Descobrimento do Brasil – 22 de abril.

O Dia do DESCOBRIMENTO DO BRASIL é comemorado em 22 DE ABRIL. Esta data marca a chegada dos navegadores portugueses ao território brasileiro pela primeira vez, no ano de 1500.
Oficialmente, o descobridor do Brasil foi PEDRO ÁLVARES CABRAL, pois era o chefe da expedição que chegou às terras brasileiras. Entretanto, o termo é usado apenas como referência, já que quando os portugueses chegaram o país era habitado por várias comunidades indígenas, estima-se que existiam no Brasil aproximadamente cinco milhões de índios naquela época.

A CHEGADA DOS PORTUGUESES AO BRASIL.

Segundo relatos históricos, os portugueses chegaram ao Brasil em suas embarcações, onde conhecemos hoje como a cidade de Porto Seguro na Bahia. Eles partiram de Lisboa, em Portugal no dia 09 de março de 1500 pelo rio Tejo com dois objetivos principais: tratados comerciais com a Índia e explorar as terras onde seria a América.
Sob o comando de Pedro Álvares Cabral, com 13 embarcações e cerca de 1500 homens, em 22 DE ABRIL DE 1500 foi avistado o Monte Pascoal pertencente ao território brasileiro. O encontro entre portugueses e os índios houve um verdadeiro choque cultural.
No início, o objetivo dos portugueses era catequizar os índios, mas depois iniciou-se o processo de colonização do Brasil e extração das matérias-primas do país, como o pau-brasil.

CARTA DE PÊRO VAZ DE CAMINHA.

O rei de Portugal na época, D. Manoel I, foi informado da descoberta através da carta de Pêro Vaz de Caminha.
Na carta, Pêro Vaz de Caminha descreve a terra, os índios, a primeira troca de presentes entre eles, e a primeira Missa celebrada em território brasileiro, em 26 de abril.
A data 22 de abril só foi oficializada em 1930 no Governo de Getúlio Vargas, quando a data também deixou de ser feriado pelo decreto número 19.488.

O projeto que prevê a reabertura de escolas e faculdades durante a pandemia (PL 5595/20) foi alvo de disputa durante sete horas de votação no Plenário da Câmara dos Deputados. Aprovado pelos parlamentares, o texto torna educação básica e superior serviços essenciais – aqueles que não podem ser interrompidos durante a pandemia. O projeto seguirá para o Senado.

A proposta proíbe a suspensão de aulas presenciais durante pandemias e calamidades públicas, exceto se houver critérios técnicos e científicos justificados pelo Poder Executivo quanto às condições sanitárias do estado ou município.

A relatora do texto, deputado Joice Hasselmann (PSL-SP), incorporou emendas que estabelecem protocolos para o retorno escolar. Ela destacou que muitas crianças da periferia, fora da escola, não têm alimentação adequada e não estão necessariamente isoladas.

“Alguém realmente acha que a escola é um local menos adequado que essas comunidades, onde as crianças, muitas vezes, passam os dias empilhadas, ou em creches e escolinhas clandestinas? Porque os pais têm que trabalhar de alguma forma. Então, se nós queremos cuidar das nossas crianças, elas têm que estar na escola”, afirmou.

A deputada Aline Sleutjes (PSL-PR) também defendeu a medida. Ela destacou que os protocolos para o retorno seguro às aulas presenciais já foram definidos pelo Ministério da Educação.

“Este projeto é de suma importância para a vida do cidadão brasileiro. Para aquela mãe ou para aquele pai que não tem onde deixar o seu filho. Para aquela mãe ou aquele pai que é analfabeto e que não pode colaborar com a educação domiciliar. Para aquele pai ou aquela mãe que não tem conexão, computador e, como muitos disseram aqui, não tem água nem luz às vezes”, afirmou.

Autora da proposta, a deputada Paula Belmonte (Cidadania-DF) também destacou que o texto foi alterado para garantir segurança. “O PCdoB pediu para que inserisse protocolo, a deputada Joice colocou. Outro partido pediu para colocar priorização da vacina, a deputada Joice colocou”, destacou.

Em entrevista concedida à rede de televisão CNN Brasil, o líder do governo Bolsonaro na Câmara Federal, Ricardo Barros (PP/PR), disse que não existe conectividade nas escolas brasileiras porque não existe demanda, já que as escolas não pedem a conectividade, e ainda falou que somente os(as) professores(as) não estão trabalhando durante a pandemia e que diretores de escola não entendem de informática.

