 mil por mês ou R$ 2,1 milhões anuais) pagaram, em média, 5,43% de alíquota efetiva de Imposto de Renda (IR). Formado por 89.168 pessoas, esse contingente responde por apenas 0,25% do total de 35.993.061 declarantes do Imposto de Renda Pessoa Física no ano passado.
Essa alíquota efetiva é inferior à de muitas categorias de profissionais. Médicos pagaram, em média, 9,42% de Imposto de Renda no ano passado. Os super-ricos também pagam menos que outras categorias, como professor de ensino médio (8,94%), policiais militares (8,87%) e enfermeiro (8,77%).
Entre os servidores públicos, a alíquota média para carreiras da administração pública direta correspondeu a 9,54%, subindo para os ocupantes de outros órgãos, que ganham mais, como servidores do Ministério Público (11,83%), membro do Poder Executivo (12,15%), servidor do Poder Judiciário (12,53%), carreiras de gestão governamental e analista (13,66%), servidor do Poder Legislativo (13,76%), servidor do Banco Central (14,48%), carreiras de auditoria-fiscal e fiscalização (14,73%) e advogados do serviço público (15,66%).
Desigualdades
A alíquota efetiva representa percentual da renda total que de fato foi paga como Imposto de Renda. Segundo o Sindifisco, a menor alíquota efetiva decorre principalmente de indivíduos cuja parcela significativa de renda é composta por lucros e dividendos de empresas, rendimento isento no Brasil desde 1996. O órgão também atribui as disparidades à falta de correção da tabela do Imposto de Renda, que ficou congelada entre 2015 e este ano, e à inflação, que corrói menos as rendas dos mais ricos.
“A participação relativa dos rendimentos isentos e não tributáveis, como lucros e dividendos, no total da renda declarada aumentou de 32% para 36%. O que demonstra que a regressividade do sistema tributário está se aprofundando, pois os super-ricos estão utilizando esses recursos como nunca, contribuindo ainda menos para a arrecadação federal”, afirma o presidente do Sindifisco Nacional, Isac Falcão.
Embora a classe média também tenha parte dos ganhos atrelada a rendimentos isentos, essa parcela é inferior à dos milionários. Na tabela atual, o Imposto de Renda é tributado na fonte, com alíquotas progressivas de até 27,5% para rendimentos acima de R$ 4.664,69 por mês. Mesmo com o aumento do limite de isenção da tabela do IR para R$ 2.380 por mês, sancionada nesta segunda-feira (28) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, as demais faixas não foram corrigidas.
Outro fator que contribui para o menor pagamento de Imposto de Renda em algumas categorias é a chamada pejotização, em que profissionais liberais abrem empresas no próprio nome e recebem como pessoas jurídicas. Algumas categorias pagam alíquotas efetivas próximas ou inferiores à de super-ricos, como odontólogos (5,89%), cantor e compositor (5,34%) e advogados (5,24%).
Em 2021, segundo a Receita Federal, os contribuintes brasileiros receberam R$ 555,68 bilhões em lucros e dividendos, alta de quase 45% em relação a 2020 (R$ 384,27 bilhões) e de 46,5% na comparação com 2019 (R$ 379,26 bilhões). Para o Sindifisco Nacional, esse movimento se deve às expectativas dos agentes econômicos de um possível restabelecimento da tributação sobre lucros e dividendos na segunda fase da reforma tributária. Segundo a entidade, parte do empresariado antecipou a distribuição dos lucros para evitar uma provável taxação.
Distorções
Em relação aos contribuintes que ganham até 15 salários mínimos mensais, a alíquota efetiva média subiu entre a declaração de 2021 e de 2022. Acima desse rendimento, houve queda, exceto para os contribuintes que ganham mais de 320 salários mínimos, cuja alíquota efetiva passou de 5,25% para 5,43%.
Quem ganhava entre cinco e sete salários mínimos, por exemplo, pagou 5,98% de alíquota efetiva em 2022, mais que os milionários. Dois anos antes, a taxa média estava em 4,91% para a faixa de cinco a sete salários mínimos. Na faixa entre sete e dez salários mínimos, a alíquota efetiva passou de 7,7% para 8,67%.
Segundo o Sindifisco, a maior alíquota para as faixas de baixa e de média renda deve-se à falta de correção da tabela. Isso porque os reajustes anuais, mesmo que não compensem a inflação, fazem o trabalhador subir de faixa e pagar menos Imposto de Renda, mesmo sem a melhora do poder de compra.
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Desapegos.
Não me agarro ao passado
Nem ao futuro incerto.
Viver é como ter uma águia pousada nos ombros que a qualquer instante pode voar.
A quem se apegue a uma mágoa.
A quem insista em uma dor.
A vida é bem mais leve quando a alma não é pesada.
Eu, passageiro, sou lembranças sempre prontas para o desembarque.
Não quero ser lembrado por coisas e fotos grudadas nas paredes.
Quero a essência do âmago da vida presente. @walterli.lima, Colunista do Blog do professor Gil.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve anunciar durante a semana mudanças na sua equipe de ministros, numa espécie de mini reforma ministerial. Lula retorna ao Brasil neste domingo (27), depois de viagem a três países africanos – África do Sul, Angola e São Tomé e Príncipe.
O deputado maranhense André Fufuca deve ser um dos novos nomes anunciados pelo petista. A informação foi dada pelo ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, durante evento na comunidade de Heliópolis, na zona sul de São Paulo.
“Certamente, o presidente Lula vai conduzir, no retorno, uma decisão que ele já tomou de acolher o pedido de duas bancadas federais e indicar parlamentares para compor o ministério. Uma ação para reforçar o nosso time para o segundo semestre”, ressaltou
No início de agosto, o próprio Padilha já havia confirmado que o André Fufuca e Sílvio Costa Filho, do Republicanos, poderão integrar a Esplanada. No entanto ainda não está claro em qual pasta os parlamentares devem ser acomodados.
Padilha afirmou que as datas quem define é o presidente Lula, mas elas poderão ocorrer em breve. Antes da ida do presidente à Índia, para participar de reunião dos países que formam o G20. A viagem está marcada para o 7 de setembro à tarde.
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Já não é segredo para ninguém que o Governo do Maranhão analisa a possibilidade real de fazer um pedido de empréstimo, que deverá ser na ordem de R$ 4 milhões.
O dado curioso é que deve ficar a critério do senador Weverton Rocha (PDT), adversário político do governador Carlos Brandão (PSB), fazer a relatoria do eventual pedido de empréstimo.
É que Weverton pertence a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal e, de praxe, a relatoria nesses casos fica com um senador do estado que está fazendo o pedido.
Foi o próprio Weverton quem confirmou a informação e prometeu ficar vigilante ao pedido do adversário.
“Há a tradição de se dar a relatoria (para a aprovação ou não dos empréstimos) ao senador da comissão que representa o Estado. Quando este assunto chegar a Brasília, ao Senado Federal, certamente estarei atento e vou acompanhar de perto”, afirmou ao quadro Bastidores, na TV Mirante.
É aguardar!
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Com o caso do apresentador de televisão Fausto Silva, mais conhecido como Faustão, surgiu a dúvida sobre como funciona o sistema de transplantes de coração no Brasil e que ritmo assume. De acordo com o Ministério da Saúde, entre 19 e 26 de agosto, 13 transplantes desse tipo foram realizados em todo o país, dos quais sete ocorreram no estado de São Paulo.
Segundo informações do governo federal, no primeiro semestre deste ano, foram realizados 206 transplantes de coração no país. O total representa um aumento de 16% na comparação com a primeira metade de 2022.
Neste domingo (27), quando Faustão realizou o procedimento, no Hospital Israelita Albert Einstein, na capital paulista, outro paciente que aguardava na fila também recebeu um coração. Ambos tiveram prioridade na lista de espera, tendo em vista o quadro de saúde que apresentavam. A fila é a mesma para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) e pacientes que fazem atendimento pela rede privada.
Como critérios, leva-se em consideração, além da avaliação do estado de saúde do paciente, o tipo sanguíneo, a compatibilidade de peso e altura, a compatibilidade genética e outros mais específicos, como o de nível de gravidade, que varia conforme o órgão do corpo. Quando dois ou mais pacientes apresentam condições parecidas, o que serve de critério de desempate é a ordem de chegada.
Conforme destaca o Ministério da Saúde, o Brasil tem o maior sistema público de transplantes de órgãos no mundo. “A estrutura é gerenciada pelo Ministério da Saúde, que assegura que cirurgias de alta complexidade sejam realizadas para pacientes da rede pública e privada, em situação de igualdade. Os pacientes, por meio do SUS, recebem assistência integral, equânime, universal e gratuita, incluindo exames preparatórios, cirurgia, acompanhamento e medicamentos pós-transplante”, acrescenta a pasta.
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Nos bastidores do Palácio dos Leões, a situação já é vista como favas contadas. O serviço de abastecimento de água e esgoto do Maranhão será privatizado. A última tentativa de salvar a Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema) foi considerada um verdadeiro fracasso. O programa de incentivo para quitação de dívidas não chegou a 3% da meta.
A Caema está entre as estatais de saneamento que não chegam nem perto de cumprir os requisitos mínimos de saúde financeira exigidos pelo Novo Marco Legal do Saneamento, em vigor desde julho do ano passado.
O governo estuda quais as formas de privatizar. O modelo adotado por São Paulo que já está em vigor é o de oferta de ações (follow-on), o que diluiria a participação do estado na Sabesp.