Os argumentos usados pelo parlamentar causam um misto de vergonha alheia e repúdio, ainda mais se tratando de um líder do governo federal. Vergonha alheia pelo fato do deputado não conhecer o básico da vida de uma escola, dos trabalhos exercidos por um professor e da educação como um todo. E repúdio pelas mentiras e ataques desferidos a uma categoria que merece respeito e admiração; afinal de contas, é devido ao trabalho dos(as) educadores(as) que um cidadão pode almejar uma vida melhor e ajudar no crescimento e desenvolvimento de uma nação.

A ignorância deste deputado é tamanha que não consegue perceber o quanto os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais trabalharam e tem trabalhado durante a pandemia. Apesar de não estarmos trabalhando presencialmente, temos realizado várias atividades para a produção de aulas virtuais; produção de conteúdo para os(as) estudantes; rastreamento dos estudantes que não estão tendo acesso ao material (busca ativa); relatórios referentes ao acompanhamento dos alunos; a realização de aulas síncronas (aulas em tempo real); atendimento às famílias para tirar as dúvidas sobre o aprendizado; produção tanto de material físico, que será impresso para quem não tem internet, como de produção de aulas virtuais para colocar na plataforma (assíncronas); continuidade nos estudos (formação) para que possamos atender os estudantes da melhor forma, dentre várias outras atividades, todas com recurso do próprio professor.

Os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais estão realizando todo atendimento virtual (rotina totalmente nova no trabalho da categoria) apesar de toda precarização e da falta de ajuda por parte do governo. Os poucos projetos de lei que foram passados para o Congresso, exemplo do PL 3441/2020, que garantiria tablet e internet para alunos(as) e professores(as) da rede pública, foram vetados pelo governo.

O fato de não estarmos trabalhando de forma presencial é para não aprofundar o caos promovido pelo governo Bolsonaro. Se desde o início da pandemia o governo federal tivesse implantado uma política de combate à pandemia, com isolamento social, compra de vacinas e medidas de prevenção, hoje o Brasil não estaria com mais de 370 mil mortos e milhões de brasileiros infectados.

Temos sim, deputado, lutado pela derrubada do Veto Presidencial nº 10/2021, que tem impedido estados, DF e municípios de receberem cerca de R$ 3,5 bilhões em 2021 para as necessidades de oferta universal e de qualidade no ensino básico público do país, e pela busca de uma educação inclusiva, plural e de qualidade, ponto que oferecerá aos(às) nossos(as) estudantes, uma oportunidade melhor na vida.

Em contrapartida, vemos que o parlamento, liderado por deputados como o senhor, tentam aprovar o PL 5595/20, que tem como objetivo, sob o manto de classificar a educação como atividade essencial, retomar as aulas presenciais nas escolas brasileiras à força. Nesse momento de grave pandemia e ausência total de coordenação nacional no seu combate, essa posição do governo Bolsonaro explicita a intenção de continuar a matança do nosso povo.

O Sinpro repudia a fala do deputado Ricardo Barros (PP/PR), que desconhece totalmente a rotina de um professor e a importância da educação na vida de uma pessoa.

Fonte: SINPRO-DF

O deputado federal maranhense Josivaldo JP (Podemos) quer incluir mais algumas categorias entre as prioridades de vacinação contra Covid-19: pastores, padres e líderes espirituais.

Proposta de autoria do parlamentar, com esse objetivo, foi apresentada na Câmara dos Deputados na terça-feira, 20 (leia aqui o projeto de lei.

“A relevância da inclusão das autoridades eclesiásticas (Padres, Freiras, Sacerdotes) e Pastores Evangélicos no processo de imunização da COVID-19 são de suma importância, pois estão na seara de suas missões levando uma palavra de esperança aos doentes e em especial as famílias vitimadas pela pandemia, no fiel cumprimento de sua fé é de sua missão cristã, muito das vezes colocando em risco a sua integridade física para semear a boa nova (sic!)”, justifica Josivaldo em seu mal escrito projeto de lei.

Mascido em Pio XII, cidade do Maranhão, Elias Monkbel é o canntor revelação do momento em todo o Brasil. Monkbel gravou “O Carpinteiro” e estourou. Ao lado do também cantor Nattan, gravou um vídeo que viralizou, com a participação de Orlandindo de Pernanbuco e mais dois dançarinos.

No Dia 1º de Maio, o artísta estará em São Luís como atração principal da Live “Trabalho Solidário”, sob o comando da Albert Show e 1+1 Produções. Imperdível!

Como era esperado, o vice-governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSDB), com total e completa anuência do governador Flávio Dino (PCdoB), tem assumido cada vez mais um papel de destaque no Governo do Maranhão.

No último fim de semana, Brandão foi a Bacabal representando Flávio Dino para a comemoração dos 101 anos da cidade, inclusive com entrega de novas instalações do Hospital Geral e de assinatura da ordem de serviço para a construção do anexo da central de abastecimento da cidade.

Brandão também esteve em Humberto de Campos participando da assinatura da ordem de serviço para revitalização e urbanização do cais da cidade.

Já nesta terça-feira (20), coube a Brandão, ao lado dos secretários Felipe Camarão (Educação) e Carlos Lula (Saúde), acompanhar o importante início da vacinação para os professores e servidores da educação da rede pública estadual.

Dia de Tiradentes é comemorado 21 de abril no Brasil desde 1965, pela Lei Nº 4.897.

Essa data é feriado nacional e faz homenagem a Tiradentes, considerado um herói nacional, mártir e Patrono da Nação Brasileira.

Com o objetivo de enfatizar a importância dessa figura multifacetada no desenvolvimento da história do Brasil, a data faz referência ao dia de sua morte, quando Tiradentes foi enforcado e esquartejado em 21 de abril de 1792.

Segundo ele:

Se todos quisermos, poderemos fazer deste país uma grande nação. Vamos fazê-la.

Quem foi Tiradentes?

Joaquim José da Silva Xavier nasceu no dia 12 de novembro de 1746 em Minas Gerais, na cidade de Pombal (hoje chamada Tiradentes).

A alcunha “Tiradentes” estava relacionada a prática farmacêutica que na época os autorizava a fazer operações dentárias.

Tiradentes envolveu-se num dos movimentos revolucionários libertários do século XVIII que ocorriam na colônia daquela época. É preciso lembrar que houve outras rebeliões como a Revolta de Vila Rica ou a Conjuração Baiana.

A prisão e a morte de Tiradentes

Em 1788, Tiradentes envolveu-se no movimento revolucionário da Inconfidência Mineira contra a Coroa portuguesa. Foi preso em 10 de maio de 1789, no Rio de Janeiro, quando tentava captar apoio para sua causa.

Ficou preso durante três anos e foi o único do grupo dos Inconfidentes a ser condenado à forca. Foi enforcado e depois esquartejado, na praça da Lampadosa, no Rio de Janeiro, dia 21 de abril de 1792.

Inconfidência Mineira

A Inconfidência Mineira foi um movimento de cunho separatista e libertário, também chamado de “Conjuração Mineira”, e buscava a emancipação da capitania de Minas Gerais em relação a Portugal.

Durante o século XVIII, os portugueses voltaram sua atenção para a região das Minas Gerais, na medida em que foram encontradas diversas minas de ouro e diamantes no local. Vem daí o nome do estado.

Minas Gerais tornou-se o grande atrativo para exploradores e conquistadores que se estabeleciam no local para tentar fortuna.

Por isso, a extração de ouro tornou-se a principal atividade econômica da Coroa Portuguesa durante o século XVII e XVIII. Além de explorar as minas, trabalhadores e escravos, cobravam-se altos impostos da colônia como o quinto, derrama e capitação.

Grande parte do ouro explorado era enviado para a Europa com a finalidade de enriquecer a Coroa. Os impostos abusivos deixavam a elite e a população cada vez mais descontentes com esta situação.

O grupo dos Inconfidentes

Os Inconfidentes, influenciados pelos ideais Iluministas, eram um grupo constituído por representantes da elite mineira. Havia proprietários de terras, militares, mineradores, advogados, intelectuais e padres.

Estava composto de cerca de 30 membros dos quais se destacam o poeta luso-brasileiro Tomás Antônio Gonzaga (1744-1810) e o poeta mineiro Cláudio Manuel da Costa (1728-1789).

O grupo lutava, sobretudo, pela autonomia das capitanias, a independência da região e a implementação de um sistema de governo republicano.

Quando delatados para a Coroa Portuguesa, o movimento foi desfeito, resultando no enforcamento de Tiradentes e a prisão ou o degredo dos outros inconfidentes.

Está programado para o feriado do dia 1° de maio, um ato virtual unificado promovido pelas centrais sindicais. Segundo informações, a iniciativa tem como objetivo o fortalecimento de frentes e partidos em oposição ao presidente Jair Bolsonaro, o que reforça a ideia de uma possível aliança entre PT, PSDB e PCdoB na disputa eleitoral de 2022.

Dentre os convidados para o ato, estão o governador Flávio Dino (PCdoB), que já confirmou a participação; Ciro Gomes (PDT); o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), que enviou seu vídeo; o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que ainda não decidiu se vai integrar o projeto, e Rodrigo Maia (DEM), que também já encaminhou um vídeo para participação.

Ainda não foram confirmadas as participações dos petistas Lula e Dilma, e de Guilherme Boulos (PSOL).

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PM DE TIMBIRAS

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